E se a investigação do Banco Master ainda estivesse sob relatoria de Dias Toffoli no STF?

Felipe Vieira é jornalista gaúcho e principal âncora dos jornais da Band TV e BandNews.

Há perguntas que, mais do que buscar respostas imediatas, servem para iluminar o funcionamento das instituições. A investigação que envolve o Banco Master, seus operadores e uma sofisticada estrutura de acesso a dados sigilosos levanta uma dessas questões incômodas, porém necessárias: se o caso ainda estivesse sob relatoria do ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal, saberíamos tudo o que sabemos neste momento?

A pergunta nasce da experiência recente do Judiciário, em que decisões monocráticas, suspensões de investigações e bloqueios de compartilhamento de provas alteraram profundamente o curso de apurações sensíveis. O STF tornou-se, em muitos momentos, mais do que uma corte constitucional. Passou a ser o espaço onde se define o ritmo e o alcance de investigações que envolvem poder político e econômico.

No caso do Banco Master ....

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4 comentários:

Anônimo disse...

Que conveniente : Ulisses, Teori, Celso Daniel,Eduardo Campos, Sicário ...
Não é um pais para amadores!

Anônimo disse...

Tofoli Tayaya está atolado na CORRUPÇÃO. Tudo muito claro, e tenta apagar provas. Coisa nunca vista no STF. É o sujeito q contou sobre o roubo de um processo e dava risadas. Esse é o nível.

Anônimo disse...

Já estaria morta e sepultada. Ninguém vai investigar a si mesmo e a seus comparsas, não é ?

Anônimo disse...

Já teria sido arquivada por ausência de provas, com voto em plenario. No mínimo por 7 X 3.

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