É de se perguntar o que tem a ver o Ministério Público Estadual com a elaboração do calendário de retomada das aulas presenciais em Porto Alegre, decisão que sequer foi tomada ainda pela prefeitura da Capital.
O MPE extrapola o papel de longa manus do governo estadual.
O próprio prefeito Marchezan Júnior já avisou que negociará com o governo estadual antes de editar seu decreto.
No caso de não haver entendimento, a PGE existe para isto mesmo, para ir a juízo, isto se o próprio governador ou seu chefe da Casa Civil não forem capazes de costurar um acordo/
As aulas presenciais devem ser retomadas de imediato.
E vai comparecer quem quiser - e precisar.




