Continuará presa a quadrilha de hackers ladrões que abastecem The Intercept

O site sujo The Intercept continua sua sórdida campanha de desmoralização da Lava Jato, usando as mensagens roubadas dos procuradores e juízes federais que atuaram no caso, sem considerar as provas materiais e testemunhais que resultam em prisões de bandidos como Lula, sequestro de bens, confisco de valores bilionários roubados da Petrobrás e desbaratamento da organização criminosa montada pelo PT.


Enquanto Glenn Greenwald viaja leve, livre e solto para os Estados Unidos, continuarão presos seus fornecedores de postagens obtidas criminosamente de autoridades federais.

O juiz Vallisney de Oliveira decidiu manter presos os quatro bandidos presos em SP pela Polícia Federal.

O informe é da Globonews.

8 comentários:

Anônimo disse...

O site The IntercePT só veio demonstrar, às claras, de que aqui no Brasil inexiste o tão propalado e hipócrita segredo de Justiça, o qual só vigora mesmo é para os membros do STF, só, ou seja, óbvio ficou que, ai do The IntercePT se, por algum descuido, vir a revelar algo que sabidamente deve saber sobre o STF, daí toda a ajuda que do STF recebe, ou seja, tudo muito simples assim !

Anônimo disse...

E a Comunista Manuela quando será presa?

Anônimo disse...

PROVA CABAL: O filho do Jacó BITTAR do PT ESCOLHEU E ENCOMENDOU os móveis do triplex APÓS Lula VISTORIAR o imóvel já pronto, junto com Léozinho da OAS!!!

Unknown disse...

A lava jato não será detida. É irreversível. Os cidadãos que desejam um país melhor apoiam integralmente. Foram detidos muitos que cometeram os crimes, muito dinheiro já foi recuperado, bens confiscados além de outros processos que correm.. acrescente -se ainda a exposição dos nomes envolvidos para fazer pensar quem deseja ainda continuar a produzir o mal para a nação. Nada detera a era nova só Brasil.

Unknown disse...

A lava jato não será detida. É irreversível. Os cidadãos que desejam um país melhor apoiam integralmente. Foram detidos muitos que cometeram os crimes, muito dinheiro já foi recuperado, bens confiscados além de outros processos que correm.. acrescente -se ainda a exposição dos nomes envolvidos para fazer pensar quem deseja ainda continuar a produzir o mal para a nação. Nada detera a era nova só Brasil.

Gleen Bofe disse...

Um boy podre, dois gordos e a faxineira? Esses vadios são os tais hakers?

Anônimo disse...

Acusado de ser “traidor da Lava Jato”, Flávio irrita até bolsonaristas fiéis:

11/09/2019 - El País

Enquanto Bolsonaro se recupera de sua quarta cirurgia em um hospital de São Paulo, o senador Flávio surgiu como um dos principais articuladores para impedir a instalação da comissão destinada a investigar os ministros das cortes superiores, como Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça —o que ele nega veementemente.

Para se criar a CPI, que seus defensores dizem ser necessária para seguir o trabalho contra a corrupção da Lava Jato e impedir retrocessos na operação, são necessárias as assinaturas de 27 senadores. Esse quórum foi alcançado na semana passada. Mas, na tarde de segunda-feira, Maria do Carmo Alves (DEM-SE) desistiu de apoiar a medida.

Oficialmente, ela alegou que o seu partido estava concentrado em dar sustentação às reformas econômicas e que este “não é o momento de enfraquecimento das instituições democráticas”. Nos bastidores, porém, o EL PAÍS apurou que foi Flávio Bolsonaro o primeiro que lhe pediu para retirar a candidatura.

O mesmo fez o filho do presidente com ao menos outros três parlamentares. Outro que também agiu junto a Maria do Carmo foi o presidente do Senado e correligionário dela, Davi Alcolumbre, embora a senadora também negue a interferência dos colegas.

(...)

As movimentações que reverberaram nas redes sociais acabaram acentuando uma divisão entre os bolsonaristas fiéis e os lavajatistas, aqueles que votaram no presidente apostando no discurso anticorrupção. O segundo grupo tem no ministro da Justiça, Sérgio Moro, e não em Jair Bolsonaro, sua principal referência. E, apesar dos embates internos entre o presidente e seu auxiliar, o ex-juiz da Lava Jato parece incólume aos ataques que recebeu nas últimas semanas, com as revelações do escândalo da Vaza Jato. Enquanto a popularidade de Bolsonaro erodiu hoje é de 29%, a de Moro está em 54%, conforme pesquisa Datafolha.

Um exemplo eloquente de que a blindagem de Moro não está disponível integralmente aos bolsonaristas aconteceu quando o administrador de um dos grupos de WhatsApp em apoio ao presidente enviou recentemente a seguinte mensagem aos seus 15.000 membros: “Temos recebido poucas, mas barulhentas críticas por estarmos atacando o senador Flavio Bolsonaro. Por isso, faço uma única pergunta: Por que Flavio não assinou a lista que pede a abertura da CPI da Lava Toga? A estes radicais apaixonados pedimos que, ao invés de nos encher o saco, com todo respeito, liguem para o senador e perguntem diretamente a ele”. Na sequência, forneceu o telefone do gabinete do parlamentar.

Um dado que chama a atenção do apoiadores é que, entre os quatro senadores do PSL, apenas Flávio Bolsonaro não assinou o requerimento de instalação da CPI. Dois dos que assinaram, Major Olímpio e Selma Arruda, já estudam deixar a legenda, caso o partido insista em dificultar a iniciativa. O presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar, emitiu uma nota admitindo que ele foi o responsável pela articulação contra a comissão, isentando Flávio. Mas, antes, chegou a dizer ao site O Antagonista, que o primogênito do presidente tinha agido, sim, em nome do partido.

Anônimo disse...

Na verdade, Polibio, o único TELEGRAM que foi hackeado é o do Deltan Dallagnol. O do Moro nunca foi hackeado. Todos os diálogos têm Deltan como fonte, já perceberam ?