OPINIÃO DOS LEITORES
A seguir, para encerrar a noite, vai uma seleção de cartas enviadas por e-mail. São leitores de todo o País. Eles se manifestam contra e a favor das (más) cenas de mais este entrevero político gaúcho. É a nossa novela das 8, com todo o dramalhão dos personagens caricatos, mau humorados, ranzinzas e ressentidos, que tentam assustar o distinto público, este que acabou de jantar. É a hora dos ruminantes. Trata-se de um grupo de ativistas que ocupa fulgidios minutos de fama, pelo menos até que os verdadeiros protagonistas retomem seus lugares a bordo.
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Feliz por te ler
Encerro o dia feliz, por saber que existem ainda jornalistas como tu. Parabéns!De quem te respeita e admira. Bibiana Aranha, Rio, RJ.
Por que você baixa o sarrafo no Feijó ?
Estou por aqui muito curioso sobre qual motivo você está "baixando o sarrafo" no sr. Feijó ( não que eu seja um admirador dele, muito pelo contrário... acredito que há motivos por trás de toda esta sua "rebeldia") por causa de uma gravação que trouxe a baila o que todos sabíamos, mas que nunca era declarado públicamente. Não o considero um respeitável e preparado político, mas no final das contas sua gravação forçou que venha a público todo o lamaçal que nossa política está vivendo nos dias de hoje.... Porque você achou isto ruim ? Alexandre Silvestre, Porto Alegre, RS.
Contra o PT, de novo ?
Percebo que enxergas que Feijó faz o jogo do PT e por isto tuas notas são tão ácidas. O que tens contra o PT ? Maria Sanhudo, Curitiba, PR.
Fundo do poço
Se alguém duvidava que algum dia chegariamos ao fundo do poço da corrupção política no RS, não precisa nem se beliscar, já chegamos, e faz muito tempo. E olha que já venho dizendo há tempos que nossos políticos são exatamente iguais aos outros, ou seja, e infelizmente, safados e corruptos, sem por nem tirar. Luiz Garcia, Estância Velha, RS.
Vergonha
Sinto-me envergonhado, porque nunca pensei que um político, um homem do nosso Estado, seria capaz da vilania de atingir pelas costas o próprio aliado. Foi o que fez o sr. Feijó. Isto é covardia. Estão rindo de nós aqui no Rio. Antonio Talavera, Rio, RJ.
Pó, mas bah tchê !
Pó, precisar o piauiense Heráclito Fortes ensinar aos gaúchos que é feio gravar pelas costas, grampear, acumular dossiês, trair e mentir !! Mas, bah, tchê ! Vicente Pinto Guedes, Porto Alegre, RS.
Queres mais dinheiro ?
Nesse teu blog, questionas a validades da gravação! A discussão que se faz não é a validade da gravação e sim o que foi dito. Tua imparcialidade fica evidenciada pelos teus patrocinadores do teu "blog".Agora só falta o "patrocínio" do Detran, pois o Banrisul tu ja tens.
Nota do editor – O pessoal do comercial também gostaria de ampliar seu leque de anunciantes governo gaúcho, mas dona Yeda tem a mania de vetar publicidade em blogs e sites que não sejam nacionais ou da RBS, mas avisa que não aceitaria qualquer anúncio do governo do PT, tipo Banco do Brasil, Caixa Federal ou Bolsa Esmola. Neste espaço não tem negócio com o PT.
Só confia em Feijó quem nunca falou com ele.
É assim que o jornalista Reynaldo Azevedo, do site www.veja.com.br entende o vice-governador Paulo Afonso Feijó. Azevedo avisa que o vice é agente do PT.
. Eis um trecho do artigo que vai em link a seguir:
"Este rapaz está fazendo pelo PT do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre o que o PT, dada a má fama que tem por lá, jamais conseguiria fazer por si mesmo. E isso nada tem a ver com o que parece ser a sua sanha moralizadora, mas com os métodos que ele emprega."
CLIQUE AQUI para ler todo o artigo.
. Eis um trecho do artigo que vai em link a seguir:
"Este rapaz está fazendo pelo PT do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre o que o PT, dada a má fama que tem por lá, jamais conseguiria fazer por si mesmo. E isso nada tem a ver com o que parece ser a sua sanha moralizadora, mas com os métodos que ele emprega."
CLIQUE AQUI para ler todo o artigo.
Leia aqui, a crítica a cada trecho da entrevista de Feijó a Zero Hora.
O leitor poderá acompanhar a seguir uma rápida exegese sobre o texto da entrevista domesticada que o vice-governador Paulo Feijó concedeu hoje ao jornal Zero Hora.
. O sr. Paulo Feijó parece acreditar mesmo nos bons propósitos das suas ações, mesmo quando inventa que logo ao assumir o governo, este ano, numa das viagens de Yeda, recebeu de Busatto o pedido para que seu Partido, o Dem, votasse contra a convocação do secretário Geral, Delson Martini. Na época, janeiro, nenhuma proposta sobre isto estava em discussão na CPI do Detran.
. Não é só isto.
. O vice-governador resolveu avisar que não grava todo mundo, o que certamente produziu tranqüilidade dentro da sua própria família, entre seus amigos e no meio dos empresários com os quais acerta contratos. E os políticos ? Bom, estes são todos gravados. Alguns já foram ? Claro, porque são todos suspeitos de atentar contra os bens públicos. Assim, o sr. Paulo Feijó confessa que tem outras fitas. Chantagem e ocultação de provas ? É o caso do Ministério Público e do Detran empreender uma busca e apreensão no gabinete do vice.
. Nos trechos em vermelho, está a análise do editor sobre as declarações do sr. Paulo Feijó.
CLIQUE AQUI para ler.
. O sr. Paulo Feijó parece acreditar mesmo nos bons propósitos das suas ações, mesmo quando inventa que logo ao assumir o governo, este ano, numa das viagens de Yeda, recebeu de Busatto o pedido para que seu Partido, o Dem, votasse contra a convocação do secretário Geral, Delson Martini. Na época, janeiro, nenhuma proposta sobre isto estava em discussão na CPI do Detran.
. Não é só isto.
. O vice-governador resolveu avisar que não grava todo mundo, o que certamente produziu tranqüilidade dentro da sua própria família, entre seus amigos e no meio dos empresários com os quais acerta contratos. E os políticos ? Bom, estes são todos gravados. Alguns já foram ? Claro, porque são todos suspeitos de atentar contra os bens públicos. Assim, o sr. Paulo Feijó confessa que tem outras fitas. Chantagem e ocultação de provas ? É o caso do Ministério Público e do Detran empreender uma busca e apreensão no gabinete do vice.
. Nos trechos em vermelho, está a análise do editor sobre as declarações do sr. Paulo Feijó.
CLIQUE AQUI para ler.
PV e PSoL pedem impeachment de Yeda na Assembléia Legislativa
Agora há pouco o PV e o PSol protocalaram na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul o pedido de impeachment da governadora Yeda. A denúncia é baseada nas informações divulgadas na imprensa, esta semana, envolvendo corrupção entre o governo e autarquias denunciada pelo próprio vice-governador Paulo Feijó.
. O PVe o PSoL não conseguiram eleger nem um só deputado na Assembléia do RS.
. A deputada Luciana Genro, do PSoL, procurou o vice-governador Paulo Feijó antes de protocolocar o pedido de impeachment. Ela pediu apoio e concitou Feijó a renunciar caso Yeda vença o embate na Assembléia. Feijó disse que não quer derrubar Yeda e não apóia o pedido do PSoL.
. Na avaliação do deputado Márcio Biolchi (PMDB), líder do governo na Assembléia Legislativa, não existem elementos que sustentem o pedido do PSOL para impeachment da governadora Yeda Crusius, tentando responsabilizá-la pelas denúncias gravadas pelo vice-governador do Estado, Paulo Afonso Feijó (DEM), em conversa com o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto. “Por conhecer a personalidade da governadora, qualquer denúncia que chegue às suas mãos, imediatamente têm os trâmites necessários e competentes, inclusive cobrando para que sejam buscadas provas. A função de um governador é administrar e não investigar. Esses argumentos apontam que o impeachment não prosperem, mas a responsabilidade parlamentar faz com que tenhamos respeito por tal ação”, observou.
. Biolchi disse não concordar com tal posição, apontando que este fato necessita de elementos substanciais. Além disso, apontou que o processo de impedimento de um governo contraria a escolha democrática dos eleitores gaúchos, que se definiram pela governadora por meio dos seus votos. "Vamos aguardar a tramitação e ver até onde chega esse pedido de impeachment, acompanhando se terá fundamentação ou não. Mesmo totalmente contrários a isso, temos que respeitar a decisão da Assembléia Legislativa", disse.
. O PVe o PSoL não conseguiram eleger nem um só deputado na Assembléia do RS.
. A deputada Luciana Genro, do PSoL, procurou o vice-governador Paulo Feijó antes de protocolocar o pedido de impeachment. Ela pediu apoio e concitou Feijó a renunciar caso Yeda vença o embate na Assembléia. Feijó disse que não quer derrubar Yeda e não apóia o pedido do PSoL.
. Na avaliação do deputado Márcio Biolchi (PMDB), líder do governo na Assembléia Legislativa, não existem elementos que sustentem o pedido do PSOL para impeachment da governadora Yeda Crusius, tentando responsabilizá-la pelas denúncias gravadas pelo vice-governador do Estado, Paulo Afonso Feijó (DEM), em conversa com o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto. “Por conhecer a personalidade da governadora, qualquer denúncia que chegue às suas mãos, imediatamente têm os trâmites necessários e competentes, inclusive cobrando para que sejam buscadas provas. A função de um governador é administrar e não investigar. Esses argumentos apontam que o impeachment não prosperem, mas a responsabilidade parlamentar faz com que tenhamos respeito por tal ação”, observou.
. Biolchi disse não concordar com tal posição, apontando que este fato necessita de elementos substanciais. Além disso, apontou que o processo de impedimento de um governo contraria a escolha democrática dos eleitores gaúchos, que se definiram pela governadora por meio dos seus votos. "Vamos aguardar a tramitação e ver até onde chega esse pedido de impeachment, acompanhando se terá fundamentação ou não. Mesmo totalmente contrários a isso, temos que respeitar a decisão da Assembléia Legislativa", disse.
Partidos já podem registrar seus candidatos na Justiça Eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou hoje (10), em sua página na internet (www.tse.gov.br), o Sistema de Candidaturas Módulo Externo (CANDEx) para registro dos candidatos dos partidos políticos a prefeito e vereador no pleito de 5 de outubro. Para validar o registro, o candidato precisa ser escolhido em convenção do partido realizada de hoje a 30 de junho. O pedido deve ser feito ao juiz eleitoral até as 19 horas do dia 5 de julho.
Ida de Diaz para a Casa Civil depende de acerto com Chiarelli, do Dem de Pelotas
. A chapa Cunha/Chiarelli seria uma repetição da eleição de 2004, quando a dupla ficou apenas no 4º lugar.
. O cenário eleitoral em Pelotas tem a bipolarização entre PP, do atual prefeito Fetter Jr., e PT, do ex-prefeito Fernando Marroni.
. PSDB e DEM tentam atrair ainda o PMDB e o PPS para uma terceira via.. O PPS, contudo, é a noiva da eleição. Tem como pré-candidato o vereador campeão de votos José Sizenando, que negocia com PP, PT e com o frentão. O mais provável é que ele vá mesmo à reeleição ao Legislativo. O PPS ficará, assim, com PP ou o frentão. . Marroni tem a seu lado o PTB, PRB e PSB e está prestes de confirmar a adesão do PC do B.
Marchezan Júnior abre números do Detran no governo Olívio
O deputado estadual Nélson Marchezan Jr, do PSDB, finalmente abriu o resultado das investigações realizadas no Detran-RS e que apontam suspeitas de irregularidades e cobrança exorbitante da carteira de motorista na época do governo Olívio Dutra.
. O editor desta página vem cobrando há mais de um mês estas informações. Elas, no entanto, ainda não contemplam os gastos feitos durante o governo Olívio com o dinheiro da Fenaseg.
. Os documentos foram entregues ontem ao presidente da CPI, deputado Fabiano Pereira, do PT.
. Corrigido, o preço da carteira de motorista seria, hoje, 11% superior ao que é cobrado atualmente dos motoristas gaúchos. O repasse de recursos às fundações, também sem licitação, de 1998 a 2002, seria até 20% maior do que é hoje.
. O editor desta página vem cobrando há mais de um mês estas informações. Elas, no entanto, ainda não contemplam os gastos feitos durante o governo Olívio com o dinheiro da Fenaseg.
. Os documentos foram entregues ontem ao presidente da CPI, deputado Fabiano Pereira, do PT.
. Corrigido, o preço da carteira de motorista seria, hoje, 11% superior ao que é cobrado atualmente dos motoristas gaúchos. O repasse de recursos às fundações, também sem licitação, de 1998 a 2002, seria até 20% maior do que é hoje.
Busatto vai de dedo pra cima de deputado valentão do PDT
De madrugada, já nesta terça-feira, quase ao final do mais prolongado depoimento na CPI do Detran, justamente de quem que sequer é investigado ou é testemunha no caso (por isto Lair Ferst temia a tortura dessas sessões de inquisição) o ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto, sustentou outro enfrentamento com seus ex-colegas da Assembléia. Desta feita, enquadrou o deputado estadual Paulo Azeredo, do PDT.
. Vice-presidente da CPI, Azeredo tem o costume de acusar e agredir verbalmente os depoentes da comissão. Depois de ler uma extensa pergunta, notoramente formulada por usa assessoria, Busatto comentou: "não sei quem escreveu isso para o senhor, mas esta pessoa está completamente desinformada e quer voltar a fatos passados de uma década".
. O pedetista ficou furioso e começou a atacar Busatto, com cara de poucos amigos. O ex-chefe da Casa Civil não aceitoue começou a gritar com Azeredo. "Comigo, não", disse, com o dedo em riste na direção do deputado, sentado ao seu lado. Ums egurança da Assembléia Legislativa se posicionou entre ambos, pronto para o pior.
. Azeredo, então, disse que não queria briga e virou-se para o outro lado. E continuou a ler perguntas para Busatto.
. O deputado tem a mania de alguns jornalistas: toma satisfação ao invés de perguntar.
. Vice-presidente da CPI, Azeredo tem o costume de acusar e agredir verbalmente os depoentes da comissão. Depois de ler uma extensa pergunta, notoramente formulada por usa assessoria, Busatto comentou: "não sei quem escreveu isso para o senhor, mas esta pessoa está completamente desinformada e quer voltar a fatos passados de uma década".
. O pedetista ficou furioso e começou a atacar Busatto, com cara de poucos amigos. O ex-chefe da Casa Civil não aceitoue começou a gritar com Azeredo. "Comigo, não", disse, com o dedo em riste na direção do deputado, sentado ao seu lado. Ums egurança da Assembléia Legislativa se posicionou entre ambos, pronto para o pior.
. Azeredo, então, disse que não queria briga e virou-se para o outro lado. E continuou a ler perguntas para Busatto.
. O deputado tem a mania de alguns jornalistas: toma satisfação ao invés de perguntar.
Deputado do PSDB avisou que já fez o diagnóstico clínico de Paulo Feijó
O deputado estadual Pedro Pereira, ex-prefeito de Canguçu, do PSDB, tem sido uma atração à parte na CPI do Detran-RS. Apesar de não ter o dom da palavra, o médico tucano não deixa passar nenhuma acusão ao governo Yeda Crusius. Tem na ponta da língua todos os escândalos do governo Lula e os usa para fustigar a oposição, especialmente os deputados petistas.
. Na madrugada de hoje, por volta de 2h, no depoimento do ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto, Pedro Pereira lembrou das denúncias relacionadas ao financiamento de campanha do PT ao governo do Estado por meio de recursos vindo do mensalão, via ex-tesoureiro do PT nacional, Delúbio Soares. O parlamentar leu trechos de uma declaração do ex-chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, dizendo que o PT gaúcho pedia dinheiro a Delúbio Soares. "Eles ligavam para o Delúbio e diziam: estamos precisando de R$ 1 milhão", declarou Dirceu em entrevista recente à revista Piauí, lida por Pereira.
. O tucano disse que, à época, o ex-presidente estadual petista, David Stival jurou que poderiam cortar a sua cabeça se achassem um pila vindo do mensalão ao Rio Grande do Sul. "Dizem que, à noite, escutam barulhos de alguém sem cabeça rondando a Assembléia Legislativa", brincou o deputado, levando todos os presentes às gargalhadas.
. Logo depois, Pereira recordou que, no ano passado, já havia diagnosticado o vice-governador Paulo Afonso Feijó, que esteve numa audiência da Comissão de Serviços Públicos da Assembléia. "Na época, eu vi ele, com aquela cara séria, sem se emocionar, e deu o diagnóstico, não como médico, mas como ser humano observador", comentou, emendando outro assunto. Busatto o interrompeu e quis saber: "Mas qual foi o diagnóstico, fiquei curioso?" Pereira tergiversou, dizendo que ninguém entenderia seus termos técnicos, mas deixou claro que é caso de intervenção médica e psicológica.
. Na madrugada de hoje, por volta de 2h, no depoimento do ex-chefe da Casa Civil, Cézar Busatto, Pedro Pereira lembrou das denúncias relacionadas ao financiamento de campanha do PT ao governo do Estado por meio de recursos vindo do mensalão, via ex-tesoureiro do PT nacional, Delúbio Soares. O parlamentar leu trechos de uma declaração do ex-chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, dizendo que o PT gaúcho pedia dinheiro a Delúbio Soares. "Eles ligavam para o Delúbio e diziam: estamos precisando de R$ 1 milhão", declarou Dirceu em entrevista recente à revista Piauí, lida por Pereira.
. O tucano disse que, à época, o ex-presidente estadual petista, David Stival jurou que poderiam cortar a sua cabeça se achassem um pila vindo do mensalão ao Rio Grande do Sul. "Dizem que, à noite, escutam barulhos de alguém sem cabeça rondando a Assembléia Legislativa", brincou o deputado, levando todos os presentes às gargalhadas.
. Logo depois, Pereira recordou que, no ano passado, já havia diagnosticado o vice-governador Paulo Afonso Feijó, que esteve numa audiência da Comissão de Serviços Públicos da Assembléia. "Na época, eu vi ele, com aquela cara séria, sem se emocionar, e deu o diagnóstico, não como médico, mas como ser humano observador", comentou, emendando outro assunto. Busatto o interrompeu e quis saber: "Mas qual foi o diagnóstico, fiquei curioso?" Pereira tergiversou, dizendo que ninguém entenderia seus termos técnicos, mas deixou claro que é caso de intervenção médica e psicológica.
Inflação de Porto Alegre aumenta para 0,91%
A inflação medida pelo IPC-S avançou de 0,84% para 0,91% em Porto Alegre, na primeira semana de junho, seguindo uma tendência de alta desde o início do ano.
. Os vilões do aumento continuam sendo os alimento, habitação, gás de bujão, e tarifas de água e esgoto.
. Das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas, Recife teve a maior elevação, passando de 1,23% para 1,43%, à frente de de São Paulo (1,11% para 1,31%), Rio de Janeiro (0,89% para 1,13%), e Brasília (0,78% para 0,99%).. A média das sete ficou em 1,12%. O resultado é 0,25% superior à última apuração, perdendo apenas para a primeira semana de fevereiro, quando alcançou 1,22%.
. Os vilões do aumento continuam sendo os alimento, habitação, gás de bujão, e tarifas de água e esgoto.
. Das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas, Recife teve a maior elevação, passando de 1,23% para 1,43%, à frente de de São Paulo (1,11% para 1,31%), Rio de Janeiro (0,89% para 1,13%), e Brasília (0,78% para 0,99%).. A média das sete ficou em 1,12%. O resultado é 0,25% superior à última apuração, perdendo apenas para a primeira semana de fevereiro, quando alcançou 1,22%.
A Nova Classe mete a mão (de novo) no Banco do Brasil
Clipping Veja 7 de junho
Petistas usam norma do Banco do Brasil para ganhar uma pomposa ajuda financeira.
De Otávio Cabral.
O Banco do Brasil, criado em 1808 com a chegada da família real, sobreviveu à monarquia, resistiu a três ditaduras e, em tempos democráticos, consolidou-se como a maior instituição financeira do país. Controlado pelo governo federal, seu principal acionista, o banco também tem um longo histórico de interferências políticas. Toda vez que o poder muda de mãos, praticamente todos os seus dirigentes, independentemente da qualidade da gestão, acabam substituídos.
Em junho de 2003, para dar mais segurança à diretoria e evitar que os executivos fossem abandonados à chuva a cada troca de governo, o BB criou o Programa de Alternativas para Executivos em Transição, apelidado de Paex. Ele prevê que o presidente, vice-presidentes, diretores e gerentes executivos que deixarem o banco recebam o equivalente a doze salários e um benefício proporcional ao tempo de serviço, que pode chegar a 80% de um salário, por ano trabalhado. Até agora, cinqüenta dirigentes já aderiram ao Paex, recebendo em média 300 000 reais cada um. A boa intenção do governo, porém, vem sendo usada por um grupo de espertalhões para subverter a essência do programa e encher os bolsos de dinheiro.
O caso mais emblemático envolve o atual vice-presidente de crédito do BB, Adézio de Almeida Lima. Ele está no banco há 35 anos e, graças à sua militância no PT, eliminou etapas na carreira. Antes de Lula tomar posse, Adézio era gerente executivo. Em 2003, assumiu o cargo de vice-presidente, com um salário de 27 000 reais, por indicação do PT de Minas Gerais. Em agosto passado, ele aderiu ao Paex. Embolsou, no total, mais de 800 000 reais.
Dias depois da aposentadoria, porém, Adézio reassumiu o mesmo cargo, indicado como funcionário de confiança do presidente do BB, e manteve o salário de 27 000 reais. Investigado no escândalo dos aloprados, quando petistas ligados ao comitê de campanha do presidente Lula foram presos comprando um falso dossiê contra tucanos, Adézio era superior hierárquico de Expedito Afonso Veloso, um dos mentores da operação. Procurado por VEJA, ele mandou dizer, por meio da assessoria de imprensa do BB, que o caso "é pessoal" e que não se manifestaria.
O programa criado para dar mais estabilidade a executivos em transição também tem servido para tornar mais confortável o exílio de petistas enroscados em escândalos de corrupção. É o caso do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato. Depois de receber um "empréstimo" de 326 000 reais do empresário Marcos Valério, o operador financeiro do mensalão, Pizzolato aderiu ao Paex uma semana depois de descoberto. Em vez de ser sumariamente demitido, ele foi premiado. Embolsou 365 000 reais do banco na condição de diretor que estava indo embora.
As regras do Paex excluem do programa quem responde a processos administrativo, judicial ou trabalhista. O processo contra Pizzolato só foi aberto depois que ele já havia enchido os bolsos. O BB afirma que, tanto no caso de Adézio como no de Pizzolato, as normas do programa foram respeitadas. Agora, além de ser da Maria, do João e do Pedro, como apregoava a campanha publicitária recente, o Banco do Brasil também é do Adézio, do Pizzolato e de outros vários aproveitadores.
Petistas usam norma do Banco do Brasil para ganhar uma pomposa ajuda financeira.
De Otávio Cabral.
O Banco do Brasil, criado em 1808 com a chegada da família real, sobreviveu à monarquia, resistiu a três ditaduras e, em tempos democráticos, consolidou-se como a maior instituição financeira do país. Controlado pelo governo federal, seu principal acionista, o banco também tem um longo histórico de interferências políticas. Toda vez que o poder muda de mãos, praticamente todos os seus dirigentes, independentemente da qualidade da gestão, acabam substituídos.
Em junho de 2003, para dar mais segurança à diretoria e evitar que os executivos fossem abandonados à chuva a cada troca de governo, o BB criou o Programa de Alternativas para Executivos em Transição, apelidado de Paex. Ele prevê que o presidente, vice-presidentes, diretores e gerentes executivos que deixarem o banco recebam o equivalente a doze salários e um benefício proporcional ao tempo de serviço, que pode chegar a 80% de um salário, por ano trabalhado. Até agora, cinqüenta dirigentes já aderiram ao Paex, recebendo em média 300 000 reais cada um. A boa intenção do governo, porém, vem sendo usada por um grupo de espertalhões para subverter a essência do programa e encher os bolsos de dinheiro.
O caso mais emblemático envolve o atual vice-presidente de crédito do BB, Adézio de Almeida Lima. Ele está no banco há 35 anos e, graças à sua militância no PT, eliminou etapas na carreira. Antes de Lula tomar posse, Adézio era gerente executivo. Em 2003, assumiu o cargo de vice-presidente, com um salário de 27 000 reais, por indicação do PT de Minas Gerais. Em agosto passado, ele aderiu ao Paex. Embolsou, no total, mais de 800 000 reais.
Dias depois da aposentadoria, porém, Adézio reassumiu o mesmo cargo, indicado como funcionário de confiança do presidente do BB, e manteve o salário de 27 000 reais. Investigado no escândalo dos aloprados, quando petistas ligados ao comitê de campanha do presidente Lula foram presos comprando um falso dossiê contra tucanos, Adézio era superior hierárquico de Expedito Afonso Veloso, um dos mentores da operação. Procurado por VEJA, ele mandou dizer, por meio da assessoria de imprensa do BB, que o caso "é pessoal" e que não se manifestaria.
O programa criado para dar mais estabilidade a executivos em transição também tem servido para tornar mais confortável o exílio de petistas enroscados em escândalos de corrupção. É o caso do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato. Depois de receber um "empréstimo" de 326 000 reais do empresário Marcos Valério, o operador financeiro do mensalão, Pizzolato aderiu ao Paex uma semana depois de descoberto. Em vez de ser sumariamente demitido, ele foi premiado. Embolsou 365 000 reais do banco na condição de diretor que estava indo embora.
As regras do Paex excluem do programa quem responde a processos administrativo, judicial ou trabalhista. O processo contra Pizzolato só foi aberto depois que ele já havia enchido os bolsos. O BB afirma que, tanto no caso de Adézio como no de Pizzolato, as normas do programa foram respeitadas. Agora, além de ser da Maria, do João e do Pedro, como apregoava a campanha publicitária recente, o Banco do Brasil também é do Adézio, do Pizzolato e de outros vários aproveitadores.
Lula atacará a inflação elevando os juros e diminuindo os gastos
. Neste momento, a população de mais baixa renda, a que mais apóia Lula, é a que mais sofre com a inflação.
. De acordo com a FGV, a inflação (IPC) para a população de baixa renda, passou de 0,97% em abril para 1,38% em maio. No ano, a taxa acumulada chega a 6,84% e, em 12 meses, a 8,24%. O economista da FGV, Marcelo Nerry explica: “ A cesta de consumo dos pobres é muito diferente da do resto da população e eles são os que mais sentem a alta dos preços de produtos da cesta básica”.
. As pressões para que Lula entre em ação são enormes, mas na reunião desta segunda-feira com o ministério ele deu novas provas de que está ao lado do Banco Central. O problema é que só a elevação das taxas de juros para conter a demanda não funciona, porque tem um gastador muito grande nessa história toda, o próprio governo, que também precisa se conter. Lula parece estar convencido disto. Segundo a folha de São Paulo (08/06), o presidente Lula autorizou a equipe econômica a perseguir informalmente uma meta de superávit primário de 4,5% do PIB.
. Não será fácil para o governo. Os jornais avisaram que um dos mais cotados para disputar a presidência da Republica em 2010, o ministro Patrus Ananias tenta arrancar do presidente Lula um reajuste nos benefícios da bolsa Família de aproximadamente 6%. Seria uma forma uma forma de manter o poder de compra para a população de baixa renda.
PIB cresceu ótimos 5,8% no trimestre
Foi de 5,8% o crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano, segundo informou o IBGE nesta terça-feira. É um número muito bom. Nos 12 meses encerrado em março, o PIB cresceu também 5,8%, maior número desde 1996.
. O PIB cresceu no trimestre puxado pela produção industrial, que avançou 6,8%.
. Os números do IBGE também mostraram que no período as exportações caíram 2,1% e as importações cresceram 18,9%. São muito maus sinais. O consumo das pessoas avançou 6,6%.
. O governo quer reduzir a velocidade desse crescimento porque ele ajuda a aquecer a inflação, ela mesma movimentada para o alto pela alta dos preços das commodities no front externo.
. No RS, onde o PIB cresceu 7,2% no ano passado, as expectativas para este ano continuam sendo muito animadoras.
. O PIB cresceu no trimestre puxado pela produção industrial, que avançou 6,8%.
. Os números do IBGE também mostraram que no período as exportações caíram 2,1% e as importações cresceram 18,9%. São muito maus sinais. O consumo das pessoas avançou 6,6%.
. O governo quer reduzir a velocidade desse crescimento porque ele ajuda a aquecer a inflação, ela mesma movimentada para o alto pela alta dos preços das commodities no front externo.
. No RS, onde o PIB cresceu 7,2% no ano passado, as expectativas para este ano continuam sendo muito animadoras.
Coronel denuncia intromissão do governo Federal na secretaria da Segurança do RS
Yeda Crusius, a governadora gaúcha, arranjou nesta terça-feira outra sarna para se coçar. É que o presidente da Associação dos Oficiais da Brigada, coronel Cairo Camargo, acaba de exigir a demissão de toda a cúpula da secretaria da Segurança.
. O coronel, que é prestigiadíssimo na tropa, alega que a secretarias foi entregue a servidores do governo Federal, ou seja, a homens do ministro Tarso Genro, do PT.
. O coronel, que é prestigiadíssimo na tropa, alega que a secretarias foi entregue a servidores do governo Federal, ou seja, a homens do ministro Tarso Genro, do PT.
Audiência sobre jornalista perseguido pelo PT foi adiada
Ainda há pouco o juiz que responde pela 14a. Vara Civel de Porto Alegre adiou a audiência em que o editor desta página defenderia o jornalista Marcos Bernardi, que foi demitido da Rádio Esperança, em março de 2002, por pressão da administração municipal do PT na época.
. O livro A Vanguarda do Atraso conta o que foi o reinado de terror dos governos do PT para os jornalistas. Nele são publicados 12 depoimentos de jornalistas e intelectuais perseguidos pelo Partido no RS.
. Outro comunicador gaúcho que caiu por pressão do governo do PT foi o jornalista Marcos Bernardi,da Radio Esperança.A rádio, que é católica, submeteu-se às pressões da prefeitura e afastou Bernardi , que denunciara manipulação no chamado orçamento participativo.Bernardi revelou que o assessor do vereador Sebastião Mello,Rudmar Sprindler, inscreveu-se quatro vezes como delegado do convescote,com direito a quatro votos.Mello quis demonstrar que o orçamento participativo não passa de grosseira armação política.
. O livro A Vanguarda do Atraso conta o que foi o reinado de terror dos governos do PT para os jornalistas. Nele são publicados 12 depoimentos de jornalistas e intelectuais perseguidos pelo Partido no RS.
. Outro comunicador gaúcho que caiu por pressão do governo do PT foi o jornalista Marcos Bernardi,da Radio Esperança.A rádio, que é católica, submeteu-se às pressões da prefeitura e afastou Bernardi , que denunciara manipulação no chamado orçamento participativo.Bernardi revelou que o assessor do vereador Sebastião Mello,Rudmar Sprindler, inscreveu-se quatro vezes como delegado do convescote,com direito a quatro votos.Mello quis demonstrar que o orçamento participativo não passa de grosseira armação política.
A crise gaúcha: uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa
Uma coisa é repelir severamente o desvio do dinheiro público, mas outra coisa é justificar o crime e a inquisição como meios de tirar da toca os bandoleiros que se aboletam nos governos para roubar.
. Este tipo de distinção não ocorre em terras gaúchas neste momento, assolado por uma caça às bruxas sem precedentes, de características pequeno burguesas udeno-petistas de caráter fascista.
. O editor desta página recebeu pelo menos duas centenas de e-mails justificando a prática do crime e o exercício da inquisição como meios de expor à opinião pública os desmandos de governantes corruptos e prevaricadores. O passo seguinte é a admissão da tortura, da delação, do grampo, das prisões injustificadas e de todas as formas de traição como formas de impor a moralidade pública.
. Dá até para compreender a descrença em relação ao estado democrático de direito, suas leis, instituições e representantes, mas respeitá-los, fiscalizá-los e melhorá-los é a única saída possível em sociedades civilizadas.
. Do outro lado está a barbárie.
. Este tipo de distinção não ocorre em terras gaúchas neste momento, assolado por uma caça às bruxas sem precedentes, de características pequeno burguesas udeno-petistas de caráter fascista.
. O editor desta página recebeu pelo menos duas centenas de e-mails justificando a prática do crime e o exercício da inquisição como meios de expor à opinião pública os desmandos de governantes corruptos e prevaricadores. O passo seguinte é a admissão da tortura, da delação, do grampo, das prisões injustificadas e de todas as formas de traição como formas de impor a moralidade pública.
. Dá até para compreender a descrença em relação ao estado democrático de direito, suas leis, instituições e representantes, mas respeitá-los, fiscalizá-los e melhorá-los é a única saída possível em sociedades civilizadas.
. Do outro lado está a barbárie.
A Conaprole vem aí
A Conaprole avisou que não desistiu do RS. A notícia é a melhor do dia para os gaúchos que se acostumaram a comer o melhor doce de leite do mundo, justamente o da Conaprole.
. É com ele que o editor adoça a boca antes de começar a escrever sobre a crise política gaúcha.
. É com ele que o editor adoça a boca antes de começar a escrever sobre a crise política gaúcha.
Saiba o que há por trás das demissões no Daer
O editor desta página foi atrás do Daer para saber o que há por trás da dança de cadeiras e soube que a demissão do diretor de Obras, José Luiz Rocha Paiva, que já fora diretor geral da autarquia no governo de Antõnio Britto, nada teve a ver com as supostas irregularidades apontadas na conversa gravada do ex-chefe da Casa Civil, Cezar Busatto. O expurgo de Paiva, ligado ao PP, já estava acertada para após o lançamento do Duplica RS. Coincidiu com a nova crise do Piratini.
. Estranhamente, a explicação é de que a saída de Paiva atendeu a uma reivindicação do técnicos científicos do Daer, que desejavam ter alguém do quadro ocupando um cargo de direção. Para o lugar de Paiva, foi empossado o engenheiro de carreira José Oliveira.
. Já a direção geral está sendo ocupada cumulativamente pelo diretor de Operações e Concessões Vicente Pereira. Ainda não há um substituto de Gilberto Cunha, que deixou o cargo na última quarta-feira para disputar a prefeitura de Pelotas.
. Estranhamente, a explicação é de que a saída de Paiva atendeu a uma reivindicação do técnicos científicos do Daer, que desejavam ter alguém do quadro ocupando um cargo de direção. Para o lugar de Paiva, foi empossado o engenheiro de carreira José Oliveira.
. Já a direção geral está sendo ocupada cumulativamente pelo diretor de Operações e Concessões Vicente Pereira. Ainda não há um substituto de Gilberto Cunha, que deixou o cargo na última quarta-feira para disputar a prefeitura de Pelotas.
Queda de Martini congela licitação de publicidade do Piratini
A queda do secretário Geral do governo, Delson Martini, congela o já enregelado processo de licitação para a escolha das agências publicitárias que atenderão o governo do RS. Ninguém sabe se Daniel Andrade, aparentemente definido para o cargo, também tratará da área de comunicação social. Foi um tremendo erro de Yeda levar comunicação para o guarda-chuva da secretaria Geral. A hora é boa para reparar o equívoco. A governadora precisa de um profissional que unifique seus discursos e suas ações na área.
. Um bolo de R$ 90 milhões aguarda por decisão.
. Um bolo de R$ 90 milhões aguarda por decisão.
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