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Desde a segunda fase da operação Compliance Zero, que apura suspeita de fraude no banco Master, Dias Toffoli retomou sua atuação exótica no caso. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que computadores e celulares apreendidos fossem levados à suprema corte. O procedimento padrão é enviar o material à Polícia Federal, que tem peritos e equipamentos para extrair dados.
Diante do consenso jurídico de que se tratava de medida indevida, cedeu a guarda à Procuradoria-Geral da União (PGU). Nova reação quase unânime de estranhamento. Então o ministro escolheu, sem consulta prévia, apenas quatro peritos da PF que poderão coletar informações no material apreendido.
Foi tudo tão estranho que, na quinta-feira (15), a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais ...
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