Ao cassar o mandato de Cássio Cunha Lima, governador da Paraíba, o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto avisou aos navegantes: “ Não basta ganhar uma eleição, porque é preciso ganhá-la limpamente”.
. A ministra Dilma Roussef que se cuide com suas viagens eleitoreiras para fiscalizar obras do PAC. A eficácia da máquina pública para eleger seus ungidos é devastadora. Gaudêncio Torquato, no Estadão de domingo, traz estes dados das eleições de 2000, 2004 e 2008, mostrando as margens de reeleição dos prefeitos, como exemplo: 69,5%, 72,7% e 67%. E em níveis federal e estadual: 66,6%, 71,4% e 73,7%.
Polícia Federal chega perto de Sarney, o aliado do PT, na "Operação Navalhas"
Clipping
Josias Souza, 25 de fevereiro
Pendurada nas manchetes em maio de 2007, a “Operação Navalha” agora só aparece no noticiário de raro em raro. Mas, em silêncio, a investigação prossegue. A Polícia Federal continua empilhando provas contra Zuleido Veras, o dono da Gautama. Zuleido comandava um esquema que fraudava obras públicas. O pedaço ainda inédito do inquérito reúne documentos de arrepiar. Num trecho do processo, o sobrenome Sarney irrompe com incômoda fluidez.
Os detalhes foram trazidos à luz em reportagem de Otávio Cabral e Diego Escosteguy, de cujo trabalho as informações relatadas aqui foram extraídas. Entre as obras esquadrinhadas pela PF está a ampliação do aeroporto de Macapá (AP). Foi licitada pela Infraero no final de 2004, depois de um pedido de José Sarney a Lula.
Eleito senador pelo Amapá, o maranhense Sarney tem em Macapá, a capital do Estado, seu principal reduto eleitoral. Natural, portanto, que se empenhasse para dotar a cidade de um aeroporto mais bem aparelhado. O inusitado veio a seguir.
A Gautama, construtora de Zuleido, sagrou-se vitoriosa na licitação da Infraero. Um certame fraudado, a PF acusa. O contrato embute, de acordo com a polícia, um superfaturamento de R$ 50 milhões. A PF colecionou provas que permitiram farejar o rateio do butim. Há no inquérito, por exemplo, comprovantes de depósitos bancários, gravações de diálogos telefônicos e planilhas de pagamento de propina.
Numa das planilhas, recolhida em batida policial na casa de Zuleido, anotou-se a derrama de R$ 500 mil em campanhas eleitorais do Amapá.
A PF suspeita que o rateio tenha sido feito sob orientação de José Sarney, identificado na planilha de Zuleido com a sigla “PR” (presidente).
Há mais: a polícia informa que um personagem identificado como José Ricardo, lobista da Gautama, chegava mesmo a despachar no gabinete do senador Sarney.
Há pior: segundo a PF, um dos encarregados de cobrar os óbulos da Gautama era Ernane Sarney. Vem a ser irmão do atual presidente do Senado.
Ernane Sarney figura no inquérito como beneficiário de um depósito de R$ 30 mil de Zuleido. Não é só.
A voz do irmão do senador Sarney soa num dos diálogos captados por grampos telefônicos realizados pela PF. A conversa é de abril de 2007. Ernane Sarney falava ao telefone com tesoureiro da Gautama. Ele pediu dinheiro:
“Vocês estão me enrolando. Já não estava tudo na mão? Eu tô com a corda no pescoço aqui, rapaz, o doutor também tá com a corda no pescoço”, queixa-se o irmão de Sarney.
Há também nas páginas do inquérito comprovantes de depósitos para assessores de outros três senadores do PMDB:
Renan Calheiros (AL), líder da legenda; Valdir Raupp (RO), ex-líder; e Roseana Sarney (MA), líder de Lula no Congresso.
Há também, segundo a PF, anotações que açulam a suspeita de que Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Lula no Senado, foi beneficiário de repasses monetários da Gautama.
A reportagem de Otávio Cabral e Diego Escosteguy chega nas pegadas da entrevista em que Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) dissera, há uma semana, coisas assim:
1. “Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção”;
2. “A maioria de seus quadros se move por manipulação de licitações e contratações dirigidas”;
3. O PMDB é “uma confederação de líderes regionais, cada um com seu interesse, sendo que mais de 90% deles praticam o clientelismo, de olho principalmente nos cargos”;
4. José Sarney “vai transformar o Senado em um grande Maranhão”;
5. Renan Calheiros “não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais líder do partido”.
Sacudido pelas palavras de Jarbas, a Executiva do PMDB soltou uma nota curiosa. No texto, o partido informa que não daria “maior atenção” à entrevista de Jarbas.
Classificou as declarações de um mero “desabafo”. Alegou que, “em razão da generalidade das alegações”, não havia o que fazer.
Querendo fazer algo, o PMDB pode recorrer à influência que exerce sobre o governo Lula para compulsar as páginas do inquérito da PF.
(Josias de Souza – Folha de São Paulo)
Josias Souza, 25 de fevereiro
Pendurada nas manchetes em maio de 2007, a “Operação Navalha” agora só aparece no noticiário de raro em raro. Mas, em silêncio, a investigação prossegue. A Polícia Federal continua empilhando provas contra Zuleido Veras, o dono da Gautama. Zuleido comandava um esquema que fraudava obras públicas. O pedaço ainda inédito do inquérito reúne documentos de arrepiar. Num trecho do processo, o sobrenome Sarney irrompe com incômoda fluidez.
Os detalhes foram trazidos à luz em reportagem de Otávio Cabral e Diego Escosteguy, de cujo trabalho as informações relatadas aqui foram extraídas. Entre as obras esquadrinhadas pela PF está a ampliação do aeroporto de Macapá (AP). Foi licitada pela Infraero no final de 2004, depois de um pedido de José Sarney a Lula.
Eleito senador pelo Amapá, o maranhense Sarney tem em Macapá, a capital do Estado, seu principal reduto eleitoral. Natural, portanto, que se empenhasse para dotar a cidade de um aeroporto mais bem aparelhado. O inusitado veio a seguir.
A Gautama, construtora de Zuleido, sagrou-se vitoriosa na licitação da Infraero. Um certame fraudado, a PF acusa. O contrato embute, de acordo com a polícia, um superfaturamento de R$ 50 milhões. A PF colecionou provas que permitiram farejar o rateio do butim. Há no inquérito, por exemplo, comprovantes de depósitos bancários, gravações de diálogos telefônicos e planilhas de pagamento de propina.
Numa das planilhas, recolhida em batida policial na casa de Zuleido, anotou-se a derrama de R$ 500 mil em campanhas eleitorais do Amapá.
A PF suspeita que o rateio tenha sido feito sob orientação de José Sarney, identificado na planilha de Zuleido com a sigla “PR” (presidente).
Há mais: a polícia informa que um personagem identificado como José Ricardo, lobista da Gautama, chegava mesmo a despachar no gabinete do senador Sarney.
Há pior: segundo a PF, um dos encarregados de cobrar os óbulos da Gautama era Ernane Sarney. Vem a ser irmão do atual presidente do Senado.
Ernane Sarney figura no inquérito como beneficiário de um depósito de R$ 30 mil de Zuleido. Não é só.
A voz do irmão do senador Sarney soa num dos diálogos captados por grampos telefônicos realizados pela PF. A conversa é de abril de 2007. Ernane Sarney falava ao telefone com tesoureiro da Gautama. Ele pediu dinheiro:
“Vocês estão me enrolando. Já não estava tudo na mão? Eu tô com a corda no pescoço aqui, rapaz, o doutor também tá com a corda no pescoço”, queixa-se o irmão de Sarney.
Há também nas páginas do inquérito comprovantes de depósitos para assessores de outros três senadores do PMDB:
Renan Calheiros (AL), líder da legenda; Valdir Raupp (RO), ex-líder; e Roseana Sarney (MA), líder de Lula no Congresso.
Há também, segundo a PF, anotações que açulam a suspeita de que Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Lula no Senado, foi beneficiário de repasses monetários da Gautama.
A reportagem de Otávio Cabral e Diego Escosteguy chega nas pegadas da entrevista em que Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) dissera, há uma semana, coisas assim:
1. “Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção”;
2. “A maioria de seus quadros se move por manipulação de licitações e contratações dirigidas”;
3. O PMDB é “uma confederação de líderes regionais, cada um com seu interesse, sendo que mais de 90% deles praticam o clientelismo, de olho principalmente nos cargos”;
4. José Sarney “vai transformar o Senado em um grande Maranhão”;
5. Renan Calheiros “não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais líder do partido”.
Sacudido pelas palavras de Jarbas, a Executiva do PMDB soltou uma nota curiosa. No texto, o partido informa que não daria “maior atenção” à entrevista de Jarbas.
Classificou as declarações de um mero “desabafo”. Alegou que, “em razão da generalidade das alegações”, não havia o que fazer.
Querendo fazer algo, o PMDB pode recorrer à influência que exerce sobre o governo Lula para compulsar as páginas do inquérito da PF.
(Josias de Souza – Folha de São Paulo)
Os professores públicos estaduais gaúchos são divindades intocáveis ?
Reacionário e por isto conservador, apesar da roupagem esquerdista com que se apresenta ao distinto público, o Cpergs tem sido a ferramenta mais usada pelos professores públicos estaduais gaúchos para impedir todas as mudanças que representem melhoria dos padrões de ensino no RS.
. Os resultados do mau desempenho dos mestres públicos estaduais podem ser apreciados pelos resultados das provas de avaliação realizadas nas últimas semanas por respeitadas instituições públicas e privadas internacionais, nacionais e locais.
. Se dependesse do Cpergs, as avaliações nem sairiam, porque os professores públicos estaduais gaúchos não querem saber de exames gerais que avaliem o desempenho dos alunos, mas, mais do que isto, nem mortos aceitam que se discuta qualquer ferramenta que permita avaliar o conhecimento e o desempenho deles mesmos. É disto que trata o artigo deste domingo do ex-ministro da Educação, Paulo Renato de Souza. "Cobrar dos mestres conhecimento e desempenho é quase uma ofensa", escreve Souza. A análise ajusta-se com perfeição ao caso do Cpergs. Ora, por que razão um professor público estadual gaúcho considera-se melhor do que um médico, um advogado, um operário da construção ? O Cpergs quer que o mestre público estadual gaúcho seja tratado como uma divindade sobre a qual nenhuma discussão terrena é possível. O contribuinte que paga os salários de todos eles, já sabem que este deus está nu e tem que mostrar a cara.
CLIQUE AQUI para ler na íntegra o artigo de Souza:
http://www.e-agora.org.br/arquivo/coragem-para-desatar-o-no-da-educacao/
. Os resultados do mau desempenho dos mestres públicos estaduais podem ser apreciados pelos resultados das provas de avaliação realizadas nas últimas semanas por respeitadas instituições públicas e privadas internacionais, nacionais e locais.
. Se dependesse do Cpergs, as avaliações nem sairiam, porque os professores públicos estaduais gaúchos não querem saber de exames gerais que avaliem o desempenho dos alunos, mas, mais do que isto, nem mortos aceitam que se discuta qualquer ferramenta que permita avaliar o conhecimento e o desempenho deles mesmos. É disto que trata o artigo deste domingo do ex-ministro da Educação, Paulo Renato de Souza. "Cobrar dos mestres conhecimento e desempenho é quase uma ofensa", escreve Souza. A análise ajusta-se com perfeição ao caso do Cpergs. Ora, por que razão um professor público estadual gaúcho considera-se melhor do que um médico, um advogado, um operário da construção ? O Cpergs quer que o mestre público estadual gaúcho seja tratado como uma divindade sobre a qual nenhuma discussão terrena é possível. O contribuinte que paga os salários de todos eles, já sabem que este deus está nu e tem que mostrar a cara.
CLIQUE AQUI para ler na íntegra o artigo de Souza:
http://www.e-agora.org.br/arquivo/coragem-para-desatar-o-no-da-educacao/
Afinal, por que se matou Marcelo Cavalcante ?
Diante das investigações levadas a efeito pela policia civil brasiliense, o que mais perguntam os tucanos gaúchos depois de ler os jornais desta terça-feira é o seguinte:
- Quem vai defender Marcelo Cavalcante do cerco que lhe fazem a viúva de quem se separou tres dias antes de se matar, dos policiais federais instrumentalizados pelo candidato gaúcho do PT e dos grilos falantes do PSOL do RS ?
. Todos querem que o morto conte que se matou porque temia os interrogatórios dos deputados gaúchos Fabiano Pereira, Stella Farias e Ervino Bohn Gass, o que ocorreria numa hipotética CPI do Detran II.
- Quem vai defender Marcelo Cavalcante do cerco que lhe fazem a viúva de quem se separou tres dias antes de se matar, dos policiais federais instrumentalizados pelo candidato gaúcho do PT e dos grilos falantes do PSOL do RS ?
. Todos querem que o morto conte que se matou porque temia os interrogatórios dos deputados gaúchos Fabiano Pereira, Stella Farias e Ervino Bohn Gass, o que ocorreria numa hipotética CPI do Detran II.
Folha avisa: "Cuidado com os grilos falantes do PT (o PSOL)"
O jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira encontrou um novo adjetivo para o PSOL, baseado nas denúncias feitas em Porto Alegre pela deputada Luciana Genro e pelo vereador Pedro Ruas:
- O PSOL é o grilo falante do PT.
. Nos bons tempos do Partidão, o PSOL seria tratado como linha auxiliar do PT. Um destino cruel para lideranças que saíram ou foram expulsas do PT justamente porque se insurgiram contra os crimes e roubalheiras do Mensalão.
- O PSOL é o grilo falante do PT.
. Nos bons tempos do Partidão, o PSOL seria tratado como linha auxiliar do PT. Um destino cruel para lideranças que saíram ou foram expulsas do PT justamente porque se insurgiram contra os crimes e roubalheiras do Mensalão.
Seleção de estagiários: se o PT pode, você também pode
O PT do RS está selecionando estagiários para a sua bancada na Assembléia. A pedida é para estudantes de economia. Entre os requisitos exigidos, consta o
seguinte no aviso de seleção: o candidato precisa estar afinado ideologicamente com o Partido (identidade com o programa partidário).
- A exigência é inconstitucional e portanto flagrantemente ilegal, mas a DRT do RS faz vista grossa ao que está acontecendo.
CLIQUE AQUI para ler os termos do edital do PT, assinado pelo coordenador da bancada, João Victor Domingues.
seguinte no aviso de seleção: o candidato precisa estar afinado ideologicamente com o Partido (identidade com o programa partidário).
- A exigência é inconstitucional e portanto flagrantemente ilegal, mas a DRT do RS faz vista grossa ao que está acontecendo.
CLIQUE AQUI para ler os termos do edital do PT, assinado pelo coordenador da bancada, João Victor Domingues.
Saiba quem está contra o pagamento dos precatórios no RS
Os leilões de precatórios organizados pelo governo gaúcho deixaram muita gente sem emprego no RS. A PGE citou nominalmente os advogados, mas não é só. O número de atravessadores é enorme e inclui compradores que adquirem precatórios por 10% do valor de vace e quitam impostos por 100% do crédito. É a única justificativa para a grita, porque o governo gastará R$ 200 milhões, este ano, contra a média anual de R$ 13 milhões que foram pagos nos últimos 20 anos.
. O governo Yeda pagará num ano o equivalente ao total do que pagaram governos anteriores ao longo de 15 anos.
. A opinião pública está sendo envenenada e sabe-se bem por quê - e não foi pelo PT. Os leilões nem começaram no RS e são a última alternativa para o acerto. Em dezembro, o governo gaúcho pagou R$ 27 milhões em precatórios, em dinheiro vivo, cash, sem leilão, conciliação ou qualquer negociação. O princípio foi pagar os precatórios de pequeno valor, que correspondiam a 15% do total. Feita esta limpeza, será obedecida a ordem de antiguidade. Já existem R$ 14 milhões apartados em janeiro e outros R$ 14 milhões serão anunciados nesta sexta, referentes a fevereiro. Serão R$ 14 milhões por mês. Este dinheiro será usado pelas Juntas de Conciliação, que trabalharão do seguinte modo: o detentor do precatório dirá se topa receber o valor original (o mais antigo é de 1999) e alguma correção do tipo caderneta ou semelhante, mas não juros sobre juros e mais correções, como decretaram os juízes. Caso o detentor do precatório tope, o pagamento sairá na hora. Se não topar, receberá o valor de face e as correções e juros sobre juros virarão outro precatório e irão para o final da fila. E os leilões ? Eles acontecerão apenas para os detentores de precatórios que não quiserem esperar a sua vez para as reuniões de conciliação. Neste caso, darão lances de desconto. O que se espera é que façam um bom negócio, porque atualmente os credores deste tipo de caso chegam a vender seus precatórios por apenas 10% do valor de face.
. O governo Yeda pagará num ano o equivalente ao total do que pagaram governos anteriores ao longo de 15 anos.
. A opinião pública está sendo envenenada e sabe-se bem por quê - e não foi pelo PT. Os leilões nem começaram no RS e são a última alternativa para o acerto. Em dezembro, o governo gaúcho pagou R$ 27 milhões em precatórios, em dinheiro vivo, cash, sem leilão, conciliação ou qualquer negociação. O princípio foi pagar os precatórios de pequeno valor, que correspondiam a 15% do total. Feita esta limpeza, será obedecida a ordem de antiguidade. Já existem R$ 14 milhões apartados em janeiro e outros R$ 14 milhões serão anunciados nesta sexta, referentes a fevereiro. Serão R$ 14 milhões por mês. Este dinheiro será usado pelas Juntas de Conciliação, que trabalharão do seguinte modo: o detentor do precatório dirá se topa receber o valor original (o mais antigo é de 1999) e alguma correção do tipo caderneta ou semelhante, mas não juros sobre juros e mais correções, como decretaram os juízes. Caso o detentor do precatório tope, o pagamento sairá na hora. Se não topar, receberá o valor de face e as correções e juros sobre juros virarão outro precatório e irão para o final da fila. E os leilões ? Eles acontecerão apenas para os detentores de precatórios que não quiserem esperar a sua vez para as reuniões de conciliação. Neste caso, darão lances de desconto. O que se espera é que façam um bom negócio, porque atualmente os credores deste tipo de caso chegam a vender seus precatórios por apenas 10% do valor de face.
Polícia examinará conexões políticas na morte da testemunha do caso Salazar x Pont x Bohn Gass
O editor desta página espera que a polícia gaúcha aja com rapidez e eficiência no caso da execução de Mauro Kruger, principal testemunha de acusação no processo movido pelo ex-tesoureiro da DS do RS contra os deputados Raul Pont e Ervino Bohn Gass.
. Acontece que há três anos o jornalista Mauri Santos, do PSDB, levou sete tiros em Estância Velha, não morreu, identificou o matador de aluguel e o mandante do crime, mas até agora o caso não foi adiante. O editor tratou do caso desde o início e apresentou Mauri ao Movimento de Justiça e Direitos Humanos porque ele precisava de proteção.
. A 2ª. Delegacia de Polícia de Canoas, que investiga a execução de Mauro Kruger, prometeu ao editor que perseguirá todas as conexões possíveis para o caso, inclusive as políticas. O jornal Zero Hora passou a informação de que a polícia tinha descartado qualquer conexão política em relação ao caso.
. Nos últimos anos, a polícia gaúcha não tem conseguido deslindar atentatos e assassinatos rumorosos. Kruger e Mauri não são incidentes únicos, porque também não existem conclusões para os casos do ex-presidente do Cremer e o ex-diretor da Gabardo, Mário Gabardo.
. Acontece que há três anos o jornalista Mauri Santos, do PSDB, levou sete tiros em Estância Velha, não morreu, identificou o matador de aluguel e o mandante do crime, mas até agora o caso não foi adiante. O editor tratou do caso desde o início e apresentou Mauri ao Movimento de Justiça e Direitos Humanos porque ele precisava de proteção.
. A 2ª. Delegacia de Polícia de Canoas, que investiga a execução de Mauro Kruger, prometeu ao editor que perseguirá todas as conexões possíveis para o caso, inclusive as políticas. O jornal Zero Hora passou a informação de que a polícia tinha descartado qualquer conexão política em relação ao caso.
. Nos últimos anos, a polícia gaúcha não tem conseguido deslindar atentatos e assassinatos rumorosos. Kruger e Mauri não são incidentes únicos, porque também não existem conclusões para os casos do ex-presidente do Cremer e o ex-diretor da Gabardo, Mário Gabardo.
Arcebispo de Porto Alegre apóia fechamento das escolas do MST no RS
Depois que o Ministério Público Estadual mandou o governo do Estado fechar as escolas de lavagem cerebral do MST no RS e acabar com a tentativa do movimento de criar um Estado dentro do Estado, embora mantido com o dinheiro do Estado que quer acabar, muito pouca gente teve coragem de vir a público criticar e apoiar a defesa do Estado e da sociedade feita pelos procuradores do RS. A nota a seguir, postada no site www.zerohora.com de hoje, revela declarações contundentes do arcebispo de Porto Alegre.
LEIA
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Site www.zerohora.com
Terça-feira, 24 de fevereiro
Carlos Etchichury carlos.etchichury@zerohora.com.br
O arcebispo metropolitano, dom Dadeus Grings, criticou na manhã desta terça-feira as escolas itinerantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante a abertura da 32ª Romaria da Terra, em Sapucaia do Sul. Principal referência religiosa do Estado, dom Dadeus questionou a inclusão do assunto no evento, cujo tema é Água, Sangue da Terra, e abriu divergência na Igreja. Isso porque o bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroeher, se colocou a favor da escolas.— Isso não é da Igreja, não é oficial. Não sei quem introduziu o tema na romaria, colocaram junto, mas não é esse o tema principal — disse o arcebispo. O religioso fez as declarações após descer de um carro de som, onde havia falado sobre a questão da água. Centenas de pessoas, incluindo integrantes do MST, acompanharam o discurso e depois, às 9h25min, partiram para a romaria — de 2,5 quilômetros entre a igreja Sagrada Família, no bairro Colonial, até um pesqueiro às margens do Rio dos Sinos, no bairro Carioca. — Acho que não é interessante ter escolas separadas. O importante é a integração. Não queremos escolas isoladas. Escolas com pouquíssimos alunos não são viáveis. Elas têm uma visão unilateral do mundo. É apenas a visão deles (do MST) — declarou dom Dadeus. Também na romaria, o bispo de Rio Grande defendeu as escolas itinerantes e criticou seu fechamento. Segundo Stroeher, o governo do Estado deveria ficar atento para que isso não ocorresse.
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Terça-feira, 24 de fevereiro
Carlos Etchichury carlos.etchichury@zerohora.com.br
O arcebispo metropolitano, dom Dadeus Grings, criticou na manhã desta terça-feira as escolas itinerantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante a abertura da 32ª Romaria da Terra, em Sapucaia do Sul. Principal referência religiosa do Estado, dom Dadeus questionou a inclusão do assunto no evento, cujo tema é Água, Sangue da Terra, e abriu divergência na Igreja. Isso porque o bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroeher, se colocou a favor da escolas.— Isso não é da Igreja, não é oficial. Não sei quem introduziu o tema na romaria, colocaram junto, mas não é esse o tema principal — disse o arcebispo. O religioso fez as declarações após descer de um carro de som, onde havia falado sobre a questão da água. Centenas de pessoas, incluindo integrantes do MST, acompanharam o discurso e depois, às 9h25min, partiram para a romaria — de 2,5 quilômetros entre a igreja Sagrada Família, no bairro Colonial, até um pesqueiro às margens do Rio dos Sinos, no bairro Carioca. — Acho que não é interessante ter escolas separadas. O importante é a integração. Não queremos escolas isoladas. Escolas com pouquíssimos alunos não são viáveis. Elas têm uma visão unilateral do mundo. É apenas a visão deles (do MST) — declarou dom Dadeus. Também na romaria, o bispo de Rio Grande defendeu as escolas itinerantes e criticou seu fechamento. Segundo Stroeher, o governo do Estado deveria ficar atento para que isso não ocorresse.
EUA, o campeão do liberalismo, começa a estatizar os grandes bancos
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Editorial do jornalm Folha de S. Paulo
Terça-feira, 24 de fevereiro
O dilema de Obama
Governo dos Estados Unidos, que resistia a estatizar bancos, é levado a rever seus planos diante da gravidade da crise
ESTATIZAR ou não estatizar grandes bancos; esta é a questão que divide a opinião de acadêmicos renomados e assombra a equipe econômica do presidente norte-americano, Barack Obama. Enquanto os cães ladram, a caravana da crise avança...
Na prática, bancos americanos já estão sendo "nacionalizados" -o eufemismo que designa estatização nos EUA. Como noticiou ontem esta Folha, a agência do governo que fiscaliza o sistema financeiro fechou, em média, duas instituições por semana nos primeiros 40 dias do ano; 7 delas na primeira semana de fevereiro. Em 2008, o ritmo de extinção de casas bancárias foi de duas por mês.
Os bancos liquidados por motivo de insolvência, todos médios e pequenos, foram tomados pelo governo, parcela de sua dívida foi quitada, seus ativos ruins, absorvidos pelo contribuinte (na expectativa de que os prejuízos sejam atenuados com o tempo) e a parte saneada, separada para ser vendida no mercado. É justamente isso, uma intervenção firme mas temporária, abrangendo as maiores instituições do país, que os defensores da medida nos EUA entendem como estatização.
O que seria mera aplicação de um princípio consensual -bancos insolventes, pequenos ou grandes, precisam ser saneados para o bem do sistema financeiro- torna-se, contudo, uma batalha campal dada a dimensão assumida pela crise. Interessa aos grandes bancos americanos manter a disputa em terreno ideológico, embora a clivagem entre economistas que defendem e rejeitam a ideia não respeite esse critério.
Trata-se, mais propriamente, de um embate na elite do poder americano. Como aconteceu na maior parte do planeta, os grandes bancos dos Estados Unidos aumentaram sua penetração na esfera das decisões políticas ao longo das últimas décadas. Além do impacto desse fenômeno nas finanças de campanha e no lobismo, aprofundou-se o intercâmbio de quadros entre o setor público e o sistema financeiro privado.
Nesse contexto, desenha-se uma nova solução de compromisso, intermediária, entre um desses grandes bancos, o Citigroup, e o governo norte-americano. Em seriíssimas dificuldades, o banco pleiteia mais dinheiro do Tesouro, mas numa quantidade e num formato que ainda mantenham o atual controle da instituição. Citi e Bank of America, as maiores casas bancárias dos EUA, já receberam US$ 180 bilhões (cerca de 13% do PIB brasileiro) em auxílio direto do governo.
Uma nota das autoridades econômicas americanas publicada ontem indica, entretanto, que a abordagem de dar dinheiro público a bancos privados sem intervir na sua estrutura de controle está prestes a ser abandonada. A rápida deterioração provocada pela crise coloca o governo Obama diante da opção entre preservar os acionistas e os clubes de comando dos grandes bancos.
Editorial do jornalm Folha de S. Paulo
Terça-feira, 24 de fevereiro
O dilema de Obama
Governo dos Estados Unidos, que resistia a estatizar bancos, é levado a rever seus planos diante da gravidade da crise
ESTATIZAR ou não estatizar grandes bancos; esta é a questão que divide a opinião de acadêmicos renomados e assombra a equipe econômica do presidente norte-americano, Barack Obama. Enquanto os cães ladram, a caravana da crise avança...
Na prática, bancos americanos já estão sendo "nacionalizados" -o eufemismo que designa estatização nos EUA. Como noticiou ontem esta Folha, a agência do governo que fiscaliza o sistema financeiro fechou, em média, duas instituições por semana nos primeiros 40 dias do ano; 7 delas na primeira semana de fevereiro. Em 2008, o ritmo de extinção de casas bancárias foi de duas por mês.
Os bancos liquidados por motivo de insolvência, todos médios e pequenos, foram tomados pelo governo, parcela de sua dívida foi quitada, seus ativos ruins, absorvidos pelo contribuinte (na expectativa de que os prejuízos sejam atenuados com o tempo) e a parte saneada, separada para ser vendida no mercado. É justamente isso, uma intervenção firme mas temporária, abrangendo as maiores instituições do país, que os defensores da medida nos EUA entendem como estatização.
O que seria mera aplicação de um princípio consensual -bancos insolventes, pequenos ou grandes, precisam ser saneados para o bem do sistema financeiro- torna-se, contudo, uma batalha campal dada a dimensão assumida pela crise. Interessa aos grandes bancos americanos manter a disputa em terreno ideológico, embora a clivagem entre economistas que defendem e rejeitam a ideia não respeite esse critério.
Trata-se, mais propriamente, de um embate na elite do poder americano. Como aconteceu na maior parte do planeta, os grandes bancos dos Estados Unidos aumentaram sua penetração na esfera das decisões políticas ao longo das últimas décadas. Além do impacto desse fenômeno nas finanças de campanha e no lobismo, aprofundou-se o intercâmbio de quadros entre o setor público e o sistema financeiro privado.
Nesse contexto, desenha-se uma nova solução de compromisso, intermediária, entre um desses grandes bancos, o Citigroup, e o governo norte-americano. Em seriíssimas dificuldades, o banco pleiteia mais dinheiro do Tesouro, mas numa quantidade e num formato que ainda mantenham o atual controle da instituição. Citi e Bank of America, as maiores casas bancárias dos EUA, já receberam US$ 180 bilhões (cerca de 13% do PIB brasileiro) em auxílio direto do governo.
Uma nota das autoridades econômicas americanas publicada ontem indica, entretanto, que a abordagem de dar dinheiro público a bancos privados sem intervir na sua estrutura de controle está prestes a ser abandonada. A rápida deterioração provocada pela crise coloca o governo Obama diante da opção entre preservar os acionistas e os clubes de comando dos grandes bancos.
Eleição será a previsível disputa entre Serra e Dilma
OPINIÃO DO LEITOR
Ao ler este artigo em que Fernando Rodrigues, Folha, hoje, comenta o embretamento da sucessão de Lula em uma escolha entre Serra e Dilma e lamenta a falta de “alternativas renovadoras, que dessem novo impulso ao país”, brotou uma pergunta a vocês, militares, como eu: o que foi feito nestes últimos vinte anos para gerar uma alternativa renovadora, que desse novo impulso ao país?
Passamos esse tempo olhando só para trás. Afastamo-nos do debate porque não tratamos de nos articular e consolidar uma representatividade. Porque insistimos em nos posicionar onde sabidamente somos fracos, na arena política do parlamento.
Quais as alternativas renovadoras que geramos nestes vinte anos?
Tivéssemos tirado os olhos do retrovisor e pensado no futuro, seguramente teríamos hoje uma “alternativa renovadora que desse um impulso ao país” para oferecer ao eleitorado porque massa crítica não nos falta. Muito pelo contrário. Péricles da Cunha, Porto Alegre, RS.
Um país previsível
FERNANDO RODRIGUES
BRASÍLIA - Passado o Carnaval, entrará em rápido processo de consolidação a tese da inevitabilidade das candidaturas de José Serra (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT).Faltam 19 meses para a eleição presidencial, mas esse cenário previsível parece cada vez mais imutável.Desde o retorno à democracia, em 1985, a política brasileira tem sido incapaz de produzir grandes novidades positivas e longevas. O PT injetaria oxigênio no sistema. Virou um partido tradicional do establishment. Aliou-se ao Democratas (ex-PFL) na escolha dos presidentes da Câmara, Michel Temer, e do Senado, José Sarney.José Serra, 66 anos, e Dilma Rousseff, 61 anos, são dois candidatos respeitáveis para um país como o Brasil. Mas talvez não preencham a demanda completa dos eleitores.Para comprovar, bastaria uma pesquisa simples nos portões dos sambódromos do Rio e de São Paulo.O pesquisador mostraria as fotos de Serra e de Dilma. Identificaria os retratos e indagaria: "Você considera essas duas opções suficientes para a eleição presidencial ou gostaria de ter alternativas renovadoras, que dessem novo impulso ao país?".A resposta seria óbvia, a favor de mais nomes na disputa. Mas esse mesmo eleitor certamente não fará nada para buscar um possível Obama brasileiro.Há um trauma no Brasil por causa da última saída novidadeira. Em 1989, o jovem Collor foi eleito. Em 1992, sofreu impeachment.Tudo somado, o Brasil se tornou um país convencional na política. Medroso, sem coragem de inovar. É um caminho de coerência histórica.A Independência e a República foram concertações da elite e não fruto de grandes conflitos nem de amplo desejo da população.Além do mais, há o Carnaval. Todas as transgressões são reservadas para esta semana. Depois, o brasileiro sabe se comportar e votar nos políticos de sempre.frodriguesbsb@uol.com.br
Ao ler este artigo em que Fernando Rodrigues, Folha, hoje, comenta o embretamento da sucessão de Lula em uma escolha entre Serra e Dilma e lamenta a falta de “alternativas renovadoras, que dessem novo impulso ao país”, brotou uma pergunta a vocês, militares, como eu: o que foi feito nestes últimos vinte anos para gerar uma alternativa renovadora, que desse novo impulso ao país?
Passamos esse tempo olhando só para trás. Afastamo-nos do debate porque não tratamos de nos articular e consolidar uma representatividade. Porque insistimos em nos posicionar onde sabidamente somos fracos, na arena política do parlamento.
Quais as alternativas renovadoras que geramos nestes vinte anos?
Tivéssemos tirado os olhos do retrovisor e pensado no futuro, seguramente teríamos hoje uma “alternativa renovadora que desse um impulso ao país” para oferecer ao eleitorado porque massa crítica não nos falta. Muito pelo contrário. Péricles da Cunha, Porto Alegre, RS.
Um país previsível
FERNANDO RODRIGUES
BRASÍLIA - Passado o Carnaval, entrará em rápido processo de consolidação a tese da inevitabilidade das candidaturas de José Serra (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT).Faltam 19 meses para a eleição presidencial, mas esse cenário previsível parece cada vez mais imutável.Desde o retorno à democracia, em 1985, a política brasileira tem sido incapaz de produzir grandes novidades positivas e longevas. O PT injetaria oxigênio no sistema. Virou um partido tradicional do establishment. Aliou-se ao Democratas (ex-PFL) na escolha dos presidentes da Câmara, Michel Temer, e do Senado, José Sarney.José Serra, 66 anos, e Dilma Rousseff, 61 anos, são dois candidatos respeitáveis para um país como o Brasil. Mas talvez não preencham a demanda completa dos eleitores.Para comprovar, bastaria uma pesquisa simples nos portões dos sambódromos do Rio e de São Paulo.O pesquisador mostraria as fotos de Serra e de Dilma. Identificaria os retratos e indagaria: "Você considera essas duas opções suficientes para a eleição presidencial ou gostaria de ter alternativas renovadoras, que dessem novo impulso ao país?".A resposta seria óbvia, a favor de mais nomes na disputa. Mas esse mesmo eleitor certamente não fará nada para buscar um possível Obama brasileiro.Há um trauma no Brasil por causa da última saída novidadeira. Em 1989, o jovem Collor foi eleito. Em 1992, sofreu impeachment.Tudo somado, o Brasil se tornou um país convencional na política. Medroso, sem coragem de inovar. É um caminho de coerência histórica.A Independência e a República foram concertações da elite e não fruto de grandes conflitos nem de amplo desejo da população.Além do mais, há o Carnaval. Todas as transgressões são reservadas para esta semana. Depois, o brasileiro sabe se comportar e votar nos políticos de sempre.frodriguesbsb@uol.com.br
Saiba como votarão os Partidos no caso da anistia aos professores
O PMDB será o Partido da base aliada do governo estadual que sairá mais dividido na votação do veto à emenda que anistiou professores públicos grevistas do RS.
. O Partido tem nove deputados, mas votarão contra o governo que apóia os deputados Alberto Oliveira e Nelson Harter.
- As outras baixas: PTB, Cassiá Carpes / PP, Miki Breier / DEM, Paulo Borges e Mano Changes. No PPS e no PSDB ninguém trairá o governo que apoiam.
- PT, PSB e PC do B votarão unidos contra o governo.
. O Partido tem nove deputados, mas votarão contra o governo que apóia os deputados Alberto Oliveira e Nelson Harter.
- As outras baixas: PTB, Cassiá Carpes / PP, Miki Breier / DEM, Paulo Borges e Mano Changes. No PPS e no PSDB ninguém trairá o governo que apoiam.
- PT, PSB e PC do B votarão unidos contra o governo.
Extratos de banco já estão no processo Salazar x Pont x Bohn Gass
Banrisul e Unibanco já entregaram ao juiz da 9ª. Vara Criminal de Porto Alegre os extratos das contas correntes do ex-tesoureiro da DS, Paulo Salazar, que ajuizou ação contra os deputados Raul Pont, Ervino Bohn Gass e o PT. Salazar alega que os dois deputados confiscaram parte do salário que recebia na Assembléia, que levantava notas frias para prestação de contas e que além disto Pont, Bohn Gass e o PT lavavam dinheiro através das suas contas. A DS, que mascara a sua condição através de uma ONG intitulada Em Tempo, no dia 23 de setembro de 2005, reconheceu o vínculo empregatício de Salazar, concordou na 23a. Vara da Justiça do Trabalho de Porto Alegre que sonegou os recolhimentos do INSS e FGTS, e acertou um acordo trabalhista com seu ex-tesoureiro, pagando-lhe o que devia de indenização. O editor tem cópia de todo o processo (00686-2005-028-04-00-5).
. O juiz Mauro Gonçalves mandou os dois bancos entregarem os extratos que vão de agosto de 1999 a fevereiro de 2005. Isto já ocorreu.
. A ação leva o número 001/1.08.0196557-1.
- O delegado da 2ª. Delegacia de Polícia de Canoas, que investiga o assassinato da principal testemunha de acusação contra Pont e Bohn Gass, Mauro Kruger, disse ao editor que não tem prazo para terminar o inquérito.
. O juiz Mauro Gonçalves mandou os dois bancos entregarem os extratos que vão de agosto de 1999 a fevereiro de 2005. Isto já ocorreu.
. A ação leva o número 001/1.08.0196557-1.
- O delegado da 2ª. Delegacia de Polícia de Canoas, que investiga o assassinato da principal testemunha de acusação contra Pont e Bohn Gass, Mauro Kruger, disse ao editor que não tem prazo para terminar o inquérito.
Conheça melhor o negócio de R$ 1,5 da P-55 conquistada por Rio Grande
A Queiroz Galvão nem fez muita alaúza sobre a conquista do contrato de R$ 1,5 bilhão para construir a plataforma oceânica de exploração de petróleo P-55 em Rio Grande. Já começaram os preparativos para a instalação do canteiro de obras do chamado ERG 1, no dique seco que a W. Torre constrói e entregará para a Petrobrás em abril. Serão gerados 1.500 empregos diretos. A construção sairá ao longo de 18 meses.
. O casco da P-55 que está sendo feito em SUAPE não chega aqui no RS em março. Se continuarem no ritmo que estão, poderá chegar no final de 2009 ou até mesmo no meio de 2010.
- As notícias do final do ano passado davam conta do cancelamento do contrato da P-55, mas ele foi apenas suspenso para readequação de preços.
Queiroz Galvão atrai
outra plataforma de R$ 1,5 bi para o RS
Além da P-55, a Queiroz Galvão, que agora toca os negócios sem os sócios que tinha na Quip (a Quip construiu a P-53), também ficou com o contrato da P-63.
. O casco da P-55 que está sendo feito em SUAPE não chega aqui no RS em março. Se continuarem no ritmo que estão, poderá chegar no final de 2009 ou até mesmo no meio de 2010.
- As notícias do final do ano passado davam conta do cancelamento do contrato da P-55, mas ele foi apenas suspenso para readequação de preços.
Queiroz Galvão atrai
outra plataforma de R$ 1,5 bi para o RS
Além da P-55, a Queiroz Galvão, que agora toca os negócios sem os sócios que tinha na Quip (a Quip construiu a P-53), também ficou com o contrato da P-63.
Saiba como a Kepler Weber saiu da crise e retomou a liderança do mercado
Em pouco mais de um ano, o ex-presidente da Vale do Rio Doce, Anastácio Fernandes Filho, renegociou as dívidas com os credores, sobretudo com os bancos, comandou um exitoso processo de recapitalização e recolocou a Kepler Weber, de Panambi, RS, no caminho das vendas e lucros em alta. Mais do que isto: a empresa voltou a liderar o mercado, com fatia igual a 51%. Os fundos (Previ, Aerus, Serpros) que controlavam 70% do capital há apenas três anos, reduziram sua participação para 30%. A dívida de R$ 400 milhões caiu para r$ 150 milhões e está quase toda concentrada no BNDES (longo prazo).
. Desde que saiu da Vale, há dez anos, Anastácio Fernandes Filho especializou-se em extrair empresas problemáticas do fundo do poço. Ele é mineiro, casado, três filhos, engenheiro eletricista e pós-graduado em administração e finanças.
. A Kepler Weber é o maior fabricante brasileiro de silos (60%), secadores (30%), implementos e equipamentos de limpeza (10%). A empresa tem uma fábrica em Panambi, outra em Campo Grande e uma terceira em Bauru, mas neste caso de Bauru a produção é de tanques de leite e ordenhadeiras mecânicas. No total, são 1.050 empregados. Não houve demissões. “E nem haverá”, avisou o presidente Anastácio Fernandes Filho. Dependendo da safra, o número de empregados varia, o que não tem nada a ver com a crise econômica global atual.
. O editor almoçou com Fernandes Filho em Porto Alegre. Estava junto o jornalista Miron Neto, que trabalha com a Kepler Weber.
. Em 2007, o balanço geral da empresa acusou vendas de R$ 170 milhões. Os números de 2008 ainda não saíram do forno e além disto Anastácio Fernandes Filho não quer abrir o que já sabe, porque a CVM pode criar problemas para as ações negociadas na Bolsa de SP. De qualquer modo, os números dos três primeiros trimestres do ano passado, que são conhecidos, informam que o faturamento foi a R$ 230 milhões. Caso a progressão seja a mesma para o quarto trimestre, o editor desta página imagina que o faturamento poderá ir a mais de R$ 300 milhões. Um resultado surpreendente sobre o ano anterior.
. “Teremos lucro em 2008”, avisou o presidente da Kepler Weber.
. A produção da empresa gaúcha não é colocada apenas no Brasil. É que 30% vão para mercados diversos da América Latina. A idéia do presidente é diversificar, porque ele quer ampliar a fatia e escapar dos altos e baixos que ocorrem nos mercados do continente. Uma primeira incursão está sendo feita na Ucrânia. E-mail: anastacio.fernandes@kepler.com.br Site: www.kepler.com.br
. Desde que saiu da Vale, há dez anos, Anastácio Fernandes Filho especializou-se em extrair empresas problemáticas do fundo do poço. Ele é mineiro, casado, três filhos, engenheiro eletricista e pós-graduado em administração e finanças.
. A Kepler Weber é o maior fabricante brasileiro de silos (60%), secadores (30%), implementos e equipamentos de limpeza (10%). A empresa tem uma fábrica em Panambi, outra em Campo Grande e uma terceira em Bauru, mas neste caso de Bauru a produção é de tanques de leite e ordenhadeiras mecânicas. No total, são 1.050 empregados. Não houve demissões. “E nem haverá”, avisou o presidente Anastácio Fernandes Filho. Dependendo da safra, o número de empregados varia, o que não tem nada a ver com a crise econômica global atual.
. O editor almoçou com Fernandes Filho em Porto Alegre. Estava junto o jornalista Miron Neto, que trabalha com a Kepler Weber.
. Em 2007, o balanço geral da empresa acusou vendas de R$ 170 milhões. Os números de 2008 ainda não saíram do forno e além disto Anastácio Fernandes Filho não quer abrir o que já sabe, porque a CVM pode criar problemas para as ações negociadas na Bolsa de SP. De qualquer modo, os números dos três primeiros trimestres do ano passado, que são conhecidos, informam que o faturamento foi a R$ 230 milhões. Caso a progressão seja a mesma para o quarto trimestre, o editor desta página imagina que o faturamento poderá ir a mais de R$ 300 milhões. Um resultado surpreendente sobre o ano anterior.
. “Teremos lucro em 2008”, avisou o presidente da Kepler Weber.
. A produção da empresa gaúcha não é colocada apenas no Brasil. É que 30% vão para mercados diversos da América Latina. A idéia do presidente é diversificar, porque ele quer ampliar a fatia e escapar dos altos e baixos que ocorrem nos mercados do continente. Uma primeira incursão está sendo feita na Ucrânia. E-mail: anastacio.fernandes@kepler.com.br Site: www.kepler.com.br
Aliado do PT e de Maria do Rosário procura Fogaça para oferecer apoio
Aliado da deputada Maria do Rosário e do PT nas eleições para prefeito de Porto Alegre, no ano passado, o PRB ofereceu neste final de semana o apoio do Partido ao prefeito José Fogaça.
. O vereador Waldir Canal, do PRB, que se elegeu na coligação liderada pelo PT, procurou Fogaça na tarde desta sexta-feira, em companhia do vereador Valter Nagelstein,do PMDB. O prefeito Fogaça manifestou o desejo de ter o PRB dentre os partidos que compõem a sua base e o vereador Waldir Canal anuiu e expressou igual desejo. Se tudo avançar, o governo municipal passará a ter 26 vereadores na sua base de sustentação, sendo que o PRB concorreu em aliança com o PT na última eleição.
. O vereador Waldir Canal, do PRB, que se elegeu na coligação liderada pelo PT, procurou Fogaça na tarde desta sexta-feira, em companhia do vereador Valter Nagelstein,do PMDB. O prefeito Fogaça manifestou o desejo de ter o PRB dentre os partidos que compõem a sua base e o vereador Waldir Canal anuiu e expressou igual desejo. Se tudo avançar, o governo municipal passará a ter 26 vereadores na sua base de sustentação, sendo que o PRB concorreu em aliança com o PT na última eleição.
Tarso manda Polícia Federal atender 412 municípios do RS
Anote estas três informações a seguir e veja como o ministro Tarso Genro, candidato a governador do RS pelo PT, não está brincando em serviço: 1) ele já levou a Polícia Federal para 412 municípios do RS (isto corresponde a 95% do total de municípios do Estado), percentagem que nem de longe ocorre com Estados mais importantes como São Paulo, Rio e Minas. 2) dos 2.570 novos agentes, Tarso destacou 176 para apenas tres municípios do RS, Bagé, Esteio e Tabaí. 3) o ministro da Justiça visita o RS praticamente todas as semanas.
. Como se sabe, a campanha eleitoral no RS e no Brasil já começou.
. Como se sabe, a campanha eleitoral no RS e no Brasil já começou.
Saiba como líderes do PMDB roubam o dinheiro público.
Os efeitos do furacão Jarbas Vasconcellos.A reportagem principal da revista Veja deste final de semana ataca novamente o PMDB, mas desta vez as denúncias não são mais do senador Jarbas Vasconcellos. A entrevista de Vasconcellos serviu de base para uma investigação corrosiva sobre o PMDB.
. Não há uma só denúncia contra um só líder do PMDB do RS. Aliás, o próprio Vasconcellos reconhece que o Partido virou uma confederação de Partidos. No RS, como se sabe, o PMDB é o herdeiro das mais patrióticas posições do que havia de melhor no velho MDB.
. A reportagem revela que 16 dos 27 presidentes estaduais do PMDB respondem processos na Justiça. Eles roubaram dinheiro público. A revista também denuncia que o PMDB é o único Partido (é o maior do Brasil) que renuncia a ter candidato próprio a presidente, porque quer mesmo é vender seu apoio e com isto continuar metendo a mão nos cargos e no dinheiro público. O Partido ocupa atualmente seis ministérios, cujo orçamento anual soma R$ 365 bilhões de reais, exatamente o triplo do orçamento anual da Argentina.
. Conheça alguns casos de peemedebistas que enriqueceram tungando dinheiro dos contribuintes, aboletando-se nos cofres públicos. O primeiro valor listado é o do início da carreira do líder, enquanto que o segundo é o valor atual do seu patrimônio:
- Renan Calheiros: um fusca, 1978/ R$ 10 milhões.
- Jader Barbalho: um carro e um apartamento, 1974/ R$ 30 milhões.
- Joaquim Roriz: R$ 500 mil em 1991/ R$ 200 milhões.
- Newton Cardoso, R$ 4,9 milhões em 1997/ R$ 3 bilhões.
. José Sarney é dono de uma fortuna avaliada em R$ 125 milhões.
. O PMDB não reage diante de todas as denúncias ou faz isto apenas pro forma.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
Hillary na China: o esforço de estabilização terá que ser global
A informação a seguir demonstra a compreensão americana de que sozinhos os EUA não poderão conjurar a crise econômica global, o que também os chineses, sozinhos, não poderão fazer. O esforço de estabilização será global ou nada acontecerá de bom.
. Nesta página, você pode utilizar a ferramenta existente à esquerda (use a barra de rolagem para chegar até ela) e promover a tradução do texto a seguir. Basta marcá-lo e clicar no indicador ajustado.
Hillary's Message in China
Guang Niu, Pool / Getty Images
Let's hope this works: Secretary of State Hillary Clinton finished up her weeklong trip to Asia today in China with a TV interview in which she asked the Chinese to continue buying US treasury bonds to finance the country's ballooning deficit. China is already the largest holder of US debt, and bought a record $696.2 billion in treasury bonds last year. According to Clinton, such moves would ultimately help China by stimulating economic growth around the world. "We are truly going to rise or fall together," Clinton said.
Read it at Bloomberg-- LOV
No virus found in this incoming message.Checked by AVG - www.avg.com Version: 8.0.237 / Virus Database: 270.11.2/1965 - Release Date: 02/21/09 15:36:00
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Guang Niu, Pool / Getty Images
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Read it at Bloomberg-- LOV
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Godoy elenca medidas da OIE para circunscrever a crise global
O ex-presidente da Fiergs e atual diretor da Organização Internacional do Trabalho, Dagoberto Lima Godoy, vai esta semana a semana a Lima e durante todo o mês de março estará em Gnebra, nas reuniões do Conselho de Administração da OIT e suas comissões técnicas.
. Em Lisboa, no início do mês, a OIE promoveu um Foro, que teve a participação de mais de 250 empresários, trabalhadores e membros governamentais europeus, ao final do qual produziu um documento onde foram resumidos em seis pontos sua visão do papel a ser desempenhado pelos governos e pelos próprios empresários para superar a crise:
1) Aumentar a liquidez para apoiar a sustentação do emprego
2) Apoiar as pequenas e médias empresas (PMEs) e facilitar a criação de empresas como motor da recuperação
3) Promover os princípios e direitos fundamentais no trabalho
4) Apoiar a educação e a formação como a chave para o crescimento futuro e produtividade
5) Apostar na responsabilidade social como um importante modo de atuar
6) Resistir a todas as formas de protecionismo, incluindo as do mercado do trabalho
. Dagoberto Lima Godoy disse ao editor, neste domingo, vai Internet, que os pontos cruciais da Declaração são:
1) Reconhecer o desemprego crescente e generalizado como a conseqüência mais trágica da crise atual e priorizar a expansão da economia e o apoio às PMEs, por ser a única alternativa eficaz e sustentável para a criação e manutenção dos empregos, em qualquer país do mundo;
2) A expressa repulsa a qualquer forma de exploração, a pretexto das dificuldades das empresas;
3) O chamamento às empresas para ações voluntárias de responsabilidade social;
4) O alerta contra reações de protecionismo, no comércio ou no mercado de trabalho;
5) A indicação da educação e da formação profissional como as chaves para o crescimento futuro.
. Em Lisboa, no início do mês, a OIE promoveu um Foro, que teve a participação de mais de 250 empresários, trabalhadores e membros governamentais europeus, ao final do qual produziu um documento onde foram resumidos em seis pontos sua visão do papel a ser desempenhado pelos governos e pelos próprios empresários para superar a crise:
1) Aumentar a liquidez para apoiar a sustentação do emprego
2) Apoiar as pequenas e médias empresas (PMEs) e facilitar a criação de empresas como motor da recuperação
3) Promover os princípios e direitos fundamentais no trabalho
4) Apoiar a educação e a formação como a chave para o crescimento futuro e produtividade
5) Apostar na responsabilidade social como um importante modo de atuar
6) Resistir a todas as formas de protecionismo, incluindo as do mercado do trabalho
. Dagoberto Lima Godoy disse ao editor, neste domingo, vai Internet, que os pontos cruciais da Declaração são:
1) Reconhecer o desemprego crescente e generalizado como a conseqüência mais trágica da crise atual e priorizar a expansão da economia e o apoio às PMEs, por ser a única alternativa eficaz e sustentável para a criação e manutenção dos empregos, em qualquer país do mundo;
2) A expressa repulsa a qualquer forma de exploração, a pretexto das dificuldades das empresas;
3) O chamamento às empresas para ações voluntárias de responsabilidade social;
4) O alerta contra reações de protecionismo, no comércio ou no mercado de trabalho;
5) A indicação da educação e da formação profissional como as chaves para o crescimento futuro.
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