Pedro Parente volta ao grupo RBS

Ex-CEO da RBS, Pedro Parente vola hoje ao grupo, mas ao Conselho de Administração. Ele estará na reunião presidida por Duda Melzer.

A RBS quer Parente no lugar de Melzer como CEO.

Lulopetismo move-se para enquadrar PF, MPF e juiz Sérgio Moro

Brasília, via WhatsApp

Ao lado, Wellington com Rodrigo Janot.


Os delegados federais que protestaram hoje contra a tentativa do lulopetismo de enquadrar a Polícia Federal, acham que o nome cotado para substituir o ministro José Eduardo Cardozo, Wellington Cesar, é um procurador do MPF ligado ao ministro Jaques Wagner.

A idéia seria enquadrar a PF e o MPF, deixando Moro para o STF.

Wellington é baiano e ficou amigo de Wagner quando o atual chefe da Casa Civil ocupou o governo do Estado.

A demissão de José Eduardo, surpreendentemente, é criticada pelos delegados federais e pela oposição, que já se movimentam para apoiá-lo publicamente.

A presidente Dilma Roussef nada disse sobre o caso, mas o ministro já tinha pedido demissão em outras ocasiões.

Delegados pedem "apoio do povo brasileiro para defender a Polícia Federal"

A Associação dos Delegados Federais tirou dura nota nesta segunda-feira, tudo para protestar contra a saída do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo:

- Em razões de pressões políticas para que controle os tabalhos da Polícia Federal, é o que informa o noticiário do dia.

Os delegados pedem"apoio do povo brasileiro para defender a Polícia Federal".

E defendem autonomia ampla, geral e irrestrita.

O apelo é dramático.

Os delegados acham que a Lava Jato corre risco imediato.

As pressões sobre José Eduardo partem do lulopetismo, que querem que ele tranque o passo da Lava Jato.

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da nota.

Entrevista, Gilberto Schafer, presidente da Ajuris: Sartori não tem propostas para a segurança pública.

A foto é de Joana Berwanger, site Sul21 de hoje.

O jornalista Luís Eduardo Gomes, site Sul21 de hoje, entrevistou o presidente da Associação dos Juizes do RS, Gilberto Schaffer, que reclama da falta de uma política para a área da segurança pública.

Leia:

Em entrevista ao Sul21, Schäfer volta a negar que a culpa pelo aumento da criminalidade esteja ligada a uma suposta leniência do Poder Judiciário, configurada no chamado “prende e solta” de criminosos. Para ele, o problema está muito mais ligada às precárias condições das penitenciárias do Estado, segundo ele, abandonadas para serem “administradas” por facções criminosas, e à falta de investimento público em Segurança Pública. Ele afirma que, assim como nas áreas da Saúde e da Educação, a União deveria ter uma participação maior no financiamento de políticas públicas para a área.

Por outro lado, o presidente da Ajuris critica as políticas de redução do tamanho do Estado e de cortes de investimentos do governo de José Ivo Sartori e afirma que elas têm impactado tanto na questão da Segurança Pública quanto no trabalho do Judiciário. Além disso, ele cobra que, passado o primeiro ano de gestão, o governador Sartori apresente propostas para resolver a crise de segurança, o que considera que não foi feito até o momento. Confira a entrevista na íntegra a seguir.

Sul21 – Recentemente, houve uma discussão pública entre o senhor e o ex-Chefe de Polícia do Estado, Guilherme Wondracek, sobre a responsabilidade pela crise de segurança no Estado. Ele responsabilizou o Poder Judiciário pelo chamado ‘prende e solta’. Como o senhor avalia essa questão e quais são os principais problemas enfrentados pelo Estado na área de segurança?

Gilberto Schäfer: Bom, primeiro eu acho que o problema da Segurança Pública, em si, é um problema bastante complexo. Depende de uma série de questões. Quando nós emitimos a nota (em resposta à Wondracek), fizemos isso pensando justamente na questão de esclarecer qual é a função do judiciário dentro do sistema, que é uma função de controle. E a função de controle é dar a palavra sobre a prisão, se a pessoa vai continuar presa quando há o flagrante, se ela deve ser presa quando há o pedido de preventiva.

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No link a seguir, você poderá ler um capítulo inteiro do livro, o Capítulo 20, que descreve com pormenores inéditos todas as circunstâncias do assassinato do ex-secretário do governo Yeda em Brasilia, Marcelo Cavalcante. Marcelo foi encontrado morto, boiando nas águas do Lago Paranoá, Brasilia. No dia seguinte ao da morte, a oposição do RS, liderada pelo PSOL e filha do ex-governador Tarso Genro, Luciana Genro, convocou coletiva para denunciar o governo Yeda pela morte de Marcelo, que teria sido executado para não contar à Polícia Federal e ao MPF o que sabia sobre as denúncias feitas contra Yeda. O editor conseguiu o inquérito policial e as peças da movimentação jurídica, leu tudo, entrevistou protagonistas e familiares do ex-secretário, não encontrou uma só acusação contra o governo tucano, mas identificou denúncias do pai, do irmão e da filha de Marcelo, acusando formalmente aliados da oposição no RS. Os familiares registraram no inquérito que seu parente foi assassinado para evitar que denunciasse o cerco oposicionista gaúcho a ele mesmo, visando comprometer os tucanos do RS. A polícia chegou a ouvir dois acusados, mas resolveu não levar o caso adiante. O PSOL, Luciana Genro e o PT jamais se desculparam pelas denúncias falsas. 

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Preço do petróleo continua subindo fortemente

Londres, via WhatsApp

O preço do barril do petróleo tipo Brent fechou sexta-feira em forte alta de 6,9%, US$ 36,12. A cotação prevista para hoje é de nova alta, desta vez de 0,9%.

Bolsas abriram a semana com novas quedas na China

Londres, via WhatsApp

A segunda-feira abriu ensolarada em Londres, apesar do inverno e dos 9 graus deste momento.
São 13h (10h no Brasil).
As Bolsas da Ásia fecharam em queda:
Xangai, 2,86%
Hong Kong, 1,30%
Tóquio, 1%

As Bolsas da Europa, agora, andam de lado:
Londres, +1,16%
Frankfurt, -0,85%
Paris, -0,04%

A situação da China continua a impactar os mercados, já que as previsões de crescimento da sua economia em 2016 são pessimistas, o que afeta muito a curva de consumo mundial.

Os Países da zona do euro, dos quais o Reino Unido não faz parte, apresentaram deflação de 0,2% em fevereiro, aumentando a pressão sobre medidas de estímulo adicional de consumo.

Mobilização para os protestos do dia 13 já começaram em Porto Alegre

Já começou a mobilização nacional para as manifestações pró-impeachment do dia 13 de março.

Em Porto Alegre, uma carreata animada percorreu as principais ruas, sábado a tarde, para convocar a população.

Ações semelhantes acontecem vários Estados.

Na Capital gaúcha, a manifestação foi agendada para o Parcão, bairro Moinhos de Vento, 15h.

Desta vez, os protestos contarão com a participação dos Partidos, poque caberá aos seus representantes no Congresso a decretação do impeachment.

Governo Sartori não explica se tem agenda para debelar a crise nas finanças públicas do RS

A nota paga publicada hoje em páginas inteiras dos jornais diários (leia nota abaixo) é esclarecedora sobre a desastrosa situação das finanças estaduais, enfrentada até o momento através de cortes pontuais, saques em cima dos depósitos judiciais e caixa único, além de atrasos em pagamentos de salários e de fornecedores.

A nota não explica de que modo e em quanto tempo o governo Sartori resolverá o nó.

Falta agenda.

E não há uma só palavra sobre o que faz e fará o governo para mobilizar os agentes econômicos, prefeituras e governo federal para animar a economia do Estado.

Falta agenda.

Na nota não dá para perceber como é que o governo enxerga luz no fim do túnel e nem se enxerga luz.

- O editor já anotou inúmeros registros de membros do governo estadual, segundo os quais o governo possui agenda clara de mudanças, mas o timing delas depende muito mais do grau de adesão da sociedade aos seus termos, o que resulta da luta interna que ocorre entre as forças do mal e do bem no RS. A revelação completa do conteúdo e do cronograma, segundo as fontes, inviabilizariam a execução, dado o altíssimo grau de resistência dos setores corporativos da sociedade e dos seus representantes dentro e fora da oposição. 

Governo Sartori abre as contas para revelar os dados sobre o déficit público do Estado

O governador Ivo Sartori deu desdobramento nesta segunda-feira à campanha de esclarecimento sobre os termos do Mandado de Segurança que impetrou na Justiça Federal para repactuar a dívida com a União, poque quer reduzir o valor e diminuir as prestações mensais de R$ 280 milhões para R$ 200 milhões.

"São juros abusivos", diz a nota do Piratini, publicada em página inteira dos jornais do dia. Eles explicam os R$ 3 bilhões anuais que vão para a União.

O governo diz que sua batalha para diminuir o déficit que recebeu como herança maldita do governo Tarso Genro, não se limita a repactuações de dívidas, mas avisa que apesar de cortar gastos (R$ 1 bilhão anual só em cortes de CCs, passagens e telefones), o déficit teima em se manter alto, porque a recessão econômica do governo Dilma impõe perdas tremendas de arrecadação. Um exemplo:

- Em fevereiro, o Tesouro esperava arrecadar R$ 160 milhões e só conseguiu R$ 119 milhões de ICMS.

O cálculo já levou em conta o novo aumento do ICMS.

O maior peso é o da Folha de Pessoal, que consome 75% da arrecadação estadual. Outros 13,8% do bolo vão para a União. Tudo o mais fica com 10%, o que gera enorme déficit mensal, que foi de R$ 420 milhões em fevereiro.

Só dois deputados estaduais disputarão prefeituras no RS

Serão candidatos em outubro somente dois do total dos 55 deputados que compõem a Assembléia do RS.

Ambos de Santa Maria.

São eles os deputados Jorge Pozzobom, PSDB, e Valdeci Oliveira, PT. Eles disputarão a prefeitura de Santa Maria.

Artigo, Claudio Lamachia, Zero Hora - Depuração política.

A crise ética e moral que enfrentamos atualmente em nosso país nos trouxe a uma encruzilhada. O caminho que vamos seguir daqui para frente determinará se chegaremos, ou não, a um lugar melhor do que o que deixamos para trás. Em poucas palavras: ou acabamos com a corrupção, ou ela acaba com o Brasil.

Passar o Brasil a limpo e depurar a classe política dependem de um amadurecimento urgente de cada um de nós. Não nos é mais permitido apontar o dedo sem fazer uma análise profunda da responsabilidade que temos ao eleger quem nos representa.

É inaceitável a postura de agentes políticos que traem seus eleitores e é igualmente condenável que a democracia e o voto sejam tratados com displicência. Cada um de nós é responsável pelo seu voto e pela defesa de seus ideais. Precisamos de homens que sirvam à política e não daqueles que se sirvam dela.

CLIQUE AQUI para ler tudo. 

Estadão diz que Brasil pode quebrar.

O Estadão de hoje diz que o Brasil pode quebrar, como aconteceu na década de 80.

Lula é o mais rejeitado de todos os candidatos presidenciais

Segundo Datafolha de hoje, Lula elevou seu índice de rejeição para 49% em caso de disputa presidencial.

O segundo colocado, Aécio, tem menos do que a metade disto: 23%.

Datafolha: Aécio, 20%; Lula, 19%; Marina, 17%; Serra (PMDB), 7%; Alckmin (PSB), 5%

Lula já está em campanha. 

Num cenário em que Aécio vá disputar pelo PSDB, Alckmin pelo PSB e Serra pelo PMDB, todos contra Lula e Marina, Lula e Aécio sairiam empatados tecnicamente no primeiro turno, segundo Datafolha de hoje:

- Aécio, 20%
- Lula, 19%
- Marina, 17%
- Serra, 7%
- Alckmin 5%
- Bolsonaro, 5%

Num confronto vis a vis, Aécio levaria 24%, Lula 20% e Marina 19%.

Marina venceria em cenários nos quais Aécio estivesse fora da disputa com Lula:

- Marina, 23%/ Lula, 20%/ Alckmin, 12%
- Marina, 21%/ Lula, 21%/ Serra, 15%.

Fogaça passa bem, mas sofreu infarto e receberá ponte de safena nesta quarta-feira em Porto Alegre

Fogaça está sob os cuidados de Fernando Lucchese e Paulo Leães.


Conforme informou o editor no sábado, o deputado federal José Fogaça, ex-prefeito de Porto Alegre e ex-senador do PMDB, prossegue internado no Hospital São Francisco (Complexo da Santa Casa de Porto Alegre) em decorrência de de problema cardíaco. Fogaça sentiu-se mal ontem, em sua casa de praia, em Xangri-lá,no Litoral Norte, sendo atendido primeiramente no Hospital Santa Luzia, de Capão da Canoa.

Com o diagnóstico de que estava infartando, o deputado foi transferido para a unidade de Porto Alegre, onde deve ser operado na próxima quarta-feira, quando receberá uma ponte de safena. Segundo sua assessoria, o deputado passa bem, submete-se a uma bateria de exames e tem acompanhamento dos cardiologistas Fernando Lucchese e Paulo Leães.

RBS continua buscando sucessor para Duda Melzer

A saída de Duda Melzer da condição de CEO da RBS é apenas uma questão de tempo, mas é mais uma questão de encontrar o sucessor certo do que de tempo.

A família quer alguém de fora.

Ao contrário do que se imagina, não se trata de qualquer censura à administração de Duda Melzer, já que ele mesmo participa da escolha do seu sucessor.

Dória quase ganha as prévias em SP e vai para segundo turno contra Matarazzo

Andréa Matarazzo e João Dória foram os mais votados na prévia de ontem do PSDB de São Paulo e por isto irão a segundo turno.

Com 6.216 votos computados, Dória Júnior, candidato do governador Alckmin, fez 43,13% dos votos, contra 32,89% de Matarazzo, que teve o apoio de Serra e FHC. O deputado Ricardo Trípoli levou 22,31% dos votos.

Professores estaduais fazem greve no primeiro dia de aulas

As escolas públicas estaduais não abrirão as portas nesta segunda-feira porque o Cpers decretou greve geral.

Hoje, a paralisação será de um dia, mas no dia 15 a greve será de três dias.

As 13h30min, os professores farão manifestação no Largo Glênio Peres, Porto Alegre.

Ministro da Justiça pedirá demissão esta semana a Dilma

O Estadão dá como certa a saída de José Eduardo Cardozo.


Na semana passada, que acompanha esta página, ficou sabendo que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, já tinha avisado Dilma que não queria mais permanecer no cargo.

Esta manhã, a jornalista Mônica Bérgamo, Folha, informou que o ministro irá embora esta semana.

José Eduardo Cardozo está incomodado com a governistas, empresários e oposicionistas, porque todos o acusam de perseguições políticas e policiais.

As maiores queixas partem do lulopetismo, que acham que o ministro deveria segurar a Lava Jato.

Dilma Roussef tem conseguido dissuadir José Eduardo e poderá convencê-lo de vez caso comprometa-se a indicá-lo para a próxima vaga de ministro do STF.
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