Foi uma operação tabajara, mas a identidade do chefe da
espionagem americana é um segredo de polichinelo
Coisa jamais vista. Sem o menor motivo, o Gabinete de
Segurança Institucional do presidente Temer revelou em sua agenda pública que o
general Sérgio Etchegoyen recebeu a visita de Duayne Norman, “chefe do posto da
Central Intelligence Agency em Brasília”.
No melhor estilo tabajara, veio a explicação de que
fizeram isso em nome do que seria uma “transparência ativa”, de acordo com a
Lei de Acesso à Informação, que determina o registro dos nomes e cargos de quem
é recebido em audiências por hierarcas.
Antes fosse. O doutor Duayne Norman, bem como todos os
seus antecessores e sucessores, não se apresenta como chefe do posto da CIA,
mas como funcionário do setor político da embaixada
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