No dia 16 de dezembro, o ex-candidato a deputado estadual Sarneyzinho do Maranhão, que concorreu pelo PSDB do mesmo estado em 2018, foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Em vídeo, ele havia dito que ordenou “seus homens” a executar o magistrado, e se referiu ao juiz como “vagabundo”. A Polícia Federal fez a prisão após encontrá-lo na divisa com o Piauí.
A Polícia Federal prendeu, hoje, um fuzileiro naval e seu irmão, tudo por ordem da Procuradoria Geral da República, atendendo pedido do STF, que apurou denúncias de que ambos ameaçaram de morte a família e o próprio ministro Alexandre de Moraes.
O principal alvo do ataque seria a filha do ministro, segundo a PGR.
PF e PGR ainda não forneceram detalhes, mas as prisões ocorreram no Rio, onde o fuzileiro naval presta serviços, e em São Paulo, onde mora o irmão. Foram também cump´ridos 5 mandados de busca e apreensão.
O caso não tem a ver com o 8 de Janeiro e representam fatos novos.



