As declarações do novo ministro da Justiça, Torquato Jardim, de que o governo Temer não teme o julgamento da chapa Dilma-Temer, dia 6, porque se não vencer no voto, algum ministro pedirá vistas, adiando a decisão, levou Gilmar Mendes, presidente do TSE, a uma nova temporada de desabafos grandiloquentes.
Desta vez, o falastrão ministro do STF e presidente do TSE, atacou o governo, justamente ele, que é tido como maior aliado dos governistas.
A crise política colocou em segundo plano o real objeto da impugnação feita pelo PSDB e que vai a julgamento, que foi a fraude eleitoral conduzida por Dilma e pelo PT para vencer Aécio Neves. Dilma foi cassada por improbidade pelo Congresso, manteve os direitos políticos, mas se se for condenada pelo TSE, perderá estes direitos por oito anos e irá para a história como a única pessoa que se elegeu presidente e teve a candidatura cassada por usar dinheiro sujo e abusado da confiança popular.
Temer, seu vice, éfoi apenas um apêndice da chapa, porque mandou apenas perifericamente na campanha.