Para Leonardo Baldez Augusto, economista, educador financeiro e fundador do Isf Soluções Financeiras, a decisão de compra passou a considerar não apenas o valor do imóvel, mas principalmente o custo total da operação ao longo dos anos. “O brasileiro está mais atento ao impacto dos juros no orçamento. O consórcio imobiliário surge como uma alternativa para quem quer construir patrimônio sem comprometer excessivamente a renda mensal e sem pagar juros de financiamento”, afirma Baldez.
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) mostram que o consórcio imobiliário encerrou 2025 com 1,35 milhão de cotas comercializadas, crescimento de 36% em relação ao ano anterior. O volume de créditos contratados alcançou R$191,11 bilhões, alta de 48,4%.
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