Joaquim Barbosa nega prazo maior para recurso de Zé Dirceu. STF quer acabar com novela do Mensalão e enfiar Zé Dirceu na cadeia.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, indeferiu pedidos apresentados pelas defesas de dois réus na Ação Penal (AP) 470, que levariam à ampliação de prazo para a apresentação de embargos de declaração pelos condenados. A defesa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu pretendia que os votos escritos dos ministros do STF fossem divulgados antes da publicação do acórdão. Já a defesa do empresário Ramon Hollerbach queria a concessão de pelo menos 30 dias de prazo para a apresentação dos recursos.

. No pedido, apresentado em forma de petição avulsa na Ação Penal (AP) 470, a defesa de José Dirceu argumentou sobre a necessidade da divulgação prévia dos votos diante da "complexidade da presente ação penal e da "exiguidade do prazo" para a oposição de embargos de declaração. Ao indeferir o pedido, o presidente do STF observou que "os votos proferidos quando do julgamento da AP 470 foram amplamente divulgados e, inclusive, transmitidos pela TV Justiça". Além disso, prosseguiu o ministro Joaquim Barbosa, "todos os interessados no conteúdo das sessões públicas de julgamento, em especial os réus e seus advogados, puderam assisti-las pessoalmente no Plenário desta Corte".

. Ao apresentar as razões pelas quais negou o acesso prévio aos votos, o presidente da Suprema Corte ressaltou que "não foram disponibilizados todos os votos proferidos pelos ministros que participaram do julgamento".

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4 comentários:

Anônimo disse...

Este olhar da foto me lembra os tempos de Collor (aliado do PT) quando ficava com ódio de alguma situação.

No fim, eles as esquerdas extremadas e o coronelismo do sertão, comungam da mesma ideologia em se tratando de ódio.

Anônimo disse...

ainda nao colocaram esse elemento na cadeia?

porra, mas que pais de m....!

Aquiles disse...

DIRCEU E OS MENSALEIROS DEVERIAM É QUEIMAR EM ESTRUME FERVENTE PELAS ETERNIDADES DAS ETERNIDADES.

Anônimo disse...

O legar dele está guardado.