Saiba por que o governo repentinamente pressiona pela aprovação do projeto que muda o indexador da dívida com a União

O vice-governador Beto Grill e o secretário da Fazenda, Odir Tonollier, passam o dia em Brasília, onde farão pressão junto à Comissão de Constituição e  Justiça, visando que ela vote e aprove o projeto de lei complementar que muda o indexador da dívida dos Estados e municípios com a União. Deputados gaúchos que apóiam o projeto, queixam-se da ausência do governador Tarso Genro neste momento grave. Tarso preferiu viajar para a China em vez de tratar dos assuntos vitais do RS.

. Uma proposta do líder do PMDB na Câmara, que já aprovou o projeto, previa rebate da dívida total, o que resultaria em ganhos imediatos enormes para Estados e municípios, mas o governo vetou a iniciativa.

. O relator do caso na CCJ manobra para não votar o projeto de lei complementar. Ele enfiou a proposta na 20a. posição da sua lista de prioridades para hoje.

. O governo não quer a aprovação de nada, porque se fizer isto os Estados e municípios diminuirão o estoque da sua dívida e com isto poderão se endividar mais, prejudicando o objetivo já explicitado por Dilma, que é o de apertar o rigor fiscal.

- A pressão inesperada do governo gaúcho deve-se à situação desastrosa das finanças públicas. O secretário Odir Tonollier quer a mudança ainda este ano porque deseja contrair empréstimo novo e esconder com isto o enorme déficit desenhado para este ano, repetindo que fez no ano passado, quando na undécima hora conseguiu R$ 660 milhões de dinheiro novo na banca.  

3 comentários:

Anônimo disse...

Agora só resta a gauchada altamente politizada, reeleger o Pinóquio, prá elle acabar de vez com a economia do estado...

jaco do morro belo disse...

Que saudades da ex-governadora Yeda, além de pagar a dívida com a União regularmente, fez grandes investimentos no RS sem nunca ter ganhado um centavo do governo federal,alias tentavam tirar o que dava.
Do jeito que estão deixando as finanças do RS o PT que continue no governo e arrume a bagunça que criou.

Anônimo disse...

jaco do morro, teu comentário foi a piada do ano, então equilibrar as contas foi pagar precatório da época do Brito por ordem judicial, que modelo de gestão sensacional, kkkkkkkkk, dei muita risada, obrigado.

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