Silvinei está preso sem culpa formada, aviltantemente, por ordem de A. de Moraes, desde 9 de agosto pela PF (Polícia Federal) no kafkiano inquérito que apura interferência no segundo turno das eleições de 2022.
A Justiça Federal do Rio de Janeiro negou uma ação de improbidade administrativa apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) contra o ex-diretor da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques.
Vasques foi denunciado pelo MPF depois de entregar ao então ministro da Justiça Anderson Torres, dias antes do segundo turno das eleições em um evento oficial na PRF, uma camisa com o número “22” –número de urna do então candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).
Segundo o juiz, “tal conduta não configura publicidade institucional custeada com recursos do erário”.






