A mídia brasileira, as auto-intituladas agências de checagem e os denominados jornalistas investigativos, não foram capazes ou não quiseram, até agora, apurar duas circunstâncias ligadas ao entrevero que opôs os Moraes e os Mantovani no aeroporto de Roma:
1) Onde estão os vídeos e fotos do aeroporto e de passageiros, tudo no âmbito das agressões e atos de hostilidade que Moraes alega ter sofrido e desmentido pelos Mantovanis.
2) Que universidade é esta de Siena, Itália, na qual o ministro palestrou.
Sobre o evento de Siena, pelo menos um jornalista, Eduardo Oinegue, BandNews, foi atrás e constatou que a promoção nem é da universidade italiana, mas do Centro Universitário Alves Faria, a Unialfa, de Goiás. A Unialfa é do grupo João Alves, dono também do laboratório Vitamedir, que fabrica a Ivermectina e que é processado por fake news no caso da promoção do remédio durante a pandemia (CLIQUE AQUI para saber tudo sobre esta condenação, ocorrida em Porto Alegre. O material é do site Amigos de Pelotas). O ministro é relator do inquérito aberto pelo STF contra fake news. A Unialfa levou 21 convidados, por sua conta total, entre eles Moraes.