Por unanimidade, a Primeira Turma do STF, toda ela integrada por inimigos pessoais e políticos do ex-presidente Bolsonaro, decidiu nesta sexta-feira manter a condenação de a 27 anos e três meses de prisão dele e de mais seis réus na ação penal do Núcleo 1 da suposta trama golpista. Por 4 votos a 0, os ministros do colegiado rejeitaram os chamados embargos de declaração. Ontem, também, o presidente do STF, negou habeas corpus impetrado em favor de Bolsonaro.
Trata-se de um julgamento político. O senador Flávio Bolsonaro, ontem, depois da decisão, reafirmou o caráter ilegal, autoritário, político e vingativo, com ênfase para a ação do ministro Alexandre de Mores.
A prisão dos acusados só será decretada após o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, declarar o trânsito em julgado da ação penal, ou seja, o fim do processo e da possibilidade de recorrer. Não há prazo para a decisão, mas ela pode ocorrer a qualquer momento.
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