A desesperada tentativa dos histéricos defensores do réu Lula da Silva no caso da tentativa criminosa de blindá-lo, não tem nada a ver com a realidade dos fatos jurídicos ocorridos com ele e com o ministro Moreira Franco.
O editor já disse isto várias vezes.
Ontem, o STF repetiu a mesma lição.
O fato é que Lula já tinha sido objeto de condução coercitiva, estava sob franca investigação e seria preso a qualquer momento, conforme fica claro no grampo que flagrou a conversa criminosa que ele manteve com Dilma.
No caso de Moreira Franco, nada disto existia e ele nem investigado é, quanto mais denunciado, réu em julgamento ou condenado.
A questão é política, moral e ética, mas do ponto de vista jurídico não há o que discutir.
E o STF é uma Corte Judicial.
O que existe de semelhança nos dois eventos, é o fato indiscutível de que Temer, como Dilma, buscou dar foro privilegiado ao companheiro, ameaçado efetivamente de prisão, no caso de Lula, e passível de ser investigado, no caso de Moreira Franco.