O Tayayá Resort, empreendimento imobiliário no Paraná que tinha como acionistas irmãos e um primo do ministro Dias Toffoli, do STF, foi vendido no final do ano passado para um advogado goiano que atua para a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Trata-se do advogado Paulo Humberto Costa.
O advogado também é sócio de uma empresa privada, a Petras Participações, que presta serviço de aluguel de aeronaves.
Um fundo de investimento gerido por empresa citada no caso Master realizou um aporte de R$ 4,3 milhões para comprar ações do resort. O investimento foi realizado pela Arleen Fundo de Investimento.
A Arleen é administrada pela Reag, citada na operação Carbono Oculto por suspeita de ligação com um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC, e que teria investido R$ 16,3 milhões na DGEP Empreendimentos, que também já teve no quadro societário Mario Umberto Degani, primo de Toffoli.
6 comentários:
desgraçado
que nojo
quanta podridão
A maracutaia é óbvia e transborda no copo. Nesse balcão de negócios virou o STF.
Vi as imagens. Coisa linda mesmo. Coisa de milionário. Mas ele pode, ganha muito. É Juíz.
vivem no meio do ouro e o povo pagando o pato
O próprio TOTÓ FOLI, fiel cão 🐕 do GILMAU BEIÇOLA, era SÓCIO OCULTO do tal resort vendido ao PCC, soube-se agora e por isso está tentando desesperada e afoitamente apagar seus rastros.
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