Microentrevista, Elaine Deboni - Neste quase pós-pandemia, o que mudou no público do Pop Center (Camelódromo de Porto Alegre)

MICROENTREVISTA 
Elaine Deboni, diretora do Pop Center

Quantos lojistas tem e pode ter o Pop Center?
Temos capacidade para 800 lojas. A lista de espera hoje tem 270 lojistas e 155 estão esperando o edital de chamamento público.

Gostaria que vocês aprofundassem um pouco a questão da mudança do perfil do consumidor. Ficou só um exemplo, o dos consertos, mas seria bom se você ampliasse um pouco esta análise.
Toda a mudança na economia afeta diretamente as vendas e o Pop Center também foi impactado por isso. Nossos consumidores sempre foram majoritariamente das classes B e C, que correspondiam respectivamente a 47% e 48,7%.  Acredito que hoje a porcentagem de consumidores da classe D, que era em torno de 2% do nosso público, diminuiu, enquanto a classe B aumentou. 

Qual é a principal diferença de um Pop Center e de um ShoppingCenter ?
É importante destacar que o Pop Center tem um público diferenciado, independentemente da classe social. Os clientes escolhem o Pop pelo propósito. Temos muitos da classe A que compram aqui por este motivo e esse foco fez toda a diferença na segunda geração de nossos permissionários.

10 comentários:

Anônimo disse...

Enquanto isso...
"Bolsonaro critica quem faz isolamento: “Tem idiotas até hoje em casa”
-- E um problema sério, UM falar do OUTRO.
Polibius, onde é que tu andas?
Como a gente deve fazer para deixar de ser idiota? Parar de usar máscaras? Ir a aglomerações? Não tomar vacina?

Anônimo disse...

"Bolsonaro critica quem faz isolamento: “Tem idiotas até hoje em casa”"
Se o presidente da república falou realmente isso, fica difícil saber que é o idiota de verdade... quem usa máscara e evita aglomerações ou um sujeito que se acha super-homem.

Anônimo disse...

Um diz:
"Tem idiotas que até hoje ficam em casa, diz Bolsonaro sobre isolamento"
Outro fala:
"Dizer que Bolsonaro foi inepto não traduz adequadamente o drama sanitário que produz mortes e agrava a ruína econômica no Brasil"
Um é bobo-alegre.
Outro é bobo-ranzinza.

Anônimo disse...

que ridiculo falar em pos pandemia. nem se sabe qto tempo dura a imunidade da vacina. nem qtas outras cepas virao. matéria de alienados e burróides.

Anônimo disse...

Cei....

Anônimo disse...

Fui ao centro da cidade hoje, o que não fazia há muito tempo.

Passei pela Av. Otávio Rocha. Fiquei espantado com a quantidade de camelôs naquela rua.

Anônimo disse...

Enquanto isso...
"Só haverá 3ª via se Huck quiser. É difícil que ele queira" (Poder360)
- Em matéria de política, o Brasil está uma desolação. Além das tranqueiras tradicionais, ainda surgem as tranqueiras fabricadas pela mídia. Que coisa horrível !

Anônimo disse...

Camelódromo foi a junção dos camelôs que vendiam na praça XV.Como o contingente era demais,o Fogaça mandou construir o camelódromo que acho que é o maior do Brasil em termos estruturais.Não adiantou nada.Porque novos camelôs,ambulantes,vendedores de frutas estão vindo com tudo e a praça XV com jeito de feira da Índa,aspecto de imudície,enfeiando a frente do glorioso Mercado Público,sujeira,batedores de carteiras.O poder público tipo a polícia mesmo, faz alguma coisa,sempre tem alguém,tipo um político do PSOL,Pc do PB,PT para defender os meliantes.Ou o MP para se meter e exigir explicações. A limpeza de verdade não acontece.Mas é assim mesmo,o Brasil todo é um lixão a céu aberto.

Anônimo disse...

lugarzinho bem bôka brába.

Anônimo disse...

Pós pandemia??? Mas caro editor, não estamos nos Estados Unidos, nem em algum país da Europa...