Em 1951, o primeiro dos primeiros ministros da recém
independente Índia, Jawaharlal Nehru, criou o primeiro dos sete institutos de
tecnologia que transformaria o país no maior celeiro mundial de técnicos e
engenheiros em língua inglesa subaproveitados.
Como optou por um regime de viés socialista,
engessado de burocracia e fechado para o mundo, grande parte foi para os
Estados Unidos emprestar seu talento subsidiado por impostos indianos para
gerar inovações e criar suas próprias empresas em favor do desenvolvimento
americano. Começou com um indiano, por exemplo, a Microsystems.
Só no início dos 90, quando o ministro da Economia
Manmohan Singh abriu o comércio ao capital estrangeiro, desregulamentou a
economia e introduziu a concorrência nas telecomunicações, começou a
atrair os engenheiros de volta e deu o salto que transformou o país na sétima
potência, maior plataforma mundial de terceirização, onde estão ou por onde
passam as maiores multinacionais de todo o mundo.
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