Localizado dentro da cidade, o Presídio Central é isto que você vê na foto do jornal Zero Hora deste domingo. Sob pressão internacional da OEA, onde foi denunciado, o governo Tarso Genro faz remendos para enganar a torcida.
Esta reportagem assinada por André Mags e publicada no jornal Zero Hora deste domingo, emboras não denuncie expressamente o governo Tarso Genro, do PT, é um devastador libelo contra ele, já que não demonstra vontade política e competência para eliminar esta chaga social que envergonha o RS. Escreve o jornalista que sob pressão internacional, o Estado tem reformado pedaços
do Presídio Central de Porto Alegre que até então nunca tinham passado por
obras, mas esclarece que tudo não passa de recauchutagem para evitar ainda mais reprovações internacionais e até uma sanção de verdade por parte da OEA, onde uma reclamação formal já está em processo. Zero Hora conferiu na última semana as intervenções e comparou com a
situação encontrada cinco anos atrás, na primeira incursão à pior cadeia do
Brasil. Conheça como está hoje o complexo de 26 mil metros quadrados que se
transformou em vergonha nacional. Leia tudo:
O maior símbolo da degradação do Presídio Central de
Porto Alegre não existe mais. As celas sem portas que lembravam masmorras
medievais estão sendo reformadas na terceira galeria do pavilhão C, desativada
em 2009. As paredes foram cimentadas, os buracos, tapados.
. Vazio, o espaço não exala a podridão e o abandono de
antes, registrados em imagens que correram o mundo e motivaram uma denúncia
contra o Brasil à Organização dos Estados Americanos (OEA) por desrespeito aos
direitos humanos, em janeiro deste ano. A situação foi mostrada por Zero Hora
em uma incursão pelo presídio em novembro de 2008, em que foi confirmado o
estado calamitoso da prisão.
A reforma da galeria, iniciada em maio deste ano, é a
principal modificação identificada por Zero Hora em nova visita ao Central,
realizada no final da tarde da última terça-feira. A melhoria, feita com mão de
obra prisional ao custo de R$ 50 mil, faz parte de um rol de mudanças
prometidas em resposta à OEA, para mostrar que algo está sendo feito e evitar
uma condenação internacional. Ao mesmo tempo, vigora a mais recente promessa de
desativação do presídio, para até o final de 2014.
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