Tem havido, nos últimos anos, um grande debate sobre os efeitos políticos e sociais da difusão de informações por meio das redes sociais, das fake news, e do uso das mesmas redes sociais para a transmissão de mensagens, sobretudo por WhatsApp.
A mídia tradicional comporta-se de modo neoludista e quer impedir o avanço tecnológico que representam as redes sociais para a transmissão da informação.
A alegação é de que o público é confundido e até usado como rebanho inútil.
Nada mais falso.
No caso brasileiro, a grita da mídia tradicional e dos políticos atrasados exacerbou-se diante da iminente derrota da esquerdopatia nacional, revela atraso e também o interesse de manter o domínio do meio, como maneira de sustentar o monopólio do discurso.
É tudo falso.
O meio não é a mensagem,como o jornal em si não é a mensagem.
E mensagens falsas devem ser tratadas como sempre foram, com o simples uso das ferramentas legais disponíveis na Constituição e nos Códigos Penal e Civil.
É só isto.
E basta.