Artigo, especial - A casinha vazia

Artigo do Observatório Brasil Soberano

Um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nos últimos dias, expõe a podridão ética de uma sociedade que vem abandonando o respeito pela vida. 

Orelha era um cachorro comunitário, com cerca de 10 anos, que transmitia ape nas amor e convivia pacificamente com moradores, turistas e comerciantes na Praia Brava, em Florianópolis. Todos o conheciam pelo nome, ofereciam carinho e o consideravam parte da comunidade. Até que alguns adolescentes o transformaram em alvo de uma brutalidade covarde: pauladas repetidas na cabeça, empalamento, agressões prolongadas que o deixaram agonizando por horas, culminando na eutanásia inevitável em um hospital veterinário. 

Essa crueldade nasce de uma degradação profunda. A atitude criminosa desses jovens pode ser explicada pelo fenômeno da permissividade extrema de pais que confundem proteção com impunidade ....

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13 comentários:

Anônimo disse...

Esses adolescentes que vivem num Estado Bolsonarista em que não existe lei, que não gostam de pobre, não gostam do LGTB, devem achar normal fazer o que fizeram com esse pobre cachorro!

Anônimo disse...

Imagino em quem vota esses pais que tentaram calar as testemunhas! Esses adolescentes vivem num Estado em que aberrações são feitas diariamente com essa cambada de bolsonarista nojenta!

Anônimo disse...

Finalmente um artigo que preste desse tal Observatório Brasil Soberano, todos os outros foram redigidos só pra defender o Bolsonaro.

Anônimo disse...

Aos dois primeiros comentaristas, ou um só, o mesmo, seguinte: generalizou? Vão se tratar…
Ou aceitem que se diga que todo nordestino é vagabundo por exemplo. Eu não aceito e tenho certeza que vocês também não. Por que aí mexe com o tutor de vocês, certo? E isso se vocês mesmo não forem. Então sejam gente uma vez na vida, tá? Uma é melhor do que nenhuma e por enquanto vocês não são.

Anônimo disse...

Sejam os jovens ou não que fizeram isso, matéria muito bem escrita, porém adjetivada demais. Eu resumiria numa única palavra, e talvez papais e mamães de quem for não gostem: PSICOPATAS!

Anônimo disse...

Bom… inocentes ou não, quero medir o tamanho dos culhoes de pais e mães dos que estão fora do país e trazê-los de volta
Mas , em todo caso, Trump manda, basta a neve deixar um avião subir.

Anônimo disse...

Você pode provar o que afirma, #jeguePTba patriotáááário???

Anônimo disse...

Se elles votarem no Llulladrão ou assemelhado, você vai pular da Ponte Presidente Vargas, #jeguePTba patriotááááário???

Anônimo disse...

O jegue PTba mente que nem sente. Kkkk

Anônimo disse...

nossa, que chatice esse assunto...deu, né? agora a policia que faça o seu trabalho...

Anônimo disse...

É hora de dar nomes aos bois: a esquerda SEMPRE foi contra a redução da maioridade penal. Eles defendem este tipo de torturadores de animais.

Anônimo disse...

O assassinato brutal do cachorro Orelha, em Santa Catarina, não é apenas um episódio isolado de crueldade animal; é um sintoma alarmante de desumanização e sensação de impunidade. O cão, que vivia há 10 anos na Praia Brava (Itajaí/Florianópolis), era um símbolo de afeto comunitário até ser espancado por um grupo de quatro adolescentes.
* Análise Crítica do Fato:
A morte de Orelha expõe uma face perversa da sociedade brasileira: a violência gratuita exercida por quem detém privilégios. O fato de o crime ter sido supostamente praticado por jovens de famílias influentes levanta discussões sobre como o poder econômico pode gerar uma percepção de "inatingibilidade" perante a lei. A agressão foi tão severa que o animal precisou ser submetido à eutanásia por não suportar os ferimentos. Além disso, o grupo é investigado pela tentativa de afogamento de outro cão, o Caramelo, sugerindo um padrão de comportamento sádico e repetitivo.
* Perspectiva Teórica: Psicologia e Sociologia:
No plano teórico, atos de extrema brutalidade contra seres indefesos são analisados sob diversas óticas:
- Psicologia e Transtornos: Especialistas apontam que a crueldade animal precoce é um dos principais "sinais vermelhos" para o desenvolvimento de comportamentos antissociais e psicopatia. A ausência de remorso e a racionalização da dor alheia indicam falhas profundas na formação da empatia.
- Teoria do Elo (Link Theory): Esta teoria estabelece uma conexão direta entre maus-tratos a animais e a violência interpessoal futura. Indivíduos que torturam animais têm maior probabilidade de cometer atos violentos contra crianças, mulheres e idosos.
- Sociologia do Privilégio: Em grupos de elite, a violência pode ser usada como uma ferramenta de afirmação de poder ou domínio sobre o "outro" (neste caso, o animal comunitário, que não tem um dono específico para protegê-lo). A dinâmica de grupo também dilui a responsabilidade individual, encorajando atos que o sujeito talvez não cometesse sozinho.
* Traços de Personalidade Identificados:
Em tese, um indivíduo capaz de mutilar ou matar um animal dessa forma apresenta:
- Baixa Empatia: Incapacidade de sentir ou processar o sofrimento do outro.
- Impulsividade e Baixo Controle de Inibição: Necessidade de gratificação imediata por meio do exercício de poder físico.
- Desprezo por Regras Sociais: Uma visão de mundo onde as leis e normas morais não se aplicam a si mesmo.
* Outros Casos Notórios Envolvendo Poder ou Influência no Brasil:
Historicamente, o Brasil registrou outros crimes bárbaros (fogo, tortura, mutilação) praticados por pessoas com alto poder aquisitivo ou status social:
- Caso Galdino Jesus dos Santos (1997): Cinco jovens de classe média alta em Brasília atearam fogo no líder indígena Pataxó enquanto ele dormia em um ponto de ônibus. O crime chocou o país pelo nível de crueldade e pela defesa dos jovens, que alegaram "pensar que era um boneco".
- Caso da "Rinha de Pitbulls" em Mairiporã (2019): Um evento internacional de lutas clandestinas que envolvia médicos, veterinários e empresários. Os animais eram submetidos a torturas extremas, mutilações e mortes para entretenimento de uma elite econômica.
- Caso da Enfermeira de Formosa (2011): Camilla Corrêa Alves de Moura Araújo foi filmada espancando um Yorkshire até a morte na frente da própria filha. O caso foi um marco na mobilização social pela endurecimento das penas por maus-tratos.
* A justiça por Orelha agora tramita sob forte pressão popular, com investigações que buscam responsabilizar não apenas os adolescentes, mas também familiares que teriam tentado coagir testemunhas para ocultar o crime.

Anônimo disse...

Cachorro Orelha: https://www.youtube.com/watch?v=uqbJmMAJR-o (Leo Lins); https://www.youtube.com/watch?v=16uFRErPYWg (desabafo...)


https://news.google.com/search?q=cachorro%20Orelha&hl=pt-BR&gl=BR&ceid=BR%3Apt-419

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