Ao lado, Reinaldo Azevedo.
STF, por obra de 6 ministros, pode virar capacho do MPF. O PT tem de ser grato a Barroso e Fachin.
Os votos de Alexandre de Moraes, de Dias
Tóffoli e de Lewandowski não acatam a total soberania do acordo em todas as
fases do processo e sob quaisquer condições. Mendes certamente seguirá essa
trilha. E é possível que Marco Aurélio também não tome o acordo como uma carta
maior do que a Magna Carta
Jamais faria como Rodrigo Janot, que, quando quer ser
truculento, brada: “Chega de hipocrisia!”, à maneira de um fascistoide de
esquerda ou de direita tentando se impor pelo berro. Direi de outro modo, com o
meu querido Eça de Queiroz. Vou tirar “o manto diáfano da fantasia” que cobre
“a nudez crua da verdade”. Por ser diáfano, algo se deixa ver na transparência;
por ser manto, nem tudo pode ser visto. E é dessa segunda parte que vou tratar
aqui.
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