O jornalista e escritor Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, protegido da RBS, foi indiciado pela Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância de Porto Alegre, tudo no âmbito de inquérito aberto para apurar o conteúdo de um vídeo publicado por Bueno em 28 de janeiro de 2026 no qual o jornalista afirma que evangélicos não deveriam ter direito a voto e os classifica como "nefastos e desprezíveis".
O vídeo foi censurado por ordem judicial.
Ao depor na delegacia, Bueno não quis falar, conforme é do seu direito, mas caberá ao MPRS denunciá-lo em juízo criminal ou não.
Os advogados Alexandre Wunderlich e Camile Eltz de Lima garantem que Peninha falou "dentro dos limites legais do exercício da liberdade de expressão".
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