Renato Sant'Ana é Advogado e Psicólogo.
E-mail: releituras21@gmail.com
Há fatos que não deveriam ser ignorados. Há fatos que não poderiam cair no esquecimento, ao menos não antes de uma solução razoável. E como o assunto, já descartado nas redações, há de retornar à pauta, é oportuno retomá-lo aqui. É o caso da juíza que concedeu perdão judicial à mãe de Henry Borel, menino de quatro anos, torturado e morto pelo padrasto, sem que a mãe, podendo agir, nada fizesse para protegê-lo.
A conduta da juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, com imagens difundidas pela imprensa e em redes sociais, vem constranger magistrados e enxovalhar a reputação do Judiciário, causando descrédito e indignação na opinião pública.
O júri do caso, que durou incríveis 11 dias, poderia ser mote para uma dissertação de mestrado (jamais o será!), em especial pelos fundamentos extravagantes da sentença prolatada. Mas o destaque aqui restringe-se ao destampatório da juíza, que se vê neste link de um portal de notícias:
https://www.youtube.com/watch?v=kVQ2Qbo4bkI
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4 comentários:
PIB avança 0,5% em abril e recupera nível recorde, mostra prévia do BC...a gadaiada pira! Outubro é logo ali!
Essa juizeca já era pra ter sido demitida a bem do serviço público desde que soltou o pedreiro que degolou dentro de uma escola a funcionária que não quis beijar o lixo colocando a culpa na paixão!
Sei não..........Mas o judiciário já esta bastante enxovalhado. Esta juiza foi uma gota dágua. Reflexo de um judiciário que perdeu a compostura. O exemplo vem de cima. Vide as associações de juizes, que se rebelaram contra a limitação dos penduricalhos, mas não se manifestam contra as inconstitucionalidades praticadas pelo STF. Precisou a justiça italiana se manifestar para denunciar o envolvimento de um juiz como vítima, investigador e julgador. E não foi só no caso da Zambelli.
Professor Raimundo nonato na escolinha impunha muito Mai’s respeito reverencial apenas com talento e intelligencia…
Respnsabilidade do TJ la em designar e anuir com esse proceder no júri ….
Sinais dos tempos
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