O envolvimento de um irmão e de um primo de Dias Toffoli com gente com conexões com o Banco Master, por si só, já seria motivo mais do que suficiente para que o ministro julgue-se impedido de continuar como relator do inquérito sobre o escândalo.
Mas não é só.
Escandaloso mesmo é o cipoal no qual Dias Toffoli vem se metendo na administração do caso, passando a clara impressão de que tenta prorteger os seus interesses e os interesses de amigos, conhecidos e associados.
Aênfase é para o caso do seu colega A. de Moraes, cuja mulher tem contrato de R$ 131 milhões para proteger o Master e seu dono, Daniel Vorcaro.
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