Reforma da previdência acaba com privilégios e
aposentadorias precoces.
CLIQUE AQUI para ler, també, "E se não houvesse reforma da previdência ?", Estadão de hoje.
O Partido dos Trabalhadores (PT), a Central Única dos
Trabalhadores (CUT) e algumas entidades corporativas estão empenhadas em
impedir a aprovação da reforma da previdência, em tramitação na Câmara Federal. A oposição vem mentindo para a população e tentando evitar que seja feita a
igualdade e a justiça social entre os trabalhadores. A reforma
não prejudica o trabalhador mais pobre e sim acaba com distorções e privilégios
na aposentadoria de setores específicos do serviço público, acabando com
aposentadorias precoces, antes dos 50 anos, e com valores estratosféricos.
A reforma acaba com aposentadorias precoces da elite do
serviço público, que inclui os novos auditores, juízes e promotores, tanto no
Brasil quanto nos estados, que provocam um rombo de R$ 164 bilhões por ano aos
cofres públicos.
Parece mentira, mas é verdade.
Essas categorias, mais os novos
deputados e senadores, ministros do Supremo Tribunal Federal e até o presidente
da República, vão ter que se aposentar com valores de até 10 salários mínimos
(R$ 5.155,00), teto da previdência. Se quiserem receber mais, terão que fazer
capitalização. Isso é uma quebra de privilégios poderosa. Por isso que o PT e a
CUT estão contra.