CLIQUE AQUI para ler, também, "Vai ter que matar gente", Rodrigo Constantino, Istoé.
Está quase lá: mais uns poucos dias e vamos saber se a sentença que condenou o ex-presidente Lula a nove anos e tanto de cadeia por corrupção será confirmada, ou não, no tribunal superior para o qual ele apelou. Com isso vai se encerrar, enfim, o segundo ato desta comédia infeliz. Ela vai continuar, é claro, mas terá tudo para ir ficando cada vez mais rala, daqui para a frente, se a condenação for confirmada por unanimidade — e se, por conta disso, Lula não for candidato à Presidência da República em 2018.
Está quase lá: mais uns poucos dias e vamos saber se a sentença que condenou o ex-presidente Lula a nove anos e tanto de cadeia por corrupção será confirmada, ou não, no tribunal superior para o qual ele apelou. Com isso vai se encerrar, enfim, o segundo ato desta comédia infeliz. Ela vai continuar, é claro, mas terá tudo para ir ficando cada vez mais rala, daqui para a frente, se a condenação for confirmada por unanimidade — e se, por conta disso, Lula não for candidato à Presidência da República em 2018.
(...)
Essa farsa, em exibição há anos, se deve à seguinte
realidade: nada do que existe em relação a Lula é genuíno, verdadeiro ou
sincero. Lula se apresenta como um operário, mas já passou dos 70 anos de idade
e não trabalha desde os 29. Representa o papel de maior líder de massas da
história do Brasil, mas não pode sair à rua há anos, com medo de ser
escorraçado a vaias, ou coisa pior.








