A Fepam ainda não atendeu a recomendação do MPF para que suspenda a licença que concedeu para a implantação do Projeto Natureza, empreendimento pelo qual a chilena CMPC, Guaíba, investirá até R$ 27 bilhões em inúmeros projetos de natureza florestal e de cortes de serviços e de indústria, inclusive uma nova fábrica de celulose.
O prazo venceu ontem e a Fepam pediu mais 30 dias para analisar os argumentos do MPF do RS.
O MPF quer que os empreendedores consultem os índios, antes de qualquer aprovação. A Fepam pediu análise da Funai, que ainda não saiu.
Audiências públicas já foram realizadas dentro do que manda a lei e participou quem quis. Além disto, a CMPC fez Estudo de Componente Indígena, a pedido do próprio MPF.
