Reag, liquidada por ligações com o Master, tinha interesses no Cais Mauá, Porto Alegre

Esta ilustração foi criada por IA da Meta, sob instruções do editor.

A REAG Investimentos, que teve sua liquidação decretada pelo Banco Central esta semana e na esteira do fim do banco Master, teve negócios no RS, porque em março de 2018, ela assumiu a gestão do Fundo de Investimentos em Participações do Cais Mauá, o principal cais de Porto Alegre, desativado e, desde 2010, concedido a um consórcio privado.O consórcio ganhou a concessão e criou um Fundo de Investimentos e Participações para engajar investidores no projeto, orçado em R$ 350 milhões, que incluia a construção de nove espigões de 30 andares à beira do Guaiba.Uma operação da Polícia Federal, meses depois, revelou que o Fundo Cais Mauá, administrado inicialmente pela Icla Trust, captara R$ 130 milhões de investidores, dos quais R$ 40 milhões já haviam sido consumidos em “despesas operacionais”,  sem que nenhuma obra tivesse iniciado.As investigações da PF apontaram que a maior parte daqueles R$ 130 milhões havia sido captada junto a entidades de previdência privada de servidores públicos, e de maneira fraudulenta.  Muitas queriam o dinheiro de volta.

O material acima é do DC Agência de Noticias da Associação Comercial de SP (clique aqui para ler).

O IPE, Instituto de Previdência do Estado, dos funcionários públicos estaduais do Rio Grande do Sul, foi uma delas e pedeu tudo no negócio. O IPE nunca foi investigado pelo mau negócio.

CLIQUE AQUI para ler mais.


2 comentários:

Anônimo disse...

Pura corrupção. 40 milhões em " despesas operacionais " é sensacional.

Anônimo disse...

A história se repete.
Em governos de esquerda os fundo de pensão sempre perdem.
Para as entidades amigas os ganhos são muito bons, em acordos recorrentes eles entram com a cara os funcionários com o...resto.
E não reclame, senão o jagunço é mandado te pegar.

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