Cesta básica dispara em Porto Alegre e já consome quase 60% do salário mínimo

O preço da cesta básica voltou a pesar no bolso dos moradores de Porto Alegre. Em junho, o conjunto de alimentos subiu 2,18% e chegou a R$ 889,58, segundo levantamento da Conab e do Dieese. No acumulado de 2026, a alta já alcança 13,44%, colocando a Capital entre as cinco cidades com a cesta mais cara do país.

Para comprar os alimentos básicos, um trabalhador que recebe o salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 120 horas e 44 minutos no mês. Considerando o rendimento líquido, a cesta comprometeu 59,33% da renda. Segundo o Dieese, o salário mínimo necessário para sustentar uma família deveria chegar a R$ 8.110,92.

Entre os produtos que mais pressionaram os preços em junho estão a batata, com alta de 13,86%, o tomate, com 9,64%, e o feijão preto, com 7,87%. 

2 comentários:

Anônimo disse...

Essa é a inflação do trabalhador, bem diferente dos números oficiais.

Anônimo disse...

Imagina o preço da picanha que o comunista mentiroso disse que todo mundo ia conseguir comprar
E ele continua mentindo e o Zé povo vai votar nele de novo,um absurdo

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