A ilustração é escolha do editor.
A esquerda latino-americana (não há por que pôr o substantivo no plural) é a mais sem-cerimônia do mundo, o que, aliás, torna mais fácil arrancar-lhe a máscara e revelar sua verdadeira índole.
Antes que fossem conhecidas as circunstâncias do massacre na Escola Raul Brasil, de Suzano (SP), Dilma Rousseff apressou-se em oferecer uma "narrativa" recheada de falsificações: "O porte de armas irrestrito e amplamente liberado a toda população vai dar instrumento para que o assassinato massivo se torne endêmico e cotidiano", falou. E ainda disse que o projeto de lei anticrime do ministro Sergio Moro é "encontro marcado com tragédias como a de Suzano".
Mas donde tirou ela que, agora, "toda população" vai ter "porte de armas irrestrito e amplamente liberado"?
Fica difícil manter a elegância quando é forçoso dizer que a esquerdista Dilma Rousseff, empenhada em propagar informações falsas, usou sem pudor a comoção causada pelo massacre de Suzano.
Sim, Dilma falseia a verdade! Ao contrário.
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