Dos 12 órgãos estaduais que tiveram a extinção autorizada
por lei entre 2015 e 2016, cinco foram fechados pelo Palácio Piratini – sendo
que dois deles deixarão de existir oficialmente hoje. Foram desligados 26 servidores, de 1,2 mil
inicialmente previstos, além do corte de 62 cargos de chefia.
No caso das outras sete estruturas, as demissões e
transferências de atividades estão suspensas por decisões judiciais e dependem
de acordos coletivos para avançar. Uma nova rodada de negociações com os
sindicatos está prevista para o fim deste mês.
Fecharam
Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande
do Sul (Fundergs), que fechou as portas em março.
Fundação Estadual de
Pesquisa Agropecuária (Fepagro)
Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e
Folclore (FIGTF)
Hoje, seguirão o mesmo destino
Fundação
Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps)
Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH)
Funcionam, ainda, com liminares:
Fundação Piratini
Companhia
Rio-Grandense de Artes Gráficas (Corag)