A mudança ocorre devido à redução das chuvas nos principais reservatórios, o que diminui a geração hidrelétrica e exige maior uso de usinas termelétricas, mais caras. Além disso, a alta do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) também pressiona os custos, elevando o valor final pago por consumidores.
O cenário pode se agravar nos próximos meses, com a possibilidade de ocorrência do El Niño, que tende a reduzir ainda mais as chuvas. Assim, a bandeira amarela pode ser apenas o início de um ciclo de energia mais cara, impactando diretamente famílias, empresas e a economia como um todo.
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