Os 13 milhões de eleitores do Equador vão às urnas neste domingo para escolher um novo presidente, em meio a crimes políticos fatais. Na terça-feira passada (15), o dirigente político do mesmo partido do ex-presidente Rafael Correa, de esquerda, Pedro Briones, foi assassinado. Uma semana antes, no dia 9, o candidato à presidência Fernando Villavicencio, de centro-esquerda, tinha sido morto a tiros.
Neste domingo, haverá uma megaoperação de segurança nas ruas, com mais de 100 mil agentes.
A candidata Luísa González é a favorita para vencer o primeiro turno. Ela tem o apoio de Rafael Correa, exilado político na Bélgica. Ele foi condenado a oito anos de prisão por corrupção.
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