Mercado revisou para cima expectativas de crescimento do PIB e para baixo as de inflação

O mercado revisou para cima suas projeções para o crescimento do PIB e para baixo a mediana das expectativas em relação à inflação, segundo estimativas coletadas até o dia 1 de setembro e divulgadas há pouco pelo Relatório Focus do Banco Central. 

PIB - A mediana das projeções para o crescimento do PIB passou de 0,39% para 0,50% neste ano e permaneceu em 2,00% para o ano que vem. 
Inflação - As expectativas para o IPCA de 2017 foram ajustadas para baixo, de uma alta de 3,45% para outra de 3,38%, e de 4,20% para 4,18% em 2018. 
Juros - Já a mediana da taxa Selic permaneceu em 7,25% para o final de 2017 e em 7,50% no final de 2018. 
Câmbio - Por fim, a mediana das expectativas para a taxa de câmbio caiu de R$/US$ 3,23 para R$/US$ 3,20 para o final deste ano e R$/US$ 3,38 para R$/US$ 3,35 para o final de 2018. 

3 comentários:

FAÇANHA,O INTEGRALISTA disse...

MERCADO É ONDE AS MENINAS RODAM A SUAS BOLSINHAS?

Anônimo disse...

UNIDADES MILITARES PODEM SER FECHADAS POR FALTA DE RECURSOS, DIZ MINISTRO DA DEFESA:

Tomaz Silva/Ag�ncia Brasil
Ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse, no Recife, que a não haja liberação de recursos para a pasta poderá resultar em graves prejuízos para as Forças Armadas; segundo a pasta, R$ 6,5 bilhões do orçamento da Defesa estão contingenciados, o que corresponde a cerca de 42% dos recursos previstos para 2017 (R$ 15,5 bilhões); caso a liberação não ocorra, será preciso "reduzir muitos dos serviços que são feitos. Muito possivelmente fechar unidades. Reduzir o número daqueles que vão prestar serviço militar, que são 80 ou 90 mil. Enfim, vai ter uma série de restrições procurando preservar o que é essencial para a defesa do país" disse Jungmann.

4 DE SETEMBRO DE 2017

Sumaia Villela, repórter da Agência Brasil - O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse hoje (4), no Recife, que caso não haja liberação de recursos da pasta, contingenciados pelo governo federal, até outubro, pode ocorrer o fechamento de unidades das Forças Armadas e o número de vagas para o alistamento militar.

"Até agora não tivemos comprometimento operacional das Forças [Armadas]. Nós estamos no limite. Nosso limite é o mês de setembro. E tivemos o compromisso que, aprovada a meta fiscal, nós vamos ter a liberação de recursos", disse Jungmann.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, R$ 6,5 bilhões do orçamento da Defesa estão contingenciados, o que corresponde a cerca de 42% dos recursos previstos para a pasta em 2017 (R$ 15,5 bilhões).

Caso a liberação não ocorra, o ministro alertou que será preciso fazer cortes. "Nesse caso, você terá que reduzir muitos dos serviços que são feitos. Muito possivelmente fechar unidades. Reduzir o número daqueles que vão prestar serviço militar, que são 80 ou 90 mil. Enfim, vai ter uma série de restrições procurando preservar o que é essencial para a defesa do país".

A nova meta fiscal do governo federal prevê um deficit de R$ 159 bilhões neste ano e em 2018. Isso quer dizer que a União vai gastar esse total a mais do que espera arrecadar. O Congresso Nacional precisa aprovar a revisão da meta, adiada na semana passada, que já estava em R$ 139 bilhões em 2017 e R$ 129 bilhões em 2018. A expectativa é retomar a votação ainda esta semana.

O ministro esteve em Pernambuco para a comemoração de 10 anos do Forças no Esporte (Profesp), programa criado em 2003 para democratizar o acesso ao esporte para crianças e adolescentes. As Forças Armadas concedem suas unidades militares para a realização do projeto, e os recursos são repassados pelo Ministério do Esporte para material e pessoal; e pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, para alimentação.

Anônimo disse...

PARENTE AUMENTA GASOLINA NOVAMENTE E CULPA HARVEY:

A Petrobras anunciou novo reajuste nos preços da gasolina nas refinarias, com alta de 3,3% a partir de terça-feira, após reunião do Grupo Executivo de Mercado e Preços da companhia; o reajuste é em decorrência dos impactos do furacão Harvey, que paralisou a operação de refinarias nos Estados Unidos e levou a uma disparada dos preços de referência da gasolina na semana passada.

4 DE SETEMBRO DE 2017

Reuters - A Petrobras anunciou novo reajuste nos preços da gasolina nas refinarias, com alta de 3,3 por cento a partir de terça-feira, após reunião do Grupo Executivo de Mercado e Preços da companhia em meio a impactos do furacão Harvey, que paralisou a operação de refinarias nos Estados Unidos e levou a uma disparada dos preços de referência da gasolina na semana passada.

“Na última semana, em face dos impactos do furacão Harvey na operação das refinarias, oleodutos, e terminais de petróleo e derivados no Golfo do México, os mercados de derivados sofreram variações intensas de preços”, informou a Petrobras em nota nesta segunda-feira.

A companhia anunciou ainda alta de 0,1 por cento no preço do diesel nas refinarias, válida também a partir da terça-feira.