Joaquim Barbosa não tem mais pressa. Bandidos mensaleiros petistas poderão ser presos em plena campanha de 2014.

A cena ao lado será fatal para os interesses eleitorais do PT, caso ocorra durante a campanha eleitoral do ano que vem, como parece querer o presidente do STF, Joaquim Barbosa. São todos companheiros, amigos ou ex-auxiliares diretos de Lula, Dilma e Tarso.



É pertinente a indagação do site Brasil247, que quer saber se o presidente do STF, Joaquim Barbosa, ao mudar de opinião sobre o julgamento dos embargos oferecidos pelos réus do Mensalão, não deseja de fato conduzir o desfecho do caso para o período da campanha eleitoral do ano que vem:

-  Na fase inicial do chamado mensalão, então presidente Ayres Britto fez o julgamento junto das eleições municipais; será que o ápice, com direito ao espetáculo midiático das prisões, irá ocorrer novamente num ano eleitoral? Pelo correr da areia, é muito provável que isso aconteça. O presidente do STF anuncia, agora,  que julgamento dos recursos da Ação Penal 470 só deve ocorrer no segundo semestre; antes, Joaquim Barbosa dissera que tinha pressa em resolver o quanto antes pedidos de advogados dos condenados; por que será que ele mudou de opinião?

- O Tribunal Superior Eleitoral definiu, ontem, a data de 5 de outubro de 2014 para as eleições gerais no País.

9 comentários:

Luiz disse...

Isso faz parte da estratégia da extrema direita raivosa.
Julgaram na véspera da eleição anterior e agora o próximo julgamento será na véspera da próxima eleição.
Quem sabe até lá eles conseguem mostrar aos brasileiros pelos menos uma prova concreta de que houve compra de votos, alem dos disque-disque divulgados até agora.
Que falta de um Hugo Chaves aqui no Brasil

Anônimo disse...

O Quinzão acusou o golpe e por isso não têm mais pressa, sabe ele muito bem q a derrota é certa. Agora com Teori, quinto voto, mais um a ser indicado pela Dilma, sexto voto, no final 6x5 pró réus. É o fim do "mentirão"...

Anônimo disse...

PML e o estilo Barbosa
de esculachar a política:

O estilo consiste em quebrar regras de convívio democrático e respeito entre instituições. Depois, dá uma volta sobre o próprio passo.

Aos poucos, Joaquim Barbosa autoriza o país a identificar um estilo político.

Sabendo do risco de ser adorado pelos conservadores, que tentam enfeitá-lo com o mito de “menino pobre que mudou o Brasil”, agora reproduzido até pela revista Time (se houve tal “menino pobre” nós sabemos quem ele é, como se chama, de onde veio e o que fez, certo?),

Joaquim achou necessário colocar-se como pessoa de esquerda.

Apenas por isso declarou que a imprensa brasileira é de “direita”.

Tempos atrás, fez questão de revelar seu voto em Lula e Dilma, lembram?

Sempre de olho no povão, xingou o Congresso e disse que temos partidos de mentirinha. Como isso é sempre chato e incomoda quem lê jornais, mandou dizer que falou como acadêmico.

(...)

Joaquim disse em tom de crítica:
“O Congresso não foi criado para única e exclusivamente deliberar sobre o Poder Executivo. Cabe a ele a iniciativa da lei. Temos um órgão de representação que não exerce em sua plenitude o poder que a Constituição lhe atribui, que é o poder de legislar.”

Sob a presidência de Joaquim, o Supremo inaugurou uma fase na qual tem feito o possível para diminuir o Congresso e interferir em sua atividade.

O Congresso tentou legislar sobre royalties do petróleo. Foi impedido pelo Supremo. Tentou regulamentar a distribuição de verbas públicas e tempo na TV para partidos políticos – Gilmar Mendes assinou uma liminar. O Congresso quer resolver o que fazer com o mandato de deputados condenados no mensalão, como diz a Constituição. O Supremo manda cassar de qualquer maneira.

(...)

Eu acho muito estranho que alguém reclame da omissão do Congresso semanas depois da aprovação de uma lei crucial para o bem-estar do país — a legislação que regula o trabalho doméstico, última herança do regime escravocrata.

Considerando que foi uma legislação criada pelos parlamentares e aprovada por eles, após pressões, manobras protelatórias e ataques de todo tipo, que se prolongaram durante anos, pergunto como alguém pode reclamar do Congresso nesses dias, como se fosse possível esquecer um avanço numa área que se encontrava estagnada desde 13 de maio de 1888.

Ou melhor: entendo perfeitamente porque se fala mal do Congresso por esses dias. Uma pena.

Há outras coisas, também.

Jornalistas que integram a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, que possui tantos profissionais respeitáveis em seu quadro de sócios e dirigentes, resolveram convidar o presidente do STF para uma palestra.

Pergunto se aquele jornalista que deveria chafurdar na lama estará na plateia.

E aquele outro, brother, que ousou perguntar pela serenidade do ministro do STF, e foi advertido que isso era visão de branco?

(...)

Não custa lembrar que movimentos temerários de aproximação com posturas autoritárias costumam fazer vítimas entre os companheiros de viagem.

Principal trombone do golpe de 64, Carlos Lacerda não demorou a perder seus direitos políticos. Articulador civil do golpe, o Estado de S. Paulo tornou-se alvo prioritário da censura.

Depois de apoiar centros de tortura, nossos espertalhões de ontem derramam lágrimas de crocodilo quando falam sobre as revelações da Comissão da Verdade.

Aliomar Baleeiro, udenista que foi golpistas em 1954, 1956 e 1964, acabou a carreira no Supremo, fazendo arrependidas manifestações a favor os direitos humanos e das liberdades públicas. Tarde demais – mesmo para limpar biografias.

A questão de Joaquim é aqui e agora.

Em maio de 2013, o ambiente em torno do Supremo é outro. O debate sobre embargos irá abrir, necessariamente, uma discussão que ficou abafada durante o julgamento, em torno de falhas e contradições que ajudaram a produzir penas tão severas.

Será difícil repetir aquele ambiente de unanimidade cívica do ano passado.

Mas Joaquim vai tentar.

Anônimo disse...

pelo amor de Deus ministro Joaquim Barbosa, não me decepcione. já aceitou os tais recursos?

CARLOS SGARBI disse...

E os bandidos tucanos, que organizaram aquela roubalheira em Minas, pra financiar campanhas pais a fora, quando serão processados, condenados e presos? Vc, como jornaleiro imparcial, poderia informar aos asnos da TFP, seus simpatizantes. Ate porque, se vc ainda não entendeu, assim como os asnos, o dinheiro ROUBADO por tucanos, petistas e membros de outras organizações, meu caro, NAO VEIO DE MARTE. Este dinheiro, se vc ainda não percebeu, tem como origem os COFRES DA SOCIEDADE. Se vc não se interessa pela parte que vc recolhe, através de tributos, desde que o ladrão seja tucano, e um problema seu, jornaleiro,

Anônimo disse...

COMO SEMPRE VÃO ESPERAR ATÉ O CARA TERMINAR O MANDATO DE DEPUTADO FEDERAL, DEPOIS COM A IDADE AVANÇADA VAI GANHAR PRISÃO ESPECIAL, A DOMICILIAR DA CASA DELE, COITADO VAI FICAR MUITO DESCONFORTÁVEL LÁ.

ENQUANTO ISSO, MESMO CONDENADO, VAI TIRANDO ONDA DE DEPUTADO FEDERAL E USUFRUINDO DO CARGO.

Anônimo disse...


Perfeito o movimento do Joaquinzão!

Sem pressa vamos instituir as penas na época da campanha eleitoral 2014.

Anônimo disse...

as latinhas, só no deboche, rindo da situação e da sociedade.

Anônimo disse...

Quem esta empurrando as decisões para o ano eleitoral são as defesas dos mensaleiros.
Do jeito que vai a decisão pderá sair mesmo só depois das eleições de 2014, mas vai ferver justamente no periodo eleitoral.