A edição de hoje diz que ministro ainda desfruta da confiança do presidente, mas ao demonstrar ter compromisso com o erro, ao contrário do que pregava Juscelino Kubitschek, Onyx coloca a própria cabeça a prêmio.
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- Ainda durante a campanha presidencial, o então candidato a ministro vendeu uma ideia equivocada ao futuro presidente. A de que seria absolutamente simples e fácil dobrar o Congresso, teoricamente acuado pelo discurso da “Nova Política”, apenas com o que chamava de “boas ideias”. Ao ser questionado publicamente como ocorreria o meio-campo com o Legislativo, o então deputado federal repetia sempre a mesma ladainha – que hoje se revelou uma tragédia hamletiana: “Palavras, palavras, palavras, nada mais que palavras…”.
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