Em mais um domingo marcado por manifestações a favor e contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, a hashtag #FechadoComBolsonaroAte2026 é o assunto mais comentado do Twitter brasileiro neste momento. Diversos políticos da base do presidente, como a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), estão usando a tag.
Há poucos momentos, uma parte dos manifestantes tentou alcançar o Congresso Nacional, mas foi impedida por PMs, que usaram gás de pimenta.
Os bolsonaristas recuaram.
Shopping centers continuarão abertos em Porto Alegre. Saiba com que tipo de restrição.
Apesar da bandeira vermelha, os shopping centers de Porto Alegre permanecerão abertos a partir de amanhã.
As duas principais limitações:
Lojas
Só poderão abrir quem fatura até R$ 360 mil por ano, o que não é quase nada.
Restaurantes
Abrirão até as 17h e depois deste horário as entregas só podem acontecer por tele-entrega, drive trhu e retirada no local.
As duas principais limitações:
Lojas
Só poderão abrir quem fatura até R$ 360 mil por ano, o que não é quase nada.
Restaurantes
Abrirão até as 17h e depois deste horário as entregas só podem acontecer por tele-entrega, drive trhu e retirada no local.
Entrevista, Lasier Martins - Dentro das regras legais, só o Senado pode conter o STF
ENTREVISTA
Senador Lasier Martins, Podemos, RS
A ilustração é exclusiva deste blog.
Muitos leitores me perguntam por que vocês não mudam o regimento interno do Senado, impedindo que a decisão de encaminhar ou não pedidos de impeachment contra ministros do STF, fiquem totalmente nas mãos do presidente da Casa.
Há dois anos apresentei projeto para impor as mudanças, mas o presidente Alcolumbre e seus aliados impedem que ele vá adiante.
Não há maioria para mudar ?
Nem impeachment anda, nem mudança de regimento e sequer a CPI da Lava Toga.
E aí ?
Estamos forçando e organizando a maioria, mas, agora, até ato da mesa em vigor impede qualquer discussão que não seja sobre pandemia.
É a ditadura do Senado ?
Estamos fazendo tudo o que podemos, inclusive com apelos ao apoio da opinião pública.
Senador Lasier Martins, Podemos, RS
A ilustração é exclusiva deste blog.
Muitos leitores me perguntam por que vocês não mudam o regimento interno do Senado, impedindo que a decisão de encaminhar ou não pedidos de impeachment contra ministros do STF, fiquem totalmente nas mãos do presidente da Casa.
Há dois anos apresentei projeto para impor as mudanças, mas o presidente Alcolumbre e seus aliados impedem que ele vá adiante.
Não há maioria para mudar ?
Nem impeachment anda, nem mudança de regimento e sequer a CPI da Lava Toga.
E aí ?
Estamos forçando e organizando a maioria, mas, agora, até ato da mesa em vigor impede qualquer discussão que não seja sobre pandemia.
É a ditadura do Senado ?
Estamos fazendo tudo o que podemos, inclusive com apelos ao apoio da opinião pública.
Vendas online crescem o previsto para 5 anos em menos de 3 meses: hábito veio para ficar ?
A repórter Bianca Alvarenda, do blog 6Minutos, pergunta o seguinte:
- Qem não gostava muito de fazer compras pela internet foi testado durante essa quarentena ?
A pergunta tem tudo a ver, porque não só os comércios fecharam as portas, como sair de casa se tornou uma tarefa cheia de protocolos. Por isso, o consumo on-line cresceu e ganhou um espaço que não era esperado nem mesmo pelos varejistas.
Leia a reportagem:
“Em menos de três meses, as vendas pela internet cresceram o que era esperado para os próximos cinco anos”, define Patricia Cotti, diretora do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo). Para dar outro parâmetro, ela explica que percentualmente o avanço do e-commerce durante a pandemia foi o mesmo conquistado nos últimos dez anos.
Mas será que esse é um hábito pontual ou é algo que veio para ficar?
CLIQUE AQUI para ler tudo.
- Qem não gostava muito de fazer compras pela internet foi testado durante essa quarentena ?
A pergunta tem tudo a ver, porque não só os comércios fecharam as portas, como sair de casa se tornou uma tarefa cheia de protocolos. Por isso, o consumo on-line cresceu e ganhou um espaço que não era esperado nem mesmo pelos varejistas.
Leia a reportagem:
“Em menos de três meses, as vendas pela internet cresceram o que era esperado para os próximos cinco anos”, define Patricia Cotti, diretora do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo). Para dar outro parâmetro, ela explica que percentualmente o avanço do e-commerce durante a pandemia foi o mesmo conquistado nos últimos dez anos.
Mas será que esse é um hábito pontual ou é algo que veio para ficar?
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Marchezan Júnior baixa decreto, mas restrições são menos severas do que se esperava
A prefeitura de Porto Alegre publicou decreto na madrugada deste domingo e estabeleceu novas restrições para as áreas de comércio e serviços, mas sem o rigor severo imposto pela classificação de bandeira vermelha. Os restaurantes, por exemplo, poderão funcionar, embora apenas até as 17h. Fora daí, apenas por tele-entrega, pegue e leve ou drive thru.
as academias, clubes sociais, cabeleireiro e barbeiro, parques temáticos e similares, museus e bibliotecas e agências de turismo permanecerão abertas, apesar da bandeira vermelha, pela qual todos deveriam ser fechados. Academias podem seguir operando com o critério de distanciamento de 16 metros quadrados entre os frequentadores. Para igrejas, que não podem atender ao público pelo enquadramento de bandeira vermelha, vale, para o município, a restrição para cultos com até 30 pessoas.
Em relação a estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, o decreto municipal não determina o fechamento de todos. Estão liberados para trabalhar autônomos, profissionais liberais e microempreendedores individuais, desde que observadas as regras de higienização e funcionamento previstas no decreto. Os shoppings e centros comerciais, que pela bandeira vermelha só poderiam ter serviço de alimentação, higiene e itens essenciais, não serão fechados pelo prefeito, mas lojas terão de respeitar restrições de atendimento.
CLIQUE AQUI para saber mais.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do decreto.
as academias, clubes sociais, cabeleireiro e barbeiro, parques temáticos e similares, museus e bibliotecas e agências de turismo permanecerão abertas, apesar da bandeira vermelha, pela qual todos deveriam ser fechados. Academias podem seguir operando com o critério de distanciamento de 16 metros quadrados entre os frequentadores. Para igrejas, que não podem atender ao público pelo enquadramento de bandeira vermelha, vale, para o município, a restrição para cultos com até 30 pessoas.
Em relação a estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, o decreto municipal não determina o fechamento de todos. Estão liberados para trabalhar autônomos, profissionais liberais e microempreendedores individuais, desde que observadas as regras de higienização e funcionamento previstas no decreto. Os shoppings e centros comerciais, que pela bandeira vermelha só poderiam ter serviço de alimentação, higiene e itens essenciais, não serão fechados pelo prefeito, mas lojas terão de respeitar restrições de atendimento.
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CLIQUE AQUI para ler a íntegra do decreto.
Esta pesquisa mostra o que mais fazem e do que mais sentam falta os gaúchos durante o confinamento da pandemia
O editor recebeu neste domingo a íntegra da pesquisa de opinião pública que a RecMec, de Suzana Carvalho, fez com os gaúchos para saber como é que eles estão enfrentando a pandemia na sua vida diária.
A charge é de Duk, blog Dom Total, disponibilizada no Google.
O editor recebeu cópia através do pessoal da PlinDigital.
Foram 602 entrevistas, todas realizadas online, entre 5 e 10 de maio.
O editor destaca dois módulos da pesquisa, que são os que tratam sobre o que fazem os gaúchos no confinamento e aquilo que mais sentem falta:
Mais fazem, pela ordem de volume de respostas:
Assistem mais notícias por TV e leem mais jornais, fazem home schooling (familiares com renda superior a R$ 12.500,00 mensais fazem mais isto), assistem lives e palestras on line, leem mais livros (pessoas com mais de 56 anos fazem mais isto) e jogam videogame (apenas 4,2%), mas quem tem idade até 35 anos, joga videogame quatro vezes mais do que os adultos.
O que mais sentem falta, também por ordem de grandeza:
Bares e restaurantes (quem tem até 35 anos sente muito mais falta), clubes e academias, comércio lojista e shoppings, clubes e festas.
A charge é de Duk, blog Dom Total, disponibilizada no Google.
O editor recebeu cópia através do pessoal da PlinDigital.
Foram 602 entrevistas, todas realizadas online, entre 5 e 10 de maio.
O editor destaca dois módulos da pesquisa, que são os que tratam sobre o que fazem os gaúchos no confinamento e aquilo que mais sentem falta:
Mais fazem, pela ordem de volume de respostas:
Assistem mais notícias por TV e leem mais jornais, fazem home schooling (familiares com renda superior a R$ 12.500,00 mensais fazem mais isto), assistem lives e palestras on line, leem mais livros (pessoas com mais de 56 anos fazem mais isto) e jogam videogame (apenas 4,2%), mas quem tem idade até 35 anos, joga videogame quatro vezes mais do que os adultos.
O que mais sentem falta, também por ordem de grandeza:
Bares e restaurantes (quem tem até 35 anos sente muito mais falta), clubes e academias, comércio lojista e shoppings, clubes e festas.
Presidente do STF, Dias Toffoli, diz que Forçar Armadas só obedece ordens e não é Poder Moderador
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, disse hoje (20) que, de acordo com a Constituição de 1988, não é mais possível às Forças Armadas agir como um poder moderador sobre os demais poderes da República.
Após citar o Artigo 142 da Constituição, que trata das atribuições das Forças Armadas, Toffoli disse que a Carta de 1988 “afirmou que quem é o guardião da Constituição é o Supremo Tribunal Federal. Não é mais possível Forças Armadas como poder moderador”.
CLIQUE AQUI para ler muito mais.
Após citar o Artigo 142 da Constituição, que trata das atribuições das Forças Armadas, Toffoli disse que a Carta de 1988 “afirmou que quem é o guardião da Constituição é o Supremo Tribunal Federal. Não é mais possível Forças Armadas como poder moderador”.
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Entrevista, Fernanda Barth - Exigimos que o Senado corte o passo do STF
ENTREVISTA
Fernanda Barth, ativista política bolsonarista, Porto Alegre
Parcão, esta manhã, 11h.
As fotos e vídeos que este blog recebeu mostram milhares de pessoas no Parcão, esta manhã. Como foi isto, com pandemia e tudo, e apesar da campanha difamatória movida sem parar pela mídia tradicional, que reverbera as maldades promovidas pelo STF e pelos presidentes do Senado e da Cãmara, sem falar nos bandidos do lulopetismo, mais seus aliados do fisiologismo corrupto das principais lideranças políticas e empresários patrimonialistas ?
E apesar da bandeira vermelha imposta ontem sobre Porto Alegre.
E daí ?
Lotamos o Parcão. E nem foi em horário tradicional, mas as 10h da manhã. Um telão transmitia tudo ao vivo de Brasília. Estivemos novamente com a Banda Loka Liberal dando força.
As consignas foram mais enxutas ?
Fora STF e todo o apoio a Bolsonaro. É isto.
E agora ?
Queremos que o Senado corte o passo do STF.
A esquerdalha e os corruptos não apareceram ?
Nem aqui e nem em lugar nenhum. Eles sabem que o STF faz o papel por eles neste momento.
Fernanda Barth, ativista política bolsonarista, Porto Alegre
Parcão, esta manhã, 11h.
As fotos e vídeos que este blog recebeu mostram milhares de pessoas no Parcão, esta manhã. Como foi isto, com pandemia e tudo, e apesar da campanha difamatória movida sem parar pela mídia tradicional, que reverbera as maldades promovidas pelo STF e pelos presidentes do Senado e da Cãmara, sem falar nos bandidos do lulopetismo, mais seus aliados do fisiologismo corrupto das principais lideranças políticas e empresários patrimonialistas ?
E apesar da bandeira vermelha imposta ontem sobre Porto Alegre.
E daí ?
Lotamos o Parcão. E nem foi em horário tradicional, mas as 10h da manhã. Um telão transmitia tudo ao vivo de Brasília. Estivemos novamente com a Banda Loka Liberal dando força.
As consignas foram mais enxutas ?
Fora STF e todo o apoio a Bolsonaro. É isto.
E agora ?
Queremos que o Senado corte o passo do STF.
A esquerdalha e os corruptos não apareceram ?
Nem aqui e nem em lugar nenhum. Eles sabem que o STF faz o papel por eles neste momento.
Dica do editor - Entenda por que Beethoven é o herói na vida de Ramón Gener
A dica é do ex-prefeito de Porto Alegre, Guilherme Villela e o apresentador deste vídeo é Ramon Gener Sala Conhecido como Ramon Gener. Ele é músico, pianista, humanista e escritor espanhol. Bacharel em Ciências Humanas e Empresariais, ele também estudou piano e canto. Depois de alguns anos trabalhando como barítono, ele deixou a profissão e iniciou sua nova etapa como professor e comunicador musical.
Jornalista da Deutshe Welle defende assassinato de Bolsonaro e de toda a família Bolsonaro. Ele foi demitido sábado.
Depois que pediu o assassinato de Bolsonaro e de toda a família Bolsonaro, o jornalista disse que recebeu 72 ameaças de morte. Apenas em duas horas.
Até este momento o ministro Alexandre de Moraes, STF, não mandou prender o jornalista (foto ao lado).
A Deutsche Welle Brasil, filial brasileira da agência de notícias alemã que é uma das mais tradicionais do mundo, botou pra rua o jornalsita João Paulo Cuenca, o J.P., acusando-o de
promover “discurso de ódio e incitação à violência” na coluna que ele publicava quinzenalmente.
O jornalista incitou seus leitores a matar toda a família Bolsonara, pendurando-a em forcas:
- O brasileiro só será livre quando o último Bolsonaro for enforcado nas tripas do último pastor da Igreja Universal.
A nota da DW fala sobre o crime do jornalista:
- A Deutsche Welle comunica que deixa de publicar a coluna quinzenal Periscópio, de J.P. Cuenca, após o colunista ter escrito, em perfil privado nas redes sociais, mensagem que contraria os nossos valores. A Deutsche Welle repudia, naturalmente, qualquer tipo de discurso de ódio e incitação à violência. O direito universal à liberdade de imprensa e de expressão continua sendo defendido, evidentemente, mas ele não se aplica no caso de tais declarações.
Até este momento o ministro Alexandre de Moraes, STF, não mandou prender o jornalista (foto ao lado).
A Deutsche Welle Brasil, filial brasileira da agência de notícias alemã que é uma das mais tradicionais do mundo, botou pra rua o jornalsita João Paulo Cuenca, o J.P., acusando-o de
promover “discurso de ódio e incitação à violência” na coluna que ele publicava quinzenalmente.
O jornalista incitou seus leitores a matar toda a família Bolsonara, pendurando-a em forcas:
- O brasileiro só será livre quando o último Bolsonaro for enforcado nas tripas do último pastor da Igreja Universal.
A nota da DW fala sobre o crime do jornalista:
- A Deutsche Welle comunica que deixa de publicar a coluna quinzenal Periscópio, de J.P. Cuenca, após o colunista ter escrito, em perfil privado nas redes sociais, mensagem que contraria os nossos valores. A Deutsche Welle repudia, naturalmente, qualquer tipo de discurso de ódio e incitação à violência. O direito universal à liberdade de imprensa e de expressão continua sendo defendido, evidentemente, mas ele não se aplica no caso de tais declarações.
Barrado por não usar máscara, cliente ataca gerente de supermercado a facadas e é morto a tiros em Vacaria, RS
Ao ser barrado na entrada de um supermercado no município gaúcho de Vacaria, ontem a noite, tudo por não usar máscaras, o cliente Aldori Cardoso, 36 anos, atacou o gerente a facadas, feriu-o e no retorno foi galeado e morto por este. O gerente levou facadas na barriga e está hospitalizado.
O cliente era natural de Santo Ângelo, morava em vacaria, e tinha antecedentes por crimes de trânsito e ameaça.
O cliente era natural de Santo Ângelo, morava em vacaria, e tinha antecedentes por crimes de trânsito e ameaça.
Polícia de Brasília invade acampamento de bolsonaristas e encontra um facão
Encontraram fogos de artifício, 1 facão, manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular e objetos usados em manifestações.
A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu mandado de busca e apreensão neste domingo em um acampamento nos arredores da área central de Brasília chamado de “QG Rural”, ligado ao grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro “300 do Brasil”.
A investigação apura possíveis crimes de milícia privada, ameaças e porte ilegal de armas. Os policiais vasculharam uma chácara em Arniqueiras, em Águas Claras, uma das cidades satélites da capital federal.
Nas redes sociais, 1 dos líderes do movimento, Renan Sena, reagiu à operação. Disse que a ação foi uma “invasão” e mais 1 ato da “ditadura comunista”. Considerou ser uma perseguição àqueles que lutam contra a corrupção. Assista à íntegra:
A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu mandado de busca e apreensão neste domingo em um acampamento nos arredores da área central de Brasília chamado de “QG Rural”, ligado ao grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro “300 do Brasil”.
A investigação apura possíveis crimes de milícia privada, ameaças e porte ilegal de armas. Os policiais vasculharam uma chácara em Arniqueiras, em Águas Claras, uma das cidades satélites da capital federal.
Nas redes sociais, 1 dos líderes do movimento, Renan Sena, reagiu à operação. Disse que a ação foi uma “invasão” e mais 1 ato da “ditadura comunista”. Considerou ser uma perseguição àqueles que lutam contra a corrupção. Assista à íntegra:
Bolsonaro viaja para funerall de paraquedista morto ontem no Rio
O presidente Jair Bolsonaro embarcou ainda há pouco para o Rio.
Ele vai ao funeral do paraquedista Pedro Lucas Ferreira Chaves, que morreu ontem em um treinamento no Campo dos Afonsos, depois que o paraquedas não abriu.
Bolsonaro foi membro da mesma brigada do soldado, a Brigada de Infantaria Parquedista do Exército.
Veja como foi o acidente:
Ele vai ao funeral do paraquedista Pedro Lucas Ferreira Chaves, que morreu ontem em um treinamento no Campo dos Afonsos, depois que o paraquedas não abriu.
Bolsonaro foi membro da mesma brigada do soldado, a Brigada de Infantaria Parquedista do Exército.
Veja como foi o acidente:
Artigo, Renato Sant'Anna - O STF e a quebra da ordem constitucional
- O autor é advogado e psicólogo em Porto Alegre.
Este artigo é exclusivo para este blog.
"Eu, e só eu, determino os direitos de vassalagem, entendeu? Você esquece que posso castigá-lo quando e quanto quiser?", dizia Llorenç de Bellera, um senhor feudal, personagem de Ildefonso Falcones no romance "A catedral do mar", que virou série na Netflix.
Mas a prepotência do personagem está em conformidade com a lei de seu tempo. Aliás, suas palavras foram pronunciadas depois de, com amparo da lei, ter desvirginado a noiva de um pobre camponês. Sim, no medievo, a lei legitimava o senhor feudal como potestade apta a acusar, julgar e castigar os "servos" do feudo, inclusive com a pena de morte.
Ambientada no século XIV, a obra de Falcones permite ao leitor um claro vislumbre do sistema feudal e da lei que regia a sociedade à época, ensejando-lhe reconhecer e valorizar esta inestimável conquista do processo civilizatório do ocidente: o "direito acusatório".
No "direito inquisitório", uma única instituição (é o caso do senhor feudal), uma só cabeça concentra todos os papéis: de produzir provas, de acusar, de julgar e de executar a pena - o que torna inviável a defesa do acusado.
Mas a humanidade é a mesma. Foram as instituições que mudaram desde a idade média até hoje.
CLIQUE AQUI para ler tudo.
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"Eu, e só eu, determino os direitos de vassalagem, entendeu? Você esquece que posso castigá-lo quando e quanto quiser?", dizia Llorenç de Bellera, um senhor feudal, personagem de Ildefonso Falcones no romance "A catedral do mar", que virou série na Netflix.
Mas a prepotência do personagem está em conformidade com a lei de seu tempo. Aliás, suas palavras foram pronunciadas depois de, com amparo da lei, ter desvirginado a noiva de um pobre camponês. Sim, no medievo, a lei legitimava o senhor feudal como potestade apta a acusar, julgar e castigar os "servos" do feudo, inclusive com a pena de morte.
Ambientada no século XIV, a obra de Falcones permite ao leitor um claro vislumbre do sistema feudal e da lei que regia a sociedade à época, ensejando-lhe reconhecer e valorizar esta inestimável conquista do processo civilizatório do ocidente: o "direito acusatório".
No "direito inquisitório", uma única instituição (é o caso do senhor feudal), uma só cabeça concentra todos os papéis: de produzir provas, de acusar, de julgar e de executar a pena - o que torna inviável a defesa do acusado.
Mas a humanidade é a mesma. Foram as instituições que mudaram desde a idade média até hoje.
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