Abordagens inovadoras que integram nanotecnologia e biotecnologia estão redefinindo o tratamento do vitiligo, ao propor não apenas o controle da inflamação crônica, mas também a restauração da pigmentação da pele. Em revisão recente publicada na Clinical Reviews in Allergy & Immunology, pesquisadoras da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP discutem como é possível viabilizar o controle de vias moleculares diretamente envolvidas na destruição de melanócitos – células responsáveis pela produção de melanina, pigmento que dá cor à pele, cabelos e olhos e que são afetadas na doença vitiligo.As estratégias mais recentes destacam o uso de anticorpos e de pequenas moléculas, como os inibidores de Janus quinase, projetadas para se ligarem a um alvo ....
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