Entenda a sina suicida dos Vargas

O presidente Getúlio Vargas em 1954, o filho Maneco em 1997 e agora o neto Getulinho se suicidaram com tiros de revólver. Mais que uma maldição, o gesto autodestrutivo é um padrão em famílias com tendência à bipolaridade.

Ao lado, Getulinho posa ao lado de foto do avô.

Em 15 de janeiro de 1997, Maneco, filho de Getúlio, administrava a estância de Itaqui (RS) quando se deu um tiro no peito com uma pistola de calibre 38. Tinha 80 anos. Na época, os amigos comentaram que ele se matou menos para imitar o heroísmo do pai do que para fugir das dívidas: era um jogador compulsivo e sempre teve problemas em administrar as finanças pessoais.

O filho de Maneco, conhecido como Getulinho, era formado em Administração e pecuarista. Administrava a estância de Itaqui. Como o pai e o avô, tentou a carreira política, mas fracassou. Nos anos 1980, concorreu para deputado estadual pelo PDT, mas não se elegeu.

Amigos e parentes não entenderam o motivo do suicídio.

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