Opinião do editor - Está no fim o prazo de validade das atuais políticas afirmativas e garantistas do Judiciário

É inconcebível e inaceitável a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que manteve, por unanimidade, a condenação da fabricante de colchões Ortobom ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos. A decisão, tomada pela Terceira Turma no dia 10 de junho, ratifica a existência de suposta prática discriminatória contra mulheres no preenchimento de cargos de gerência na unidade de Arapongas, no Paraná.

Está mais do que na hora de OABs e entidades da sociedade civil organizada reagirem a este  tipo de ação movida pelo Ministério Público e abrigado por instâncias diversas do Poder Judiciário. São ações que representam o aprofundamento de pretensas ações afirmativas e garantistas, política e ideologicamente comprometidas  com as teses marxistas de desmonte do estado democrático de direito que, como se sabe, protege constitucioalmente a livre iiciativa e a legislação infraconstitucional, inclusive sobre as relações de trabalho.

É não é só.

A boa notícia é que o prazo de validade dessa gente poderá ter  poucos meses de vida, a depender do resultado das eleições de ouaubro.

8 comentários:

Anônimo disse...

Independente do resultado da eleição, quem manda é o judiciário. Isso não vai mudar, infelizmente. Mas não é ditadura ..

Marcus V. Gravina - OAB/RS 4949 disse...

Pleno apoio à OPINIÃO.
A CF diz que todos somos iguais perante à Lei.
Mas, de alguns tribunais de justiça há o entendimento de que alguns devem ter benefícios especiais, ao se julgarem legisladores.

Isto demonstra a pretensão absolutista, de governos totalitários de
interferência na atividade privada. onde dispõem de servicais nos tribunais de Justiça.
Isso tudo, parece acontecer com o beneplácito do "ôlho que tudo vê " desde a Proclamação da República, quando se deu o primeiro "golpe".
Os que se seguiram continuarão no mesmo diapasão.
Estamos num estágio de descrédito, sem expressão política e como bajuladores empresariais do infamante Sistema, de visão monocular de um símbolo do maior partido do país , que decide.
através dos seus fiéis servos.
Resta saber para que lado deveremos virar o olho na próxima eleição

O que fazem as poderosas entidades empresariais eempregadores -Confederações com as suas robustas assessorias jurídicas?

Pelo visto os juizes classistas dos empregadores estão" levando um banho de bolas", no jargão da Copa de futebol.
Está na hora de apresentar CARTÃO VERMELHO aos representantes empresariais ou
Seguir o exemplo da CBF e contratar um técnico italiano,se tiver a aprovada de um certo.monistro do CBF, hoje dono da bola.

Anônimo disse...

Absurdo completo. Mulheres preparadas são diretoras e CEO de muitas empresas. AGORA , forçar cota por ser mulher é o cúmulo da sacanagem WOKE. PERGUNTA: o inverso seria aplicado ao homem? Obviamente q não. Portanto cota de gênero é o topo do absurdo dessa JABUTICABA Justiça do trabalho.

Anônimo disse...

Criaturas com ideologia predatória cada vez mais agem em favor de importar produtos do dragão e acabar com a indústria nacional.
Pode ser triste e revoltante, mas é nossa realidade.

Anônimo disse...

Penduricalhos são penduricalhos!

Anônimo disse...

Decisão escandalosa. Fecha tudo logo e entrega a administração do setor produtivo para esses burocratas ideologizados. Desgraça pouca é bobagem.

Anônimo disse...

Os juízes classistas foram extintos em 1999, vovô. Além de golpista é desatualizado. Parou no tempo, em todos os sentidos.

Anônimo disse...

Estes caboclos do tst são incapazes de administrar um carrinho de pipocas, e querem determinar como empresários devem conduzir seus negócios.

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