O governador está de novo em Brasília. Ontem, ele teve audiências com os ministros da Justiça, Ricardo Lewandowski, e da Fazenda, Fernando Haddad. Com Haddad, para discutir ajustes na cobrança da dívida dos estados e da reforma tributária.
Sobre a dívida com a União: o governo gaúcho pede a alteração nos indexadores. Hoje, os estados pagam encargos iguais à Selic, que se dividem em juros de 4% anuais pagos dentro das prestações e o restante vai para o saldo devedor dos contratos, por meio do Coeficiente de Atualização Monetária (CAM). No caso do Rio Grande do Sul, só em 2023 a dívida teve aumento de R$ 10,4 bilhões por conta dessa regra. O Rio Grande do Sul defende a adoção de juros nominais de 3% ao ano.
O governador também pediu ajuda para que ocorra flexibilização em relação a tomada de novos empréstimos e aumento de despesas.
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