Os inimigos dos caçadores de ladrões do dinheiro público comemoraram o julgamento do senador Sérgio Moro em Curitiba e agora festejam vazamentos da conversa entre Moro e Gilmar Mendes, quarta-feira, em Brasília.
Os bandidos da mídia oficial vazaram dois termos da conversa pedida pelos senador, que teme com justiça ser cassado politicamente pelo TSE ou STF, em função de recursos do caso de Curitiba. Assim, Gilmar Mendes teria humilhado o interlocutor: 1) Chamando-o de "ladrão de galinha", numa quadrilha organizada com Deltan Dallagnol. 2) Chamando-o de amador no exercício do mandato.
No caso do julgamento de Curitiba, fica visível que Moro não cometeu crime eleitoral algum. Leia o que escreveu o relator em ação movida pelo PL, Partido de Bolsonaro, em conjunto com PL, Partido de Lula:
“Traçada a linha saneadora, restou a pergunta: afinal, Moro deve ter o mandato cassado pelas infrações eleitorais apontadas por PT e PL nos processos? Não houve abuso de poder econômico, não houve prova de caixa 2, muito menos abuso nos meios de comunicação. Não se provou corrupção, compra de apoio ou mesmo uso indevido dos meios de comunicação, considerando que o investigado Sergio Moro tinha, já de muito tempo, ampla exposição midiática.