Cármem Lúcia negou tudo, mas as cópias das postagens estão em poder da PF.
Numa das amistosas conversas que manteve com o bandoleiro Delgatti Filho, o bandido que hackeou postagens de autoridades federais e repassou tudo para o site sujo The Intercept, a comunista gaúcha Manuela D'Ávila ficou sabendo do inteiro teor de mensagens pessoais trocadas entre as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber, mas não deu ciência disto ao STF e nem as duas ministras da Corte.
O hacker Walter Delgatti Neto afirmou, ao conversar com
Manuela D’Ávila sobre um contato com o jornalista Glenn Greenwald, que um
comentário da ministra Cármen Lúcia num grupo de whatsapp do STF, ironizando a
morte de um parente de Lula, teria feito Rosa Weber deixar o grupo.
Em uma das conversas com Manuela, Delgatti teria dito que
a ministra Cármen Lúcia fez piada sobre a morte do ou neto de
Lula, que teria feito Rosa Weber sair do grupo.
O que o bandido contou para a comunista, que não levou o fato ao conhecimento do STF:
- Eu tenho uma conversa da ármem (que era para ser
imparcial, segundo o princípio do juiz natural) dizendo sobre a norte (morte)
do sobrinho do Lula. Fazendo até piada
Manuela ficou sabendo da conversa grampeada das duas ministras. Numa delas disse Delgatti Neto:
- E ainda ela (Cármen Lúcia) disse exatamente assim: quem faz mal para
outrem, um dia o mal retorna, e pode ser até no sobrinho.