Feliciano argumentou que "precisava corrigir um
problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e
implantes na boca".
À reportagem, Feliciano confirmou o valor e disse que
sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo. Explicou o pastor:
- Sou político e pregador. Minha boca é minha ferramenta.
“O pedido de reembolso do parlamentar foi apresentado em
abril à área de perícia da Câmara, mas
foi rejeitado pela equipe técnica. Na avaliação do setor, havia uma
incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela
Casa, além de problemas na descrição de parte dos procedimentos. Com um laudo
de seu dentista, Feliciano recorreu da decisão. A Mesa Diretora, formada por
sete parlamentares, acabou aprovando o gasto”, conta a reportagem.








