Ao contrário da OAB, que hoje tirou nota vergonhosamente cretina contra o projeto que criminaliza gravemente aborteiros que matam crianças depois das 22 semanas de gravidez, o Conselho Federal de Medicina voltou a se manifestar contra este tipo de assassinato a sangue frio.
Isto ficou claro, de novo, na fala do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva Gallo, que disse disse, nesta segunda-feira, que há limites na "autonomia da mulher", ao comentar a resolução que trata da assistolia fetal, procedimento realizado no aborto legal em gestações com mais de 22 semanas resultantes de estupro:
— A autonomia da mulher, esbarra, sem dúvida, no dever constitucional imposto a todos nós, de proteger a vida de qualquer um, mesmo ser humano formado por 22 semanas.





