Dilma poderá ser afastada no dia 4 de maio

Brasília, via WhatsApp

Ao lado, há pouco, o relator replica os crimes cometidos por Dilma. 

Eis a sequência pós-Comissão Especial do Impeachment:

12 de abril, terça-feira - O resultado da votação de hoje e o relatório serão lidos no plenário da Câmara.
13 de abril - O texto é publicado no Diário da Câmara  e dá-se início à contagem de 48h para o começo da votação em plenário.
15 de abril - Previsto o início do debate e votação no plenário, que poderá durar três dias.
17 de abril - Votação pelo plenário.
19 de abril - Envio ao Senado, em caso de aprovação.
21 de abril - O Senado tem até dois dias para formar sua comissão especial, que terá dez dias para analisar o pedido.
2 de maio - Conclusão do relatório e votação da comissão especial do Senado.
4 de maio - O processo de impeachment será instaurado, caso obtenha aprovação do relatório de admissibilidade da comissão especial. Dilma é afastada por 180 dias.

Euforia do mercado diante do iminente impeachment de Dilma derruba o dólar e aquece a Bolsa

Euforia do mercado diante da aprovação iminente da admissibilidade e mais adiante do impeachment de Dilma Roussef, fortalece o real e aquece a Bolsa nesta segunda-feira:

Bolsa, mais 1,28%, 50.850 pontos
Dólar, menos 2,43%, R$ 3,51.

O dólar chegou a cair abaixo dos R$ 3,50 as 11h, aproximando-se do valor mínimo de 21 de agosto do ano passado, R$ 3,4589.

Prognóstico da liderança do DEM sobre a votação de hoje: 40 x 23 a favor do impeachment de Dilma

Prognóstico que a liderança do DEM na Câmara acaba de fazer para o editor:

A favor - 40
Contra - 23

Esta é a semana para ir para as ruas de todo o Brasil.

Debandada no PT enfraquece governistas na Comissão do Impeachment. Francischini diz que votação será apertada: 33 x 32 contra Dilma.

A notícia da Folha de hoje, dando conta da informação de que metade da bancada do PT - 26 deputados - vão sair do Partido depois das eleições (leia abaixo) funciona como ducha de água fria no ânimo dos governistas que participam da votação de hoje na Comissão de Impeachment.

É o que se percebe pelas imagens de TV.

A sessão ainda não foi aberta, 10h52min.

Até o Advogado Geral da União, está presente.

A presença dele é confirmação de que o governo vai perder.

O deputado Francisco Francischini, PSDB, ainda há pouco, disse que o impeachment vencerá por 33 a 32. A margem apertada também foi repercutida há pouco pela jornalista Cristiana Lobo, Globonews. O editor conversou há minutos com um dos consultores jurídicos da bancada do DEM, o gaúcho Adão Paiani, que está no plenário da Comissão, e ele repeliu a notícia.

Metade da bancada federal do PT quer sair do Partido depois das eleições deste ano

26 dos 57 deputados federais atuais do PT estariam articulados para sair do Partido depois das eleições. Quase todos são da tendência Muda Brasil, organizada no ano passado.

As articulações envolveriam o ex-ministro Tarso Genro e também os deputados gaúchos Marco Maia, Maria do Rosário e Henrique Fontana. Há mais tempo o ex-ministro tenta emplacar a tese de refundação do PT, mas esbarra em Lula, o que o teria conduzido a outra proposta, a da formação de novo Partido, pelo qual pretende disputar a presidência em 2018.

A Folha de S. Paulo, que revela hoje as conversações, revela que o grupo manterá unidade partidária até o final da votação do impeachment, defendendo Dilma, mas depois partirão para a dissidência.

O jornal falou com o deputado Henrique Fontana, que inclusive já estaria se articulando com deputados estaduais gaúchos, desmentiu tudo.

Inflação de aluguel desacelera, mas acumulado de 12 meses fica em 10,61%

Usado para calcular o reajuste nos preços do aluguel, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,31% na primeira prévia de abril, ante avanço de 0,43% na primeira prévia do mesmo índice em março, informou na manhã desta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). 

Com o resultado, a taxa acumula aumentos de 3,28% no ano e de 10,61% no acumulado de 12 meses até abril.

Demanda por aluguel deve igualar-se à de compra, apesar de medidas da Caixa

As novas medidas de estímulo da Caixa Econômica Federal para venda de imóveis, como o aumento da cota de financiamento, não devem ser suficientes para reverter um movimento que o próprio banco desencadeou há cerca de um ano. A busca por locação de residências tem crescido desde meados de 2015 e a expectativa é que fique no mesmo patamar que a procura pela aquisição de imóveis, liquidando uma diferença que chegava a um terço das buscas em anos passados.

A procura por aluguel no Brasil atingiu 49% do total de buscas em março de 2016, enquanto a demanda por unidades para aquisição ficou em 51%, de acordo com dados de unidades usadas do site VivaReal. As curvas de buscas começaram a mudar em maio de 2015, em reação às mudanças de regras de financiamento pela Caixa. O impacto foi tamanho que a procura por locação chegou a superar a de compra entre novembro e fevereiro, influenciado também por questões sazonais como fim de férias. Até então, a procura por aquisição era cerca de 30 pontos maior que a demanda por locação.

Os bancos estão rígidos na aprovação do financiamento. Falta crédito, principalmente por causa do desgaste da caderneta de poupança.


Recentemente, a Caixa anunciou a elevação da cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%, no caso de clientes do setor privado pelo Sistema de Financeiro de Habitação (SFH), que envolve unidades de até R$ 750 mil. Já os imóveis usados financiados pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), acima de R$ 750 mil, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de R$ 650 mil nos demais Estados, passam a ser financiados em 60%, dos atuais 40%, para o setor privado.

CLIQUE AQUI para saber muito mais. É reportagem da Istoé Dinheiro. 

Começou o 29o Fórum da Liberdade

Começou esta manhã o 29o Fórum da Liberdade no Centro de Eventos da PUC, Porto Alegre. O evento irá até amanhã.

Rede adere ao impeachment imediato de Dilma Roussef

A ex-senadora Marina Silva, líder nacional da Rede, recomendou ontem que seus deputados votem pelo impeachment.

CLIQUE AQUI para conhecer os 7 crimes de Dilma, segundo Istoé.
CLIQUE AQUI para ler todos os diálogos indecentes de Lula, conforme relatório da Polícia Federal. Íntegra oficial.

Mãe gaúcha receberá presentes de R$ 135,14 por cabeça neste Dia das Mães

A severa recessão vai refletir na diminuição da intenção de compras de presentes neste Dia das Mães, segundo dados que a Fecomércio mandou esta manhã para o editor, tudo com base na Pesquisa de Dia das Mães 2016, que confirma essa tendência e que mostra que o gasto pessoal médio deve ficar em R$ 135,14, valor praticamente igual ao do ano passado, apesar de uma inflação acumulada de mais de 10%.

 A pesquisa completa pode ser examinada AQUI.

De uma forma geral, a pesquisa revela que a intenção de gastos neste ano é inferior às despesas realizadas pelos gaúchos em 2015. Dentre os entrevistados, e em uma comparação com a mesma data de 2015,  36,2% informaram que pretendem gastar muito menos ou menos, 35,7% devem investir o mesmo valor com os presentes, enquanto 28,0% disseram que irão gastar mais ou muito mais.  O levantamento foi  realizado entre os dias 16 e 21 de março com 385 pessoas nas macrorregiões de Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. Os resultados estão sendo divulgados nesta segunda-feira (11/04).

Segundo a pesquisa, o número médio de presentes para a data será de 1,24 unidades, proporção que se mantém tanto para homens e mulheres. Entretanto, o presente médio deverá apresentar uma diferença de preço significativa: enquanto as mulheres anunciaram que a média de desembolso será de R$ 99,12 por item, os homens pretendem gastar R$ 186,54 por presente. Artigos de vestuário também voltam a representar neste ano os preferidos para presentear as mães, sendo a opção de 45,7% dos entrevistados. Em seguida, aparecem perfumes e cosméticos (20,3%), calçados (12,5%) e eletroeletrônicos e eletrodomésticos (8,3%). A maior parte das compras para a data será realizada nas lojas de rua localizadas nos centros das cidades (64,4%), seguida por shopping centers (22,6%) e lojas de bairro (7,5%).

IBGE: nova desaceleração do IPCA em março foi influenciada pelos menores preços de serviços

O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco analisou há pouco as razões do avanço de 0,43% do IPCA em março, de acordo com os dados divulgados na última sexta-feira pelo IBGE, com o que acumulou alta de 9,39% em doze meses, inferior aos 10,36% observados em fevereiro. 

Acompanhe:

Seis dos nove grupos que compõem o índice apresentaram menor avanço em relação ao mês anterior, com destaque para a deflação mais intensa de habitação, que oscilou de -0,15% para -0,64%. Além disso, o item comunicação também apresentou variação negativa na última divulgação, de 1,65%, ante elevação de 0,66% em fevereiro. Em contrapartida, o grupo alimentação e bebidas, que havia registrado desaceleração em fevereiro, passou de uma expansão de 1,06% para 1,24%, impulsionada pela aceleração de alimentação no domicílio, que passou de 1,06% em fevereiro para 1,24% em março. Esse movimento foi compensando pela descompressão em alimentação fora do domicílio, que atingiu 0,55%, ante 0,64% do resultado anterior. Os indicadores de inflação subjacente acompanharam o IPCA cheio, desacelerando na comparação com o mês anterior. O índice de difusão, por exemplo, recuou de 77,2% para 69,4%. Os núcleos ampliaram o movimento de redução do ritmo altista registrado em fevereiro, ao passar de 0,74% para 0,35%. O setor de serviços também registrou desaceleração importante, recuando de 1,04% para 0,21%. A menor alta refletiu a dissipação dos reajustes das mensalidades escolares e a queda dos preços de energia elétrica, de telefonia e passagens aéreas. De modo geral, acreditamos que o hiato negativo do produto começou a mostrar efeitos mais nítidos nos preços dos serviços, colaborando para trazer a inflação para um patamar mais baixo. Para o próximo mês, esperamos alguma aceleração do IPCA, como reflexo da sazonalidade dos reajustes de medicamentos. Ainda assim, projetamos descompressão dos preços de alimentação no domicílio e serviços. Diante disso, estimamos que o indicador encerrará 2016 com avanço de 6,90%.

PIB poderá fechar em queda de 0,8% no primeiro trimestre do ano

A aposta do mercado nesta segunda-feira é de que o IBGE anunciará queda de 0,8% no PIB do primeiro trimestre.

Com viés de piora.

Mercado projeta pequena redução da inflação e pequena piora na recessão para este ano

O mercado fez pequenos ajustes em suas projeções para este ano e 2017, com destaque para a redução da expectativa de inflação para o ano que vem, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 8 de abril, divulgado há pouco pelo Banco Central. 

A mediana das expectativas para o IPCA recuou de 7,28% para 7,14% em 2016 e de 6,00% para para 5,95% em 2017. 

As estimativas para o PIB em 2016 passaram de uma queda de 3,73% para outra de 3,77% e, para o ano que vem,  continuaram apontando expansão de 0,30%. 

A mediana das projeções para a taxa Selic permaneceu em 13,75% para o final de 2016 e recuou de 12,50% para 12,25% para o próximo ano. 

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio permaneceram em R$/US$ 4,00 no final deste ano e em R$/US$ 4,10 ao final do ano que vem.

Bolsas da Ásia e da Europa andam de lado nesta segunda-feira

Londres, via WhatsApp

Bolsas da Ásia e da Europa, 11h46min, horário aqui de Londres:

Xangai, +1,64%
Hong Kong, +0,36%
Tóquio, -0,44%

Londres, -0,908%
Paris, +0,42%
Frankfurt, +0,37%

Preço do petróleo (tipo Brent) pode não resistir à forte alta de 7,6% de sexta-feira

Londres,via WhatsApp

Neste momento, 11h44min em Londeres,céu encoberto, 13 graus, o preço do petróleo prossegue dominando as discussões econômicas, porque na sexta-feira houve forte movimento especulativo para o tipo Brent, Mar do Norte, que encerrou a jornada com forte alta de 7,6%, o que é inusual. O preço do barril fechou em US$ 41,89.  Para hoje, o mercado sinaliza pequena queda de 0,2%, a confirmar durante o dia.

Yara Brasil confirmará, esta manhã, investimento de R$ 1 bi no RS

Dentro de instantes, as 9h, o presidente da Yara Brasil (ex-Adubo Trevo, Porto Alegre) e vice-presidente da Yara Internacional, Lair Hanzen, será recebido pelo governador Ivo Sartori.

Ele confirmará investimento de R$ 1 bilhão no RS.

Comissão Especial do Impeachment votará o relatório pela admissibilidade a partir das 10h

Globonews e TV Câmara transmitirão tudo ao vivo. Ao lado, o deputado gaúcho Onyx Lorenzoni, que batalhou o tempo todo na defesa do imediato impeachment de Dilma. 

Será aprovado hoje o relatório da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A previsão é de que às 10h tenha início a reunião, na qual 25 líderes terão a palavra antes de ser encaminhada a votação. Sendo ou não aprovado o parecer, ele será analisado pelo Plenário da Casa.

O relatório será publicado no Diário Oficial de quarta-feira e na quinta começarão os trabalhos do plenário cheio da Câmara. Os debates durarão três dias e no domingo poderá sair a votação. Feito isto, o caso irá para o Senado, a quem caberá iniciar o julgamento propriamente dito, com o afastamento imediato de Dilma até a decisão final. 

Nuvens, chuvas esporádicas e temperatura amena no RS

Já há forte nebulopsidade no RS. Em Porto Alegre, aconteceram chuvas intermitentes no início da manhã.  Mais uma vez chove na maioria das regiões gaúchas no decorrer do dia. Há o risco ainda de chuva forte localizada, especialmente em pontos das Metades Norte e Leste.

A temperatura neste momento, 8h35min, é amena, ao redor dos 20ºC em quase todo o território gaúcho. Em Porto Alegre os termômetros não ultrapassarão os 24ºC durante o dia. 

Povo protesta de novo diante da casa do governador Sartori

A foto é de Alina Souza, Correio do Povo de hoje.


Depois dos protestos de professores e estudantes no mesmo lugar, sexta-feira, um grupo de moradores da zona Sul de Porto Alegre protestou na tarde deste domingo na frente do prédio do governador José Ivo Sartori. Eles exigiram mais segurança pública. 

Foram 200 manifestantes.

A queixa é generalizada em Porto Alegre e todo o RS.

A segurança pública é serviço pessimamente prestado à população gaúcha pelo atual governo. 

Os moradores carregavam faixas com as mensagens: “Segurança urgente. Eu não quero ser o próximo”, “Ficar preso é coisa pra ladrão e não para o cidadão” e “Segurança urgente na zona Sul”. 

Os moradores partiram às 15h30min da rua Pereira Neto, no cruzamento com a Santa Vitória, no bairro Tristeza.
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