Está forrado de razão a decisão do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, de bater às portas do STF para questionar a decisão da Justiça gaúcha que reconheceu aos servidores públicos estaduais o direito de receber o auxílio-refeição durante as férias, bem como a inclusão da verba na base de cálculo do terço constitucional de férias. O caso está com a ministra Cármem Lúcia.
Trata-se de outro esperto e inaceitável penduricalho. Ele afronta lei estadual. A verba tem caráter indenizatório e se destina unicamente a ressarcir as despesas com alimentação no efetivo exercício diário do cargo.
O governador pediu liminar, porque o custo do penduricalho é de R$ 266 milhões por anol sem considrar os efeitos retroativos.
5 comentários:
Nesta ele tá correto. Tem que atacar os privilégios dos funcionários públicos.
POLÍBIO. ISTO SÓ NÃO A QUEM ESCANDALIZA A QUEM DESFRUTA DA VANTÁGEM. Carlos Edison Domingues
Nem deveria existir. Quantos brasileiros não conseguem ter isso?
Pq o poder público, além de concentrar expressiva parcela dos recursos da nação, e com isso pagar salários acima do mercado, ainda se dispões a dar mais benesses?
Este país é pobre. O setor público não deveria se colocar desta forma.
Vale refeição nas férias? Que absurdo. Por isto que os estados estão quebrados,muita regalia para empregado público e tudo com nosso dinheiro
Deveria é ser extinto.
Postar um comentário